Especial Real Life Serial Killers – 11 de Setembro de 2001, o dia em que o mundo parou

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O 11 de Setembro de 2001 começou como um dia normal em New York City. Milhares de pessoas saíram de suas casas como normalmente o faziam, para ir trabalhar, estudar, viver. Mas infelizmente muitas delas – muitas, muito mais do que gostaríamos de imaginar – jamais voltariam para casa.

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Naquela fatídica terça-feira, uma organização terrorista conhecida como Al-Qaeda sequestrou 4 aviões e os transformou em bombas, e os lançou contra alvos previamente estabelecidos. Dois deles atingiram as Torres do World Trade Center – conhecidas como Torres Gêmeas -, um atingiu o Pentágono e o outro somente não acertou seu alvo porque os bravos passageiros lutaram contra os terroristas, e o avião acabou caindo na Pensilvânia, mas acredita-se que seu alvo fosse a Casa Branca.

Muitas pessoas hoje em dia têm opiniões diversas sobre o que aconteceu naquele dia, na segunda vez em que os Estados Unidos foram atacados dentro de seu território nacional – a primeira foi o ataque a Pearl Harbor, por parte do Japão, durante a segunda guerra mundial. Muitas pessoas têm um ponto de vista antiamericano, e chegam a pensar que a América mereceu o que aconteceu, que os Estados Unidos estão sempre em guerra com outros países e pensam que podem mandar no mundo. Minha humilde opinião é que mais de 3 mil vidas foram desperdiçadas naquele dia. Vidas de americanos e de pessoas de outras 84 nações, como foi posteriormente confirmado.

O ataque por parte da Al Qaeda visava não apenas chocar e inspirar o medo, mas também afetar economicamente os Estados Unidos. Em ambos os casos foram bem sucedidos.

No episódio 20 da terceira temporada de Criminal Minds, Mayhem, o Agente Hotchner explica como funciona a dinâmica de um ataque terrorista. A primeira onda visa o público em geral, e a segunda os socorristas. O ataque às Torres Gêmeas mostra isso muito bem.  O primeiro avião acertou a torre norte do WTC às 8:46 da manhã, e o segundo acertou a torre sul às 09:03. Muitos bombeiros, socorristas e voluntários morreram ao tentar salvar vidas de pessoas que nunca antes tinham visto.

Você pode se perguntar, o que passa na cabeça de um terrorista que se suicida e que mata muitas pessoas com ele. Não parece algo que eu ou você faríamos, né? Recomendo neste caso que assistam ao episódio 10 da segunda temporada, Lessons Learned, e observem a dinâmica de conversa entre Gideon e o prisioneiro fantasma do Gtmo.

Este especial se dedica a falar sobre psicopatas e serial killers da vida real, mas sinto que hoje devemos uma homenagem especial aos homens, mulheres e crianças que perderam suas vidas neste ataque cruel e gratuito aos Estados Unidos. Independente de nação, religião, ou qualquer outra opção que nos separe em diferentes grupos ou categorias, somos todos ainda seres humanos, todos temos sangue em nossas veias, sentimos frio, dor, medo… nunca deveríamos infundir a mais ninguém algo que não queremos para nós mesmos.

Este ataque na minha opinião foi sim obra de um psicopata, não um, mas vários. Qualquer pessoa cruel o bastante para planejar a morte de tantas pessoas sem sentir nenhum remorso ou sentimento inerente ao ser humano é sim um psicopata do mais alto grau de periculosidade.

Para quem não viveu ou era novo demais quando o ataque aconteceu, aqui vai um breve resumo do que aconteceu no dia em que eu achei que a terceira guerra mundial iniciaria:

Ataques de 11 de setembro de 2001

Ataques ou atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 (às vezes, referido apenas como 11 de setembro) foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaedaem 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas da al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos. O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, naPensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das vítimas era de civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. Além disso, há pelo menos um óbito secundário – uma pessoa foi descartada da contagem por um médico legista, pois teria morrido por doença pulmonar devido à exposição à poeira do colapso do World Trade Center.

Ataques

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No início da manhã de 11 de setembro de 2001, 19 sequestradores assumiram o controle de quatro aviões comerciais (dois Boeing 757 e dois Boeing 767) em rota para a Califórnia(três indo para o LAX, em Los Angeles, e um para São Francisco), após decolar de Boston,Massachusetts; Newark, Nova Jersey e Washington, D.C. Aviões grandes com longos vôos foram intencionalmente escolhidos para o sequestro porque seriam fortemente impulsionados.

Os quatro voos foram:
• Voo 11 da American Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 07:59 com rota para Los Angeles e uma tripulação de 11 membros e outros 76 passageiros, não incluindo os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Norte do World Trade Center às 08:46;
• Voo 175 da United Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 08:14 em rota para Los Angeles com uma tripulação de nove membros e 51 passageiros, sem incluir os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Sul do World Trade Center às 09:03;
• Voo 77 da American Airlines: deixou o Aeroporto Internacional Washington Dulles, na Virgínia, às 08:20 em rota para Los Angeles com uma tripulação de seis membros e outros 53 passageiros, não incluindo cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra o Pentágono às 09:37;
• Voo 93 da United Airlines: deixou o Aeroporto Internacional de Newark às 08:42 em rota para São Francisco, com uma tripulação de sete membros e outros 33 passageiros, não incluindo os quatro sequestradores. Depois que os passageiros se rebelaram, os terroristas derrubaram o avião no chão, perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03.
A cobertura da imprensa foi intensa durante os ataques e suas consequências, a começar momentos após a primeira colisão no World Trade Center.

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Eventos
Às 08:46, o Voo 11 da American Airlines atingiu a Torre Norte do World Trade Center, seguido peloVoo 175 da United Airlines, que atingiu a Torre Sul às 09h03.
Outro grupo de sequestradores do Voo 77 da American Airlines atingiu o Pentágono às 9:37. Um quarto voo, o Voo 93 da United Airlines, caiu em uma área rural perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03, depois de os passageiros terem tentado retomar o controle do avião dos sequestradores. Acredita-se que a meta final dos sequestradores seria o Capitólio (sede do Congresso dos Estados Unidos) ou a Casa Branca.
Em setembro de 2002, em uma entrevista realizada para o documentarista Yosri Fouda, um jornalista da Al Jazeera, Khalid Sheikh Mohammed, junto a Ramzi Binalshibh, afirmou que o quarto avião sequestrado estava se dirigindo para o Capitólio dos Estados Unidos e não para a Casa Branca. Eles ainda afirmaram que a al-Qaeda inicialmente tinha planejado fazer com que os aviões sequestrados atingissem instalações nucleares em vez das torres do World Trade Center e o Pentágono, mas foi decidido não atacar as centrais nucleares “por ora” por causa de temores de que os ataques poderiam “sair de controle”.
Durante o sequestro dos aviões, os terroristas usaram armas para esfaquear e matar os pilotos das aeronaves, os comissários de voo e os passageiros. Relatórios feitos com as chamadas telefônicas vindas dos avião indicaram que facas foram usadas pelos sequestradores para ferir atendentes e, em ao menos um caso, um passageiro, durante dois dos sequestros.Alguns passageiros foram capazes de fazer ligações, usando o serviço de telefone da cabine e celulares, e fornecer detalhes, inclusive de que vários dos sequestradores que estavam a bordo de cada avião tinham usado sprays químicos contra a tripulação, como gás lacrimogêneo ou spray, e que algumas pessoas a bordo tinha sido esfaqueadas.
A Comissão do 11 de Setembro estabeleceu que dois dos sequestradores tinham comprado recentemente ferramentas manuais multi-funções da marca Leatherman. Uma aeromoça do voo 11, um passageiro do voo 175 e os passageiros do voo 93 mencionaram que os sequestradores tinham bombas, mas um dos passageiros também mencionou que achava que as bombas eram falsas. Nenhum vestígio de explosivos foram encontrados nos locais dos incidentes e a Comissão do 11/09 concluiu que as bombas eram provavelmente falsas.

No Voo 93 da United Airlines as gravações da caixa preta revelaram que a tripulação e os passageiros tentaram assumir o controle do avião dos sequestradores depois de ficarem sabendo, através de chamadas telefônicas, que outros aviões sequestrados foram jogados contra edifícios na manhã daquele dia.De acordo com a transcrição das gravações do voo 93, um dos sequestradores deu a ordem para alterar a rota do avião, uma vez que tinha ficado evidente que eles iriam perder o controle do avião para os passageiros. Logo depois a aeronave caiu em um campo perto de Shanksville, Condado de Somerset, Pensilvânia, às 10:03, hora local (14:03:11 UTC). Khalid Sheikh Mohammed, o organizador dos atentados, mencionou em uma entrevista de 2002 com Yosri Fouda que o alvo do Voo 93 era o Capitólio, que foi dado o nome-código “Faculdade de Direito”.
Três dos prédios do Complexo do World Trade Center desmoronaram devido a uma falha estrutural, no dia do ataque. A Torre Sul (WTC 2) caiu às 9h59, após queimar por 56 minutos em um incêndio causado pelo impacto de Voo 175 da United Airlines. A Torre Norte (WTC 1) desmoronou às 10:28, após queimar por aproximadamente 102 minutos.Quando a Torre Norte desabou, os escombros caíram próximo à World Trade Center 7 (WTC 7), danificando o edifício e iniciando um incêndio. Estes incêndios queimaram durante horas e comprometeram a integridade estrutural do edifício, levando-o ao colapso total às 17:21.
Os ataques criaram confusão generalizada entre as organizações de notícias e os controladores de tráfego aéreo nos Estados Unidos. Todo o tráfego aéreo civil internacional foi proibido de desembarcar em solo estadunidense por três dias. As aeronaves já em voo ou foram afastadas ou desviadas para aeroportos no Canadá ou no México. Fontes de notícias e relatórios não confirmados, muitas vezes contraditórios, foram divulgados ao longo do dia. Um dos mais prevalentes destes relatou que um carro-bomba iria ser detonado na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, em Washington, D.C. Logo após a divulgação pela primeira vez sobre o incidente no Pentágono, alguns meios de comunicação também informaram brevemente que um incêndio tinha eclodido no National Mall. Outro relatório saiu na Associated Press, informando que o Voo 1989 da Delta Air Lines também havia sido sequestrado. Este relatório também revelou-se falso; acreditou-se por momentos que também este voo corria risco de sequestro, mas seu comando respondeu aos controladores, e pousou em segurança em Cleveland, Ohio.

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Vítimas
Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores e as 2 977 vítimas. As vítimas foram distribuídas da seguinte forma: 246 nos quatro aviões (onde não houve sobreviventes), 2606 na cidade de Nova Iorque e 125 no Pentágono. Todas as mortes ocorridas foram de civis, exceto por 55 militares atingidos no Pentágono.
Em 2007, o escritório examinador médico da cidade de Nova Iorque divulgou o número oficial de mortos do 11 de setembro, adicionando a morte de Felicia Dunn-Jones. Dunn-Jones faleceu cinco meses após o 11/09 devido a uma doença pulmonar que foi associada à exposição à poeira durante o colapso do World Trade Center. Heyward Leon, que morreu de linfoma em 2008, foi adicionado ao número oficial de mortes em 2009.
O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) estimou que cerca de 17 400 civis estavam no complexo do World Trade Center no momento dos ataques, enquanto as contas da Autoridade Portuária de Nova Iorque sugerem que 14.154 pessoas estavam nas Torres Gêmeas às 08h45min. A grande maioria das pessoas abaixo da zona de impacto evacuaram os edifícios com segurança, junto com 18 pessoas que estavam na zona de impacto na torre sul, e um número de pessoas que estava acima da zona de impacto que, evidentemente, usaram a escadaria intacta na Torre Sul. Pelo menos 1.366 pessoas morreram, pois estavam no andar do impacto da Torre Norte ou em andares superiores, e pelo menos 618 na Torre Sul, onde a evacuação tinha começado antes do segundo impacto. Assim, dos 2 753 mortos no WTC, 1 950 estavam nos andares atingidos pelas aeronaves ou acima deles.
De acordo com o relatório da comissão centenas foram mortos instantaneamente com o impacto, enquanto os demais ficaram presos e morreram após o colapso da torre. Pelo menos 200 pessoas pularam dos edifícios para a morte (como mostrado na foto “The Falling Man”), caindo nas ruas e telhados de edifícios adjacentes, centenas de metros abaixo. Alguns dos ocupantes de cada torre, e que estavam acima do ponto de impacto, subiram em direção ao teto, na esperança de um resgate por helicóptero, mas as portas de acesso ao telhado estavam bloqueadas. Não existia qualquer plano de resgate de helicóptero e, em 11 de setembro, a fumaça e calor intenso teria impedido tais aeronaves de realizarem salvamentos.
Um total de 411 trabalhadores de emergência que responderam aos chamados de socorro morreram quando tentavam resgatar as pessoas e apagar os incêndios. O Corpo de Bombeiros da Cidade de Nova York (FDNY) perdeu 341 bombeiros e dois paramédicos. O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) perdeu 23 funcionários. O Departamento de Polícia da Autoridade Portuária perdeu 37 oficiais, e 8 EMTs adicionais e paramédicos de unidades privadas de serviços de emergência foram mortos.
O Cantor Fitzgerald L.P., um banco de investimento nos pisos 101a-105a do World Trade Center 1, perdeu 658 funcionários, muito mais do que qualquer outra empresa. A Marsh Inc., localizada imediatamente abaixo do Cantor Fitzgerald nos pisos 93-101 (o local de impacto do voo 11) perdeu 355 funcionários, e 175 funcionários da Aon Corporation foram mortos.
Depois de Nova York, New Jersey foi o estado mais atingido, com a cidade de Hoboken ostentando a maioria das mortes. Mais de noventa países perderam cidadãos nos ataques ao World Trade Center (três brasileiros e cinco portugueses).
Mortes (excluindo os sequestradores)
Nova Iorque World Trade Center
2.60656 57
American 11
8758
United 175
6059
Arlington Pentágono
12560
American 77
5961
Shanksville United 93
4062
Total 2.977
Semanas após o ataque, o número de vidas perdidas foi estimado em mais de seis mil. A cidade de Nova Iorque só foi capaz de identificar os restos de cerca de 1.600 das vítimas no World Trade Center. O escritório legista também recolheu cerca de dez mil ossos não identificados e fragmentos de tecidos humanos que não podem ser combinados para a lista de mortos”. Fragmentos ósseos ainda estavam sendo encontrados em 2006, quando os trabalhadores estavam se preparando para demolir Deutsche Bank Building, também danificado. Essa operação foi concluída em 2007. Em 2 de abril de 2010 uma equipe de especialistas em antropologia forense e arqueologia começou a procurar por restos humanos, artefatos humanos e objetos pessoais no aterro sanitário de Fresh Kills, em Staten Island. A operação foi concluída em junho de 2010, com 72 restos humanos encontrados, elevando o total de restos humanos encontrados para 1845. As identidades de 1629 das 2753 vítimas foram identificadas. Os perfis de DNA, na tentativa de identificar as vítimas adicionais, são permanentes. Em agosto de 2011, 1 631 vítimas foram identificadas, enquanto que 1 122 (41%) das vítimas permaneceram não identificadas. Os restos mortais estão sendo mantidos em armazenamento no Memorial Park, fora das instalações do instituto médico de Nova York. Em 2013, espera-se que os restos mortais sejam transferidos em 2013 para um depósito atrás de uma parede no Museu do 11 de Setembro. Em julho de 2011, uma equipe de cientistas do instituto médico da cidade tentaram novamente identificar os restos mortais, na esperança de que a tecnologia melhor desenvolvida lhes permitisse identificar outras vítimas.

Nós, da equipe de Criminal Minds Brasil, gostaríamos de aproveitar este momento e fazer uma homenagem a todos os que perderam suas vidas neste dia, bem como prestar nossa solidariedade às famílias das vítimas, e expressar nosso agradecimento sincero às pessoas corajosas que neste dia se tornaram heróis, salvando vidas. É fácil ser herói na ficção, quando tudo é coreografado, ensaiado e editado. Mas essa coragem na vida real é coisa rara.

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O vazio que para sempre existirá nos céus de New York serve para nos lembrar sempre do que perdemos naquele dia. Acho que todos aprendemos algo com o passado, algo que nos ajude a fazer nosso futuro ser melhor. Tem uma citação do episódio 22 da sétima temporada que eu acho bem apropriada para terminar este artigo. O Agente Rossi, quando perguntado sobre o por que continua fazendo o que faz, responde: ‘A única coisa necessária para a proliferação do mal é que os homens de bem não façam nada’.

Se cada um fizer sua parte, com certeza teremos um mundo bem melhor, com mais aceitação e amor.

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