Quem é Kate Callahan? Jennifer Love Hewitt em Criminal Minds.

Há uma nova adição ao elenco da 10ª Temporada de Criminal Minds: a famosa atriz Jennifer Love Hewitt.

Retornando à televisão, Hewitt interpretará uma psicóloga criminal com um passado sombrio.

Erica Messer, Produtora Executiva do consagrado drama criminal da CBS, liberou alguns detalhes sobre a personagem: ‘Kate é esperta, charmosa e inteligente para sua idade’, descreve Erica Messer, para o TV Guide.

Jennifer Love Hewitt interpretará a agente Kate Callahan na 10ª Temporada de Criminal Minds. Kate será especialista em psicologia criminal.

Jennifer Love Hewitt interpretará a agente Kate Callahan na 10ª Temporada de Criminal Minds. Kate será especialista em psicologia criminal.

Messer adiciona: ‘o plano de fundo da personagem é a psicologia criminal, e sua paixão vem da vontade de fazer do mundo um lugar mais seguro. Ela passou por várias perdas pessoais que a tornaram uma figura alentadora e patriótica para aqueles em sua vida pessoal e no trabalho’.

O personagem de Jennifer Love Hewitt, Kate Callahan, será a mais nova adição ao time da BAU, em uma força tarefa especial que investiga uma série de assassinatos não explicados com vítimas não identificadas.

 

 

Kate Callahan chega para dar uma visão ainda mais  aprofundada da mente dos criminosos investigados pela BAU.

Kate Callahan chega para dar uma visão ainda mais aprofundada da mente dos criminosos investigados pela BAU.

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Spoilers s09e20 e David Rossi recebe o Lifetime Achievement Award

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ATENÇÃO: O POST A SEGUIR PODE CONTER SPOILERS DOS PRÓXIMOS EPISÓDIOS DE CRIMINAL MINDS

 

Quinta-feira passada a CBS optou por uma reprise de “Route 66”. Episódio no qual Hotch luta para sobreviver por causa de George Foyet (ou The Reaper) e alucina com a sua falecida esposa Haley.

Nesta Quarta, 2 de abril, a CBS vai estrear o episódio 20 da 9ª temporada intitulado Blood Relations. O Hollywood Hills tem exclusividade no comunicado oficial do episódio. Este episódio, que vai ser um particularmente horrível, onde a equipe da BAU vai enfrentar duas famílias rivais em West Virginia que podem estar ligadas às investigações de assassinatos. Será esta uma abordagem semelhante ao clássico Romeu e Julieta, mas com menos amor e mais sangue? Isto não é surpreendente, considerando que o diretor do episódio Criminal Minds é ninguém menos que Matthew Gray Gubler (Dr. Spencer Reid).

Em uma outra entrevista com o GuideTV, Gubler revelou que ele já dirigiu um grande número de episódios de Criminal Minds, com a maioria deles sendo os mais estranhos de toda a série. “A maioria dos episódios de Criminal Minds estão na Terra (ou seja, são “pé no chão”, possíveis). Os meus são geralmente de Júpiter. Este é de Marte”, disse Gubler , referindo-se ao episódio “The Gatekeeper” do início desta temporada .

 

Quem poderia esquecer de “Heathridge Manor”, onde um irmão matou mulheres que ele havia pintado em quadros porque achava que eram bruxas disfarçadas ? Ou a maneira, aparentemente ritualística, mas muito distorcido, que o suspeito tinha transformado as suas vítimas (pista: eles se tornaram bonecos vivos em um teatro) em “The Lesson”? Isso é apenas uma amostra da direção de Gubler, e parece que “Blood Relations” não vai ser diferente. Isso é “precisa-ver”.

 

Agente David Rossi recebe o Lifetime Achievement Award

 

Joe Mantegna, que interpreta o agente David Rossi em Criminal Minds , acaba receber o Lifetime Achievement Award da Hollywood Chamber of Commerce (Câmara de Comércio de Hollywood). “Às vezes os anos passam por e então você pisca e a próxima coisa que você percebe é que esteve neste negócio há mais de 40 anos e foi o que aconteceu comigo”, disse Mantegna, em entrevista à Variety.

 Os papéis de Mantegna no showbusiness mostram o quão flexível pode ser seu personagem. Por um lado, ele está interpretando o papel do agente do FBI David Rossi nas últimas sete temporadas (as primeira e segunda temporadas eram com Mandy Patinkin) e, aparentemente, a série está entrando em sua 10ª ano que vem. Mas, ao mesmo tempo, o relatório (do prêmio que ele recebeu) observa que ele tem sido a voz do mafioso Fat Tony em Os Simpsons por 23 anos. É como fazer o papel de Polícia e Ladrão e ele conseguiu interpretar os dois lados. E não é limitado séries de TV. Mantegna teve sua parte do teatro onde sua carreira começou. No entanto, dado que Criminal Minds teve um grande de sucesso nos últimos anos, ele mal tem tempo para se dedicar ao teatro, embora ele tenta se dedicar para outros projetos fora de Criminal Minds.

 

Matéria: GuideTV

Tradução e Revisão: Cla

Arte na foto: Cla

Entrevista exclusiva com J.R. Richards e Jason Koiter

Para aqueles que tiverem a chance de assistir o novo EP 9×11 “Bully”, tome nota da música que toca durante os momentos finais do episódio. É uma faixa chamada “Precious stone” (pedra preciosa), escrita por JR Richards e Jason Koiter. Sentamos com JR e Jason para falar sobre seu processo de composição e como a música veio a ser incluída em um episódio de Criminal Minds. Primeiro, um pouco sobre eles. JR Richards é um cantor e compositor que ganhou fama no final dos anos 90 como vocalista da banda Dishwalla, conhecido por seu hit # 1 “Counting Blue Cars”. Nos últimos cinco anos, JR lançou um álbum solo e começou uma empresa de produção e gestão artística com sua esposa. Como JR, Jason também é um músico de longa data que passou vários anos em uma banda e está agora a trabalhando de forma independente em sua música. Jason está atualmente trabalhando como Coordenador de Pós-Produção em Criminal Minds. A Equipe de CM_SetReport sentou-se com JR e Jason esta semana.

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CM: Você pode falar um pouco sobre quando você começou na música e por que você entrou nesse ramo?

Jason Koiter (JK ): Eu tenho tocado música durante toda a  minha vida. Eu comecei com o piano quando eu tinha seis anos de idade, comecei a ter aulas e estudar piano aos oito ou nove anos. Ao longo do caminho, eu peguei uns instrumentos, o maior foi a bateria quando eu tinha uns 12 anos e depois guitarra quando eu tinha uns 14 anos . Eu sempre quis tocar em uma banda e eu sempre quis fazer rock and roll. Eu fiz o meu melhor para que isso acontecesse. Então eu comecei uma banda quando eu tinha 17 anos e fiquei com essa banda por cerca de nove anos, uma banda chamada Martyrs and Poets, e acabamos aqui (Los Angeles). Nós tínhamos um acordo e nos mudamos para fora e depois da banda se desfazer, eu passei a fazer shows por contrato em eventos. Um cara aqui chamado Barry Squire que faz um esforço para reunir bandas na indústria e eu consegui trabalho por intermédio dele. Eu fiz isso por pouco tempo com um artista chamado JT Hodges . Em seguida, pouco depois que eu comecei esse show, um amigo em comum meu e de JR , um guitarrista chamado Trace Ritter, contactou-me porque JR tinha falado com ele sobre a formação de uma banda juntos para o projeto solo de JR. Eles me chamaram e eu me uni a eles e foi assim. Fizemos isso durante uns dois anos . A banda eventualmente terminou, mas JR e eu ficamos em contato e…

J.R. Richards (J.R.): Nós temos trabalhado em algumas coisas juntos.

JK: Sim, nós escrevemos algumas coisas uns anos atrás e ficamos em contato. Claro, eu tinha um monte de filhos, a vida ficou louca, mas ficamos em contato e decidimos, novamente,começar a escrever juntos. Estamos trabalhando em algumas coisas e eu acho que isso nos traz até hoje. Essa á mais ou menos a minha história, eu acho, desde o início até agora.

J.R.: Eu era o vocalista/compositor de uma banda chamada Dishwalla, que foi uma grande banda nos anos 90 e início dos anos 2000. Eu lancei meu primeiro disco solo em 2009, após a banda se separar, e eu estava procurando um tecladista e através de um amigo em comum nosso, foi como eu conheci Jason. Então, Jason viajou comigo em turnê por alguns anos, trabalhou com isso, e uma vez que o ciclo álbum acabou mantivemos contato. Então, nós escrevemos um pouco junto ao longo do tempo, quando temos tempo, nós dois somos muito ocupados. Então, mais recentemente, escrevemos algo e a canção chamada “Precious Stone” acabou por funcionar muito bem para este episódio de Criminal Minds. Ela funcionou perfeitamente. E assim, aqui estamos.

CM: E há quanto tempo você vem fazendo música? A sua vida toda também?

J.R.: Toda a minha vida. Família Musical. Estudei piano. Estudei ópera por um tempo. Eu estou em uma banda desde que eu tinha nove anos. Eu assinei com a gravadora A & M em 1993.

JK: Caramba! São quase 20 anos!

J.R.: Um longo período de tempo. Então, eu sempre estive com grandes gravadoras. Eu não tive um emprego de verdade, desde então, realmente. Agora, eu continuo fazendo música, mas também tenho uma produtora com a minha esposa, Min, chamado Reid Richards Productions. Fazemos desenvolvimento do artista, mas eu também estou produzindo albuns agora. Acabamos de produzir alguns albuns e agora é realmente interessante estar do outro lado. Produzimos os artistas também. Mesmo fazendo tudo isso, eu ainda gosto muito de escrever. Escrever é realmente o que há de melhor. É divertido ser capaz de ligar para Jason e dizer: “Ei, cara, você tem algum tempo livre?” É estranho, na verdade, sentar  em uma sala juntos. Na verdade, esta última música que escrevemos foi por meio de conversas telefônicas e envio de sessões através da internet um para o outro. Eu abro as mensagens e é como: “Jesus, você tem estado ocupado, Jason.”

JK: Eu também.

JR: Foi uma colaboração interessante trabalhar em uma música e foi a única maneira de conseguirmos escrever juntos porque vivemos algumas horas de distância. Além disso, nossas vidas são muito ocupadas com família e tudo mais. Então, foi como, “Hey, nós ainda podemos fazer isso” e fazer coisas legais.

JK: Isso foi realmente a primeira vez em que nos encontramos cara a cara desde que começamos esta última rodada de composição. Nós temos nos falado e trocado mensagens por alguns meses e até agora não nos vimos durante esse tempo todo. É meio doido!

J.R.: Conversando quase todos os dias, ao ir trabalhando no material.

CM: Como interferiu no processo o fato de vocês não estarem cara a cara?

J.R.: Bem, eu esqueço o quanto ele é alto.

JK: É um pouco mais desafiador. A única coisa que eu tenho notado, nós realmente falamos brevemente sobre isso nos últimos dias, isso tudo faz com que as coisas sejam um pouco mais complicadas, porque se você estiver em uma sessão juntos e você está em um estúdio de gravação em conjunto, ao mesmo tempo, no mesmo lugar, às vezes há um pouco de sinergia que ajuda, e que nós não tivemos dessa vez. Ainda assim, em geral, foi um processo muito suave.

JR.: Deu realmente muito, muito certo.

JK: Nós não estávamos atirando no escuro. Funcionou muito bem. Mas às vezes você pode ter um pouco de emoção de ir a um estúdio do qual estava ausente este tempo só porque ele era , “Ok, eu vou trabalhar, envie pra cá, checa isso pra mim, reuna seus pensamentos, trabalhe . ”

J.R.: É fácil pegar a estrada sozinho, às 4 da manhã, mas o outro cara pensa: “Você sabe, eu provavelmente teria lhe parado cerca de 10 minutos para isso.” Portanto, há um monte de monitoramentos que fazemos um com o outro, se estamos na mesma sala. É um pouco mais lento. Fui por alguns caminhos que Jason provavelmente teria me impedido de seguir. ”

JK: Da mesma forma, também.

J.R.: Mas isso é bom. Enviamos muito um para o outro porque não temos realmente certeza, pois não estávamos na sala juntos. “Eu fiz isso, mas eu tenho essas sete variações diferentes porque você pôde gostar mais de algumas delas.” Então leva um pouco mais de tempo, mas ainda funciona. Se você considerar dirigir menos indo e voltando, provavelmente toma menos tempo.

JK: Ele foi notavelmente tranquilo em todas as etapas, foi ótimo. A tecnologia definitivamente ajudou. Transferências de arquivos e tudo mais. Eu estava tão preocupado em não ser capaz de abrir uma sessão ou a existência de erros ou falhas ou qualquer outra coisa, mas nada disso aconteceu.

JR: Jason é ótimo, pois nós dois somos engenheiros ProTools muito radicais, considerando o mais atualizado software para gravação de áudio e mixagem, por isso não há confusões. “Porque eu tentei fazer isso com outras pessoas e você não acreditaria no que já aconteceu. Como, “Eu não consigo abrir isso de jeito nenhum.” Um pouco de interferência ali. Mas, do ponto de vista técnico, nós fomos capazes de resolver, o que é legal. Você [Jason] é uma das poucas pessoas que eu sei que posso fazer tudo isso.

JK: Oh, legal!

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CM: Em relação à TV e colocar músicas na TV, eu vi que você [JR] teve algumas outras canções em outros shows também. Como é o processo de fazer isso acontecer? Quem você chamaria se alguém quisesse fazer isso?

JK: É, provavelmente, muito mais diferente para você do que para mim.

JR : É diferente , porque você vê muito vindo da outra parte, em termos de você decidir sobre quais músicas você vai usar. E é difícil, porque se você não está escrevendo uma música especialmente para aquela cena , às vezes é uma merda! Você tenta e diz: ” Ei, isso vai servir para alguma coisa”, e você espera que sirva. Eu fiz as duas coisas. Houve canções que eu escrevi especificamente para a cena, mas , neste caso, já estávamos escrevendo uma música , por isso meio que já íamos por esse caminho e você espera que sirva para o show, mas você simplesmente não sabe . Às vezes você pode escrever em uma determinada vibração. Certas canções funcionam melhor para a TV ou para o cinema do que outras. E o material que é um pouco mais despojado, como o início da música, é muito despojado. É apenas guitarra acústica e vocal, esse material é realmente propício para estar na TV, especialmente em montagens porque você não está exagerando, a menos que você queira mais rock ou o que seja. “Porque é mais sobre o vocal e uma vibe e você quer ser capaz de ouvir o que a pessoa está dizendo ou cantando, porque está combinando com o que está acontecendo emocionalmente com um dos personagens. Por outro lado, às vezes você escreve uma música e há um supervisor de trilha sonora que diz: ” Oh, eu amo essa música, eu já ouvi. Isso funcionaria perfeito nessa cena, porque há uma sinergia lá. ”

JK: Eu realmente, ao longo dos anos, tive bastante sucesso com o licenciamento musical. Foi uma das poucas coisas em que minha antiga banda realmente era boa ou tinha muita sorte. É engraçado como isso acontece. Tivemos editores que conhecemos em um show. Acho que foi em Kyle XY, que foi um show da ABC, e nosso baixista era amigo de um dos editores que gostavam da nossa música e quando fizemos edição juntos, jogamos uma de nossas músicas lá no meio das outras e, claro, quando os produtores ouviram, o escritor e diretor ficaram como, ” Oh , isso é ótimo , vamos manter isso!” Então essa é uma maneira de se fazer isso, ou é um caminho que tem sido feito, devo dizer . Nós também contratados com empresas de licenciamento de música. Na verdade, trabalhamos com uma grande empresa chamada June Street com a minha antiga banda mais de 10 anos atrás, e eles eram estritamente uma empresa de licenciamento. Eles tinham um catálogo extenso e um monte de contatos para supervisores de música, etc. Eles realmente distribuem CDs de mix e você terá suas músicas jogadas nessa mistura. As pessoas vão dizer: “Queremos uma canção de rock mid-tempo” eles vão montar uma compilação e enviá-la para supervisores de música ou a um produtor.

JR: Eles vão dizer: “Queremos um vocal feminino, faixa acústica, na qual mencionem a palavra rosquinha (donut),” então eles enviam um par de coisas.

JK: Ou: “Queremos uma música que é sobre a morte ou uma música que é sobre perda ou uma música que é sobre a felicidade.” Há todos os milhões de parâmetros que saem no mix. Então, isso é uma outra maneira que nós temos de chamar um pouco de atenção, ou foi assim no passado com vários projetos.

JR : É interessante porque não há muitas de maneiras nos dias de hoje de aparecer e se divulgar como um artista. Desde que rádio não existe mais, há muita concorrência. Conseguir coisas na TV ou em um filme é um grande negócio. É uma grande ferramenta de marketing. É um bom caminho a percorrer. Lembra-se do filme American Pie ? Eu estava na Interscope, que é um subgrupo de Universal e Universal possuía tudo e foi um filme da Universal, mas era um daqueles filmes onde foi alguém fazendo um favor a alguém gastando alguns dólares para fazer alguma coisa, e eles realmente não levaram esse filme a sério. E eles estavam tentando obter o licenciamento para o filme e procurando todos os maiores artistas daquele momento e todas essas pessoas estavam pedindo muito dinheiro e eles não tinham o orçamento e disseram: “Ei, você estaria interessado em entrar? Estamos fazendo uma análise deste filme e ele é só um filme qualquer. Veja se você gosta e, se você estiver interessado, talvez escreva uma canção para ele. Este é o orçamento.” Não era muito dinheiro e, então, fomos lá e vi o filme e é meio estranho porque você está assistindo o filme e, obviamente, era para ter alguma música, mas ela não está lá. Mas eu me lembro de sair da exibição: ” Gawd , esse foi um filme muito estúpido”, mas eu ri pra caramba o tempo todo. Foi brilhante. E assim voltamos e escrevemos uma canção para ele e no dia seguinte a apresentamos e eles disseram : “Ótimo, adoro!” E colocaram no filme. E a próxima coisa de que nos lembramos, é um disco de ouro. Foi um grande filme, e por isso, foi um sucesso enorme.

JK: A trilha sonora foi muito bem.

JR: E da próxima vez, a Universal reconheceu que este era um jeito legal de se atuar e se fizéssemos um outro filme queremos os nossos próprios artistas na Universal, e não qualquer dos nossos subgrupos. Mesmo que fosse uma trilha sonora bem sucedida, eles não deixariam nenhuma  banda fazê-lo a menos que fossem Universal. Era tudo muito político. Enfim, era uma coisa de marketing excelente e tivemos uma grande oportunidade. Isso foi legal.

Capa do single "Precious stone", canção incluída na trilha sonora do episódio 09x11 - Bully.

Capa do single “Precious stone”, canção incluída na trilha sonora do episódio 09×11 – Bully.

CM: Em relação à essa música, “Precious Stone,” como é que isso surgiu? Qual foi a idéia por trás dela?

JR: De um ponto de vista lírico, imaginei estar em momentos com pessoas que você gosta e tentar manter o foco no que é importante. Eu sei, cresci em uma família disfuncional, como todo mundo, tenho certeza, onde as pessoas não necessariamente se dão bem ou se  olham olho no olho e você pode passar a vida inteira virando as costas para o outro e não conseguir deixar para trás coisas estúpidas com que ficou chateado no passado. Reunidos. Percebendo o que é realmente, realmente importante e precioso.

JK: Então, obviamente, quando o roteiro do Ep. 9×11 [“Bully”] saiu, havia essa coisa toda com a Blake e seu pai e seu irmão e eu era como, uma lâmpada.

J. R.: Isso poderia funcionar para isso.

JK: Eu liguei para JR e eu estava tipo, “Ei, cara, isso é uma louca coincidência. Vamos explorar isso um pouco mais. “Ele leu o script …

JR.: Jason é tão educado. “Tudo bem, se eu talvez levar isso até os roteiristas e o diretor e mostrar-lhes que temos uma canção que poderia realmente se encaixar bem nisso?” Eu fiquei meio como [brincando], “Éhh…”

J.K: [brincadeira] “… eu retorno para você.” Exatamente.

J.R: Jason é o músico mais legal que eu já conheci, por sinal. Você é como a pessoa mais agradável para se estar perto.

J.K: Ah, continue. Obrigado!

J.R: Alguns outros caras eu quero jogar para fora da janela do ônibus de turnê.

JK: Oh, sim. Eu tive alguns companheiros de banda com que me senti da mesma maneira, mas eu nunca faria isso porque eu sou muito bonzinho.

J. R.: Em silêncio pensando sobre, planejando.

JK: É. Oh, oops, apenas alongamento. Ah, não. Sim, então isso é “tipo” como tudo meio que se encaixou.

J.R.: Isso é como o show é realmente, no entanto. Porque foi a vida real que nos levou até lá. Isso não é engraçado? É por isso que tudo funciona.

JK: Exatamente. Isso é, definitivamente, verdade.

CM: Então, o episódio em que a sua música “Precious Stone” está vai ao ar quarta-feira. E ele vai estar disponível para download esta semana?

J. R.: Sim. Saiu agora. Você também pode pesquisar por Jason Koiter ou JR Richards, você vai ver aparecer lá. É “Precious Stone,” JR Richards com Jason Koiter.

CM: Disponível no iTunes?

J.R: Disponível no iTunes em 72 países hoje mesmo.

Muito obrigado pessoal por terem vindo e conversado com a gente. Assista ao show hoje à noite para ouvir a canção, “Precious Stone.” Você também pode fazer o download no iTunes aqui:

https://itunes.apple.com/us/album/precious-stone-cm-version/id777719271

Siga J.R. and Jason on Twitter:

@JRRICHARDS

@JKoiterMusic

Para saber mais sobre novos projeots de J.R. check o website:

http://www.reid-richards.com/

Fonte: CM_SET REPORT

Tradução: Dayana Alves Coelho 

Thomas Gibson fala sobre Criminal Minds e Direção.

O drama criminal de sucesso da CBS, Criminal Minds, está agora em sua nona temporada e Thomas Gibson, ator que interpreta o agente especial Aaron “Hotch” Hotchner, está lá desde o início. O show alcança outro marco no próximo ano com seu episódio 200, que está previsto para ir ao ar em 5 de Fevereiro de 2014.

Conversamos com a estrela – que passa metade de seu tempo trabalhando em LA e a outra metade com a sua família no Texas – para obter uma “colher de chá” sobre o que esperar da próxima temporada, ouvir sobre o seu trabalho como diretor, e muito mais.

Ator Thomas Gibson fala sobre a nona temporada de Criminal Minds, episódio 200, e muito mais.

Ator Thomas Gibson fala sobre a nona temporada de Criminal Minds, episódio 200, e muito mais.

O que está acontecendo nesta temporada em Criminal Minds?

THOMAS GIBSON: Ah você sabe, assassinato e mutilação. Estamos, na verdade, filmando episódio 200 agora e temos muitos dos velhos amigos de volta, o que é muito bom. Temos Paget Brewster e Jayne Atkinson de volta. Já tem sido uma temporada agitada, apesar de que estamos apenas em sua metade. Estou prestes a dirigir em algumas semanas, então, estou me preparando para isso.

Como é a sensação de estar se aproximando do episódio 200?

TG: É incrível. Geralmente não se tem a oportunidade de passar o tempo que passamos [juntos], e também não se tem a oportunidade de interpretar um personagem por tanto tempo, em qualquer outro formato, além da televisão. Ser capaz de, literalmente, estar na pele de um personagem por todo esse tempo é uma grande oportunidade.

A temporada deu seu pontapé inicial com a aparição do personagem de sua falecida esposa. Como foi trabalhar com Meredith Monroe novamente?

TG: Foi fantástico. Quando Virgil Williams – o escritor que criou esse episódio – veio e meio que sugeriu a ideia, eu pensei que era realmente uma excelente forma de reviver e misturar tudo um pouco. Não era só ter a chance de ter Meredith, mas também tendo Tommy [C. Thomas Howell (George Foyet/The Reaper)], literalmente, no meio de tudo.

Meredith Monroe e Thomas Gibson, no episódio Route 66.

Meredith Monroe e Thomas Gibson, no episódio Route 66.

Você mencionou a direção de alguns episódios. Diga-nos como é trabalhar em ambos os lados da câmara.

TG: É ótimo. Eu realmente gostei. Eu tenho aguardado ansiosamente para fazê-lo há muito tempo, mas como eu viajo constantemente e vivo parte do meu tempo fora da cidade, tem sido difícil de encontrar uma brecha. No ano passado, fomos capazes de encontrar um tempo e preparei o episódio para filmar antes do Natal e, em seguida, começar a filmar logo após nossas férias de final de ano. Vou fazer basicamente a mesma coisa este ano.

Qual é o seu principal objetivo enquanto diretor?

TG: Em determinadas circunstâncias, você sabe como é, os atores dirigindo a série de televisão em que atuam pode ser um pouco de ego apenas, mas eu sou um estudante. Estou lá para aprender com todos os especialistas em torno de mim e não há falta deles em toda a nossa equipe. Eu tive um fantástico treinador/preparador no ano passado, Glenn Kershaw, que é um dos nossos diretores/produtores, e ele diz que sua parte favorita é a preparação. Certamente, se você preparar bem, o resto é apenas a execução. Estou muito interessado em fazer boas escolhas como diretor e, sem dúvida, estou muito empolgado com a oportunidade de fazê-lo com este material. Estou ansioso para isso.

Como você cresceu pessoalmente, ao longo dos anos, no show?

TG: Eu apenas tenho envelhecido, só isso… Certamente, eu aprendi como ator; tal como eu aprendi como um diretor. Há uma certa quantidade de experiência que posso levar para o meu trabalho que eu não tinha antes, [que é] uma consequência direta de ter trabalhado com todas essas ótimas pessoas que trabalhei nesse show. E eu vou ser capaz de levar isso adiante para meu próximo trabalho, também.

Fonte: Los Angeles Confidential

Tradução: Dayana Alves Coelho

Trabalho de fotógrafo local estará na TV, em Criminal Minds.

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BROADVIEW HEIGHTS, Ohio – Fãs de “Criminal Minds”, uma série de TV que mostra uma equipe de profilers do FBI, terão o prazer em saber que o enredo de um próximo episódio será centrado em Cleveland.  E Dale Kincaid, um residente de Broadview Heights e dono de algumas fotografias de registro histórico, contribuiu com duas fotografias do horizonte da cidade para a gravação da série.

Fotografias de Dale Kincaid, residente de Broadview Heights, serão apresentadas em um próximo episódio de "Criminal Minds". (Cortesia de Dale Kincaid).

Fotografias de Dale Kincaid, residente de Broadview Heights, serão apresentadas em um próximo episódio de “Criminal Minds”. (Cortesia de Dale Kincaid).

Um pagina de hospedagem para os fotógrafos, fineartamerica.com, na qual Kincaid tem inúmeras galerias de seu trabalho, entrou em contato com ele no final de novembro sobre a compra de fotos para usar na série. O website tem uma parceria com a ABC Studios – que produz o programa (Criminal Minds) para CBS – e Disney. É um site de acesso direto não só para uso comercial, mas também para colecionadores de arte e público em geral.

Kincaid tem trabalhado como fotógrafo profissional há 13 anos, fotografando casamentos, retratos e eventos. Sua verdadeira paixão, no entanto, é clicar a natureza e cenas ao ar livre. Ele compartilha sua experiência com moradores de Cleveland em oficinas de arte e apresentações.

“É uma verdadeira honra (o seriado ) encontrar as minhas fotos e selecioná-las para usar no episódio”, diz Kincaid. Ele não tomou conhecimento de como as fotos vão especificamente ser usadas, mas sente que serão algum tipo de adereços de cena, talvez como fotos em uma parede ou mesa, e espero que em mais de uma cena.

A data de exibição programada do episódio de “Criminal Minds” é 22 de janeiro, na CBS.

O fotógrafo Dale Kincaid.

O fotógrafo Dale Kincaid.

Fonte: cleveland.com

Tradução: Dayana Alves Coelho

Real Life Serial Killers – Jeffrey Dahmer

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Jeffrey Dahmer e seus pais

Jeffrey Dahmer nasceu em 1960, em Milwaukee, cidade dos EUA. Segundo seu pai, Lionel, sua gravidez foi desejada e seu nascimento, festejado. Ele lembra-se do dia em que, Jeffrey já criança, cuidaram de um pássaro machucado e o viram voar, já curado. “Os olhos de Jeff estavam bem abertos e brilhavam. Talvez foi o momento mais simples e feliz da vida dele.”, falou seu pai, anos depois.

Sua família se mudou para Ohio quando tinha ele 6 anos. A mãe engravidou novamente. Nesta época, Jeff teve um transtorno chamado “ansiedade de separação” – necessidade de estar sempre próximo aos familiares.

 

Aos 8 anos, supostamente foi abusado por um vizinho, mas esta história nunca foi confirmada.

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Experiências com animais mortos

Por volta dos 10 anos, Jeffrey Dahmer já fazia “experiências” com animais mortos. Descorava ossos de galinhas utilizando ácidos. Pregou os restos de um cachorro a uma árvore, colocando sua cabeça em uma estaca. Não há certeza se torturava ou matava bichos ou se, como ele dizia ao pai, os achava mortos na estrada e recolhia-os.

Apesar disto, foi uma criança relativamente “normal”, segundo seu pai, até a adolescência, quando começou a ficar realmente introvertido, isolado. Ocasionalmente Jeffrey Dahmer levava bebidas para a escola.

O primeiro homicídio

Quando Jeffrey Dahmer tinha 18 anos, seus pais se separaram. Foi nesta idade o seu primeiro homicídio. Dahmer pegou um caronista, levou para sua casa, conversaram, beberam, possivelmente transaram. Quando ele quis ir embora, Dahmer acertou sua cabeça com um halteres, depois o estrangulou (“Eu não sabia mais como mantê-lo comigo.”, disse Dahmer depois), desmembrou seu corpo (e sentiu-se novamente excitado) e o enterrou no quintal.

Uma vida complicada

Dahmer se inscreveu então para um serviço de seis anos no Exército – na verdade, por causa dos problemas com a bebida, o pai de Dahmer deu-lhe duas opções: trabalhar ou ir para o Exército, já que na faculdade ele não conseguia se manter; Dahmer disse que não queria trabalhar, então seu pai o levou para o Exército.

Jeffrey Dahmer só ficou dois anos nas Forças Armadas, tendo sido dispensado por uso intenso de álcool. Passou grande parte deste período do Exército na Alemanha. A polícia alemã fez uma grande investigação, posteriormente, e aparentemente Dahmer não matou ninguém lá. Ao voltar, supostamente desenterrou a primeira vítima, para ver o estado em que se encontrava.

Em 1982, com 22 anos, mudou-se para a casa da avó, no Wisconsin. Neste ano teve um problema policial por atos obscenos em público (masturbação).

Jeffrey Dahmer volta a matar

Em setembro de 1987, tendo aí seus 27 anos, Jeffrey Dahmer começou a matar efetivamente, em Milwaukee. O primeiro, desta nova fase, foi assassinado em um quarto de hotel. Jeffrey diria depois que não se lembrava como o matou. Haviam bebido muito e quando Jeffrey acordou ele estava morto, com sangue na boca. Levou o corpo para casa, fez sexo com o cadáver, masturbou-se sobre ele, o desmembrou.

A segunda morte foi alguns meses depois, a vítima foi um jovem de 14 anos. Jeffrey Dahmer havia efetivamente se transformado em um serial killer

Sua avó estava achando seu comportamento estranho, naqueles tempos, e o expulsou. Jeffrey trabalhava, na época, em uma fábrica de chocolate. Chegou a ser levado a julgamento por molestar um menor. O garoto era do Laos, da família Sinthasomphone. A acusação pediu uma pena grande, alegando que por baixo da superfície de calma daquele homem havia alguém bastante perigoso. Psicólogos que o avaliaram recomendaram hospitalização e tratamento, pois era manipulador e evasivo. A própria defesa argumentou que tratamento seria melhor que prisão, mas que Jeffrey Dahmer ainda tinha condições de ficar em liberdade. Dahmer colocou a culpa de seu ato no álcool e disse que foi um momento de “idiotice”, pediu perdão e disse que isto não ocorreria novamente. Foi condenado ao regime semi-aberto por um ano, devendo ficar 5 anos sob condicional.

Jeffrey Dahmer foi liberado da pena em dez meses, apesar de uma carta do seu pai pedindo que fosse solto apenas após receber tratamento.

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Vítimas: jovens, homossexuais, negros

Mesmo após os problemas judiciais, Jeffrey Dahmer continuou a matar. Suas vítimas eram todos homens, geralmente negros, alguns asiáticos, que conhecia em bares gays e atraía para sua casa, às vezes chamando para beber ou pagando-os para posarem para fotos. A vítima mais velha foi um homem de 31 anos.

Em sua casa, Dahmer os sedava com remédios na bebida. Antes e depois do homicídio, abusava deles sexualmente. Antes e depois, fotografava tudo. Depois de mortos, desmembrava os corpos, guardava partes deles. O primeiro crânio que guardou pintou-o de cinza, para parecer um modelo de estudo anatômico.

Teve, posteriormente, a ideia de tentar fazer “zumbis”, injetando ácidos em buracos feitos nas cabeças das vítimas, ainda vivas, para que ficassem apenas semi-conscientes e tornassem-se escravos seus. Obviamente, o experimento fracassou.

Além disto, houve canibalismo: fritava partes dos corpos e comia – embora Dahmer negasse que isto fosse uma prática comum.

Em maio de 91, quase foi pego. Um jovem de 14 anos, chamado Konerak, escapou do apartamento de Jeffrey – nu, sangrando, mas um pouco sedado. Duas mulheres o viram, na rua, e chamaram assistência. Dahmer apareceu antes da polícia, e as mulheres viram o jovem tentando resistir ao assédio de Jeffrey, embora sem condições de falar muita coisa. Elas tentaram dizer isto aos policiais, quando estes chegaram.

Mas Jeffrey Dahmer disse à polícia que o garoto era maior de idade e que eram amantes, e a história ficou por isto mesmo. O jovem não falava inglês e a polícia acompanhou Dahmer enquanto este levava o jovem de volta para o apartamento. Na cama de Dahmer estava o corpo de um outro homem, morto há três dias. Mas a polícia, no apartamento, só viu fotos de Konerak vestindo um biquíni preto.

Quando os policiais foram embora, Dahmer não se preocupou: voltou às suas “brincadeiras” com Konerak, e o matou.

Coincidência: mata irmão de vítima anterior

Dias depois, a mãe de uma dessas duas garotas que viram a cena na rua ligou para a polícia, dizendo que, ao ver notícias sobre um garoto do Laos desaparecido, suas filhas o identificaram como sendo o rapaz nu daquela noite. A polícia, entretanto, não foi atrás de mais informações. O sobrenome do garoto era Sinthasomphone – por coincidência, era irmão daquele outro que Dahmer havia molestado tempos antes.

De maio a julho daquele ano, a média foi de cerca de uma vítima por semana. Até que em julho outro homem escapou, com algemas presas a um punho. Desta vez, a polícia chegou ao apartamento de Dahmer, que abriu a porta calmamente. Disse que iria ao quarto pegar a chave da algema. A vítima disse aos policiais que ele tinha uma faca, no quarto. O policial foi atrás de Dahmer.

Corpos na geladeira

A casa tinha um cheiro estranho… O que o policial viu, primeiramente, foram fotos de corpos desmembrados. Depois, foi encontrando os próprios corpos das vítimas. Foi dada voz de prisão a Dahmer, que tentou lutar e foi dominado.

Um policial abriu a geladeira e gritou para o outro: “Tem uma porra de uma cabeça aqui!”. No total, haviam restos de 11 vítimas na casa, dissecados e depositados em tonéis e na geladeira. Cabeças, pênis etc. Em seu quarto, cabeças humanas, em um aparente princípio de ritual de satanismo.

Um peixe, bem cuidado, nadava no aquário.

Supõe-se que foram 17 as vítimas de Jeffrey Dahmer, em toda a sua vida.

Fantasias, troféus, canibalismo

Dahmer contou que suas fantasias de matar homens e fazer sexo com seus cadáveres começaram aos 14 anos.

Disse ainda que ficava “fascinado” com as vísceras dos homens mortos, que a manipulação dos corpos o excitava muito.

Fora as partes que guardava como “troféus”, precisava fazer sumir o resto do corpo. Com ácidos, tentava dissolvê-los, e jogar pelo vaso sanitário.

O canibalismo foi assim explicado: comendo partes das vítimas, elas poderiam ainda viver, incorporadas no seu organismo, que as absorveria. Ao comer, tinha ereções.

Os rituais “satânicos” eram para obter poderes econômicos e sociais.

O julgamento do serial killer Jeffrey Dahmer

Seu julgamento ocorreu em 1992, e Dahmer ficava em uma cabine à prova de balas. Cães farejadores rastreavam bombas.

Quando começou o julgamento, Dahmer resolveu dizer-se culpado, mas insano. “É difícil, para mim, acreditar que um ser humano possa ter feito o que eu fiz, mas eu sei que fiz.”

A via da insanidade fracassou. O advogado de defesa disse, citando todos os desvios de comportamento de Dahmer, que ele era “um trem nos trilhos da loucura”. A acusação rebateu: “Ele não era o trem, era o maquinista!”. Foi condenado a 15 prisões perpétuas (que, com bom comportamento, poderiam ser transformadas em 957 anos de prisão…).

Dahmer declarou, ao final do julgamento: “Agora está terminado. Em nenhum momento estive aqui para querer permanecer livre. Francamente, eu queria a morte para mim mesmo.”

“Não odiei ninguém. Eu sabia que era doente, ou diabólico, ou ambos. Agora acredito que era doente. Os médicos me explicaram sobre minha doença e agora tenho alguma paz… Eu sei quanto mal eu causei… Graças a Deus não haverá mais nenhum mal que eu possa fazer. Eu acredito que somente o Senhor Jesus Cristo pode me salvar de meus pecados… Não estou pedindo nenhuma consideração.”

Dahmer é assassinado

Jeffrey Dahmer teve um bom comportamento na prisão. Converteu-se ao cristianismo. Em novembro de 1994, um preso psicótico, ironicamente negro, agrediu Dahmer (com uma barra de ferro, em sua cabeça; e um cabo de esfregão foi enfiado em seu olho) e um outro prisioneiro, e os dois faleceram.

Seu pai quis doar seu cérebro para a Medicina. A mãe e o juiz foram contra. Tempos depois, o pai escreveu um livro sobre a história de Dahmer (e foi acusado, por muitos, de oportunismo). Nele, disse: “Havia algo que faltava em Jeff… Chamamos isso de uma ‘consciência’… que morreu ou mesmo que nunca nasceu.”

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Dahmer em Criminal Minds

Dahmer tem sido mencionado várias vezes em Criminal Minds. O assassino copycat Daniel Dryden copiou um de seus assassinatos, escolhendo um homem em um bar gay, estrangulando-o até a morte e colocando o corpo em um barril de plástico azul, a localização do apartamento abandonado onde o barril estava a esquerda (25th Street, em bloco 213) também coincidiu com o local de residência de Dahmer (North 25th Street, Apartamento 213). Dahmer também foi usado em Fear and Loathing como um exemplo de quão encantadores os  assassinos em série podem ser, com um flashback que acompanha a referência. O detetive de Milwaukee, Vic Wolynski de Em In Name and Blood também trabalhou no caso Dahmer, e, em um ponto, revelao seu desagrado da fascinação mórbida das pessoas com o assunto, e afirma ter visto pessoalmente os horrores no apartamento de Dahmer. In Remembrance of Things Past, Rossi cita o fato de Dahmer não consumir todas as suas vítimas como um exemplo de casos em que um serial killer desvia de sua assinatura original. Em There’s No Place Like Home, Reid descreve que Dahmer estava sob a ilusão de que ele estava usando os cadáveres de suas vítimas para criar jovens ‘zumbis’ do sexo masculinos  que não resistiriam a seus avanços. Em Profile 101, uma foto do Dahmer apareceu em uma montagem de fotos de criminosos da vida real mostradas pelo BAU a uma classe de Criminologia.

 

Michelle Ferreira Sanches

Especial Real Life Serial Killers – 11 de Setembro de 2001, o dia em que o mundo parou

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O 11 de Setembro de 2001 começou como um dia normal em New York City. Milhares de pessoas saíram de suas casas como normalmente o faziam, para ir trabalhar, estudar, viver. Mas infelizmente muitas delas – muitas, muito mais do que gostaríamos de imaginar – jamais voltariam para casa.

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Naquela fatídica terça-feira, uma organização terrorista conhecida como Al-Qaeda sequestrou 4 aviões e os transformou em bombas, e os lançou contra alvos previamente estabelecidos. Dois deles atingiram as Torres do World Trade Center – conhecidas como Torres Gêmeas -, um atingiu o Pentágono e o outro somente não acertou seu alvo porque os bravos passageiros lutaram contra os terroristas, e o avião acabou caindo na Pensilvânia, mas acredita-se que seu alvo fosse a Casa Branca.

Muitas pessoas hoje em dia têm opiniões diversas sobre o que aconteceu naquele dia, na segunda vez em que os Estados Unidos foram atacados dentro de seu território nacional – a primeira foi o ataque a Pearl Harbor, por parte do Japão, durante a segunda guerra mundial. Muitas pessoas têm um ponto de vista antiamericano, e chegam a pensar que a América mereceu o que aconteceu, que os Estados Unidos estão sempre em guerra com outros países e pensam que podem mandar no mundo. Minha humilde opinião é que mais de 3 mil vidas foram desperdiçadas naquele dia. Vidas de americanos e de pessoas de outras 84 nações, como foi posteriormente confirmado.

O ataque por parte da Al Qaeda visava não apenas chocar e inspirar o medo, mas também afetar economicamente os Estados Unidos. Em ambos os casos foram bem sucedidos.

No episódio 20 da terceira temporada de Criminal Minds, Mayhem, o Agente Hotchner explica como funciona a dinâmica de um ataque terrorista. A primeira onda visa o público em geral, e a segunda os socorristas. O ataque às Torres Gêmeas mostra isso muito bem.  O primeiro avião acertou a torre norte do WTC às 8:46 da manhã, e o segundo acertou a torre sul às 09:03. Muitos bombeiros, socorristas e voluntários morreram ao tentar salvar vidas de pessoas que nunca antes tinham visto.

Você pode se perguntar, o que passa na cabeça de um terrorista que se suicida e que mata muitas pessoas com ele. Não parece algo que eu ou você faríamos, né? Recomendo neste caso que assistam ao episódio 10 da segunda temporada, Lessons Learned, e observem a dinâmica de conversa entre Gideon e o prisioneiro fantasma do Gtmo.

Este especial se dedica a falar sobre psicopatas e serial killers da vida real, mas sinto que hoje devemos uma homenagem especial aos homens, mulheres e crianças que perderam suas vidas neste ataque cruel e gratuito aos Estados Unidos. Independente de nação, religião, ou qualquer outra opção que nos separe em diferentes grupos ou categorias, somos todos ainda seres humanos, todos temos sangue em nossas veias, sentimos frio, dor, medo… nunca deveríamos infundir a mais ninguém algo que não queremos para nós mesmos.

Este ataque na minha opinião foi sim obra de um psicopata, não um, mas vários. Qualquer pessoa cruel o bastante para planejar a morte de tantas pessoas sem sentir nenhum remorso ou sentimento inerente ao ser humano é sim um psicopata do mais alto grau de periculosidade.

Para quem não viveu ou era novo demais quando o ataque aconteceu, aqui vai um breve resumo do que aconteceu no dia em que eu achei que a terceira guerra mundial iniciaria:

Ataques de 11 de setembro de 2001

Ataques ou atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 (às vezes, referido apenas como 11 de setembro) foram uma série de ataques suicidas contra os Estados Unidos coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaedaem 11 de setembro de 2001. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas da al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos. O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, naPensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.
Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das vítimas era de civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. Além disso, há pelo menos um óbito secundário – uma pessoa foi descartada da contagem por um médico legista, pois teria morrido por doença pulmonar devido à exposição à poeira do colapso do World Trade Center.

Ataques

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No início da manhã de 11 de setembro de 2001, 19 sequestradores assumiram o controle de quatro aviões comerciais (dois Boeing 757 e dois Boeing 767) em rota para a Califórnia(três indo para o LAX, em Los Angeles, e um para São Francisco), após decolar de Boston,Massachusetts; Newark, Nova Jersey e Washington, D.C. Aviões grandes com longos vôos foram intencionalmente escolhidos para o sequestro porque seriam fortemente impulsionados.

Os quatro voos foram:
• Voo 11 da American Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 07:59 com rota para Los Angeles e uma tripulação de 11 membros e outros 76 passageiros, não incluindo os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Norte do World Trade Center às 08:46;
• Voo 175 da United Airlines: deixou o Aeroporto de Boston às 08:14 em rota para Los Angeles com uma tripulação de nove membros e 51 passageiros, sem incluir os cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra a Torre Sul do World Trade Center às 09:03;
• Voo 77 da American Airlines: deixou o Aeroporto Internacional Washington Dulles, na Virgínia, às 08:20 em rota para Los Angeles com uma tripulação de seis membros e outros 53 passageiros, não incluindo cinco sequestradores. Os terroristas colidiram o avião contra o Pentágono às 09:37;
• Voo 93 da United Airlines: deixou o Aeroporto Internacional de Newark às 08:42 em rota para São Francisco, com uma tripulação de sete membros e outros 33 passageiros, não incluindo os quatro sequestradores. Depois que os passageiros se rebelaram, os terroristas derrubaram o avião no chão, perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03.
A cobertura da imprensa foi intensa durante os ataques e suas consequências, a começar momentos após a primeira colisão no World Trade Center.

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Eventos
Às 08:46, o Voo 11 da American Airlines atingiu a Torre Norte do World Trade Center, seguido peloVoo 175 da United Airlines, que atingiu a Torre Sul às 09h03.
Outro grupo de sequestradores do Voo 77 da American Airlines atingiu o Pentágono às 9:37. Um quarto voo, o Voo 93 da United Airlines, caiu em uma área rural perto de Shanksville, na Pensilvânia, às 10:03, depois de os passageiros terem tentado retomar o controle do avião dos sequestradores. Acredita-se que a meta final dos sequestradores seria o Capitólio (sede do Congresso dos Estados Unidos) ou a Casa Branca.
Em setembro de 2002, em uma entrevista realizada para o documentarista Yosri Fouda, um jornalista da Al Jazeera, Khalid Sheikh Mohammed, junto a Ramzi Binalshibh, afirmou que o quarto avião sequestrado estava se dirigindo para o Capitólio dos Estados Unidos e não para a Casa Branca. Eles ainda afirmaram que a al-Qaeda inicialmente tinha planejado fazer com que os aviões sequestrados atingissem instalações nucleares em vez das torres do World Trade Center e o Pentágono, mas foi decidido não atacar as centrais nucleares “por ora” por causa de temores de que os ataques poderiam “sair de controle”.
Durante o sequestro dos aviões, os terroristas usaram armas para esfaquear e matar os pilotos das aeronaves, os comissários de voo e os passageiros. Relatórios feitos com as chamadas telefônicas vindas dos avião indicaram que facas foram usadas pelos sequestradores para ferir atendentes e, em ao menos um caso, um passageiro, durante dois dos sequestros.Alguns passageiros foram capazes de fazer ligações, usando o serviço de telefone da cabine e celulares, e fornecer detalhes, inclusive de que vários dos sequestradores que estavam a bordo de cada avião tinham usado sprays químicos contra a tripulação, como gás lacrimogêneo ou spray, e que algumas pessoas a bordo tinha sido esfaqueadas.
A Comissão do 11 de Setembro estabeleceu que dois dos sequestradores tinham comprado recentemente ferramentas manuais multi-funções da marca Leatherman. Uma aeromoça do voo 11, um passageiro do voo 175 e os passageiros do voo 93 mencionaram que os sequestradores tinham bombas, mas um dos passageiros também mencionou que achava que as bombas eram falsas. Nenhum vestígio de explosivos foram encontrados nos locais dos incidentes e a Comissão do 11/09 concluiu que as bombas eram provavelmente falsas.

No Voo 93 da United Airlines as gravações da caixa preta revelaram que a tripulação e os passageiros tentaram assumir o controle do avião dos sequestradores depois de ficarem sabendo, através de chamadas telefônicas, que outros aviões sequestrados foram jogados contra edifícios na manhã daquele dia.De acordo com a transcrição das gravações do voo 93, um dos sequestradores deu a ordem para alterar a rota do avião, uma vez que tinha ficado evidente que eles iriam perder o controle do avião para os passageiros. Logo depois a aeronave caiu em um campo perto de Shanksville, Condado de Somerset, Pensilvânia, às 10:03, hora local (14:03:11 UTC). Khalid Sheikh Mohammed, o organizador dos atentados, mencionou em uma entrevista de 2002 com Yosri Fouda que o alvo do Voo 93 era o Capitólio, que foi dado o nome-código “Faculdade de Direito”.
Três dos prédios do Complexo do World Trade Center desmoronaram devido a uma falha estrutural, no dia do ataque. A Torre Sul (WTC 2) caiu às 9h59, após queimar por 56 minutos em um incêndio causado pelo impacto de Voo 175 da United Airlines. A Torre Norte (WTC 1) desmoronou às 10:28, após queimar por aproximadamente 102 minutos.Quando a Torre Norte desabou, os escombros caíram próximo à World Trade Center 7 (WTC 7), danificando o edifício e iniciando um incêndio. Estes incêndios queimaram durante horas e comprometeram a integridade estrutural do edifício, levando-o ao colapso total às 17:21.
Os ataques criaram confusão generalizada entre as organizações de notícias e os controladores de tráfego aéreo nos Estados Unidos. Todo o tráfego aéreo civil internacional foi proibido de desembarcar em solo estadunidense por três dias. As aeronaves já em voo ou foram afastadas ou desviadas para aeroportos no Canadá ou no México. Fontes de notícias e relatórios não confirmados, muitas vezes contraditórios, foram divulgados ao longo do dia. Um dos mais prevalentes destes relatou que um carro-bomba iria ser detonado na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, em Washington, D.C. Logo após a divulgação pela primeira vez sobre o incidente no Pentágono, alguns meios de comunicação também informaram brevemente que um incêndio tinha eclodido no National Mall. Outro relatório saiu na Associated Press, informando que o Voo 1989 da Delta Air Lines também havia sido sequestrado. Este relatório também revelou-se falso; acreditou-se por momentos que também este voo corria risco de sequestro, mas seu comando respondeu aos controladores, e pousou em segurança em Cleveland, Ohio.

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Vítimas
Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores e as 2 977 vítimas. As vítimas foram distribuídas da seguinte forma: 246 nos quatro aviões (onde não houve sobreviventes), 2606 na cidade de Nova Iorque e 125 no Pentágono. Todas as mortes ocorridas foram de civis, exceto por 55 militares atingidos no Pentágono.
Em 2007, o escritório examinador médico da cidade de Nova Iorque divulgou o número oficial de mortos do 11 de setembro, adicionando a morte de Felicia Dunn-Jones. Dunn-Jones faleceu cinco meses após o 11/09 devido a uma doença pulmonar que foi associada à exposição à poeira durante o colapso do World Trade Center. Heyward Leon, que morreu de linfoma em 2008, foi adicionado ao número oficial de mortes em 2009.
O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) estimou que cerca de 17 400 civis estavam no complexo do World Trade Center no momento dos ataques, enquanto as contas da Autoridade Portuária de Nova Iorque sugerem que 14.154 pessoas estavam nas Torres Gêmeas às 08h45min. A grande maioria das pessoas abaixo da zona de impacto evacuaram os edifícios com segurança, junto com 18 pessoas que estavam na zona de impacto na torre sul, e um número de pessoas que estava acima da zona de impacto que, evidentemente, usaram a escadaria intacta na Torre Sul. Pelo menos 1.366 pessoas morreram, pois estavam no andar do impacto da Torre Norte ou em andares superiores, e pelo menos 618 na Torre Sul, onde a evacuação tinha começado antes do segundo impacto. Assim, dos 2 753 mortos no WTC, 1 950 estavam nos andares atingidos pelas aeronaves ou acima deles.
De acordo com o relatório da comissão centenas foram mortos instantaneamente com o impacto, enquanto os demais ficaram presos e morreram após o colapso da torre. Pelo menos 200 pessoas pularam dos edifícios para a morte (como mostrado na foto “The Falling Man”), caindo nas ruas e telhados de edifícios adjacentes, centenas de metros abaixo. Alguns dos ocupantes de cada torre, e que estavam acima do ponto de impacto, subiram em direção ao teto, na esperança de um resgate por helicóptero, mas as portas de acesso ao telhado estavam bloqueadas. Não existia qualquer plano de resgate de helicóptero e, em 11 de setembro, a fumaça e calor intenso teria impedido tais aeronaves de realizarem salvamentos.
Um total de 411 trabalhadores de emergência que responderam aos chamados de socorro morreram quando tentavam resgatar as pessoas e apagar os incêndios. O Corpo de Bombeiros da Cidade de Nova York (FDNY) perdeu 341 bombeiros e dois paramédicos. O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) perdeu 23 funcionários. O Departamento de Polícia da Autoridade Portuária perdeu 37 oficiais, e 8 EMTs adicionais e paramédicos de unidades privadas de serviços de emergência foram mortos.
O Cantor Fitzgerald L.P., um banco de investimento nos pisos 101a-105a do World Trade Center 1, perdeu 658 funcionários, muito mais do que qualquer outra empresa. A Marsh Inc., localizada imediatamente abaixo do Cantor Fitzgerald nos pisos 93-101 (o local de impacto do voo 11) perdeu 355 funcionários, e 175 funcionários da Aon Corporation foram mortos.
Depois de Nova York, New Jersey foi o estado mais atingido, com a cidade de Hoboken ostentando a maioria das mortes. Mais de noventa países perderam cidadãos nos ataques ao World Trade Center (três brasileiros e cinco portugueses).
Mortes (excluindo os sequestradores)
Nova Iorque World Trade Center
2.60656 57
American 11
8758
United 175
6059
Arlington Pentágono
12560
American 77
5961
Shanksville United 93
4062
Total 2.977
Semanas após o ataque, o número de vidas perdidas foi estimado em mais de seis mil. A cidade de Nova Iorque só foi capaz de identificar os restos de cerca de 1.600 das vítimas no World Trade Center. O escritório legista também recolheu cerca de dez mil ossos não identificados e fragmentos de tecidos humanos que não podem ser combinados para a lista de mortos”. Fragmentos ósseos ainda estavam sendo encontrados em 2006, quando os trabalhadores estavam se preparando para demolir Deutsche Bank Building, também danificado. Essa operação foi concluída em 2007. Em 2 de abril de 2010 uma equipe de especialistas em antropologia forense e arqueologia começou a procurar por restos humanos, artefatos humanos e objetos pessoais no aterro sanitário de Fresh Kills, em Staten Island. A operação foi concluída em junho de 2010, com 72 restos humanos encontrados, elevando o total de restos humanos encontrados para 1845. As identidades de 1629 das 2753 vítimas foram identificadas. Os perfis de DNA, na tentativa de identificar as vítimas adicionais, são permanentes. Em agosto de 2011, 1 631 vítimas foram identificadas, enquanto que 1 122 (41%) das vítimas permaneceram não identificadas. Os restos mortais estão sendo mantidos em armazenamento no Memorial Park, fora das instalações do instituto médico de Nova York. Em 2013, espera-se que os restos mortais sejam transferidos em 2013 para um depósito atrás de uma parede no Museu do 11 de Setembro. Em julho de 2011, uma equipe de cientistas do instituto médico da cidade tentaram novamente identificar os restos mortais, na esperança de que a tecnologia melhor desenvolvida lhes permitisse identificar outras vítimas.

Nós, da equipe de Criminal Minds Brasil, gostaríamos de aproveitar este momento e fazer uma homenagem a todos os que perderam suas vidas neste dia, bem como prestar nossa solidariedade às famílias das vítimas, e expressar nosso agradecimento sincero às pessoas corajosas que neste dia se tornaram heróis, salvando vidas. É fácil ser herói na ficção, quando tudo é coreografado, ensaiado e editado. Mas essa coragem na vida real é coisa rara.

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O vazio que para sempre existirá nos céus de New York serve para nos lembrar sempre do que perdemos naquele dia. Acho que todos aprendemos algo com o passado, algo que nos ajude a fazer nosso futuro ser melhor. Tem uma citação do episódio 22 da sétima temporada que eu acho bem apropriada para terminar este artigo. O Agente Rossi, quando perguntado sobre o por que continua fazendo o que faz, responde: ‘A única coisa necessária para a proliferação do mal é que os homens de bem não façam nada’.

Se cada um fizer sua parte, com certeza teremos um mundo bem melhor, com mais aceitação e amor.

SPOILER: AJ COOK REVELA SEGREDO DA NONA TEMPORADA DE CRIMINAL MINDS ‘JJ NÃO É QUEM VOCÊS PENSAM’

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A espera está quase no fim, fãs de Criminal Minds:  a estreia da nona temporada do show policial da CBS será em 25 de setembro, e a nova temporada promete mais drama do que nunca, dentro e fora dos casos para a Unidade de Análise Comportamental do FBI.

Rumores têm rodado sobre a relação misteriosa entre JJ (AJ Cook) e o novo Chefe da Seção Matt Cruz (Esai Morales), e os fãs ainda tem um monte de perguntas sem respostas sobre a história de JJ. “Ela tem esse passado enigmático”, disse Cook para Parade.com. “Ela foi embora na 6 ª temporada e voltou um personagem diferente. A temporada 9 vai responder o que aconteceu naquele ano em que ela foi embora. “

Nós conversamos com Cook sobre o que está vindo para JJ na próxima temporada e ela nos deu uma prévia do tão esperado 200 º episódio (que ela diz que vai levantar um monte de sobrancelhas)!

A atriz também se abriu sobre o novo lado “sarcástico”, de JJ, por que ela não pode assistir-se na TV, e ser grata por seus fãs leais.

Sobre como se sente ao voltar para a temporada 9 de Criminal Minds.

“Eu me sinto muito feliz. Parece que foi ontem que tivemos o nosso 100 º episódio, e aqui estamos entrando em uma temporada que vai nos levar ao nosso episódio 200! Então estamos todos apenas numa espécie de agitação agora. Nós nos tornamos um grupo muito unido, uma família ao longo dos anos. Temos sorte de estar fazendo isso uns com os outros. “

Sobre como sua personagem, JJ, vai evoluir nesta temporada.

“A nona temporada está se preparando para ser a temporada de ‘JJ’, por isso que eu estou  super contente, porque há muito mistério em torno deste personagem. Ela tem esse passado enigmático, onde não sabemos muito sobre ela. Ela saiu na 6 ª temporada e ela voltou um personagem completamente diferente. A temporada 9 vai estar respondendo o que aconteceu naquele ano, ela foi embora, e que impacto teve  nela e o que mudou para muito ao longo daquele ano. Ela ainda vai ser sempre a educadora, ela é a ‘mamãe’, mas ela cresceu muito. Ela teve um filho. Nós gostamos de nos referir a ela como Mamãe Urso. Como, não irritar a mamãe urso, porque ela vai cortá-lo! “

Sobre ver sua própria personalidade na JJ.

“A JJ antiga, antes de ela voltar na temporada 7, não era comigo. Ela era muito mais calma e carinhosa, e meio tímida. Mas quando ela foi embora, eu decidi colocar um pouco mais de mim para ela, porque vamos enfrentá-lo, todos nós mudamos, todos nós crescemos. Eu olho para trás no primeiro episódio, e parece que eu tinha 12 anos. Então, eu já percorri um longo caminho como mulher, como uma adulta. Só parecia fazer sentido para infundir isso em JJ, porque ela tinha passado por muita coisa. Mas ela ainda vai ter sempre aquele o coração de ouro, e ela se preocupa mais com todos ao seu redor do que com sigo mesma. Mas eu tive que colocar um pouco mais de mim para ela. Eu sou muito mais sarcástica, por isso eu venho tentando dar-lhe um pouco de senso de humor. Então, quando você vê-la sorridente sobre algo, é definitivamente um pouco mais AJ do que JJ! “

Sobre trabalhar com Eva La Rue, que se juntou ao Criminal Minds após sete temporadas em CSI: Miami.

“O elenco deste ano tem sido incrível. Estamos recebendo alguns dos melhores atores. Eva veio, e ela tem sido tão encantadora. É meio engraçado trocar histórias de batalha com ela, porque ela esteve em CSI: Miami por tanto tempo. Nós amamos ficar perguntando tanto sobre essa experiência! Então, ela tinha um bom tempo, ela não queria sair. Nossa equipe é a melhor. Nós gostamos de dar boas vindas ao nosso elenco convidado de braços abertos, e apenas recebê-los para a família “.

Sobre seus programas de TV favoritos.

“Oh, cara. Eu amo Ray Donovan. Eu acho que é incrível. Eu amo os personagens, e John Voigt. Eu comecei a acompanhá-lo não muito tempo atrás, e eu estava tipo, ‘Oh meu Deus, ele é John Voigt! “Ele era tão doce. Eu sou uma nerd, eu o adicionei no meu Twitter! E depois o outro show que eu sou seguidora  é So You Think You Can Dance. Sim, é isso que o meu Tivo parece. É muito legal. “

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Por se sentir grata por seus fãs leais.

“Eu tenho um grande afeto por meus fãs de Criminal Minds, porque eles são essencialmente a razão pela qual eu estou aqui, de volta ao show. Saí na 6 ª temporada, houve um pouco de tumulto. Eles deixaram Paget [Brewster] e eu irmos. Mas, então, os fãs enlouqueceram. Nossos fãs são muito vocais, e eles se sentem como se eles nos conhecessem, conhecem esses personagens. Eles investiram em nós. Por causa delespudemos ver JJ voltar maior, melhor, mais forte. Portanto, esta temporada é realmente sobre agradecer as pessoas que se levantaram e falaram o que pensavam  e disseram o que precisavam dizer. Eu estou olhando para esta temporada como a minha nota de agradecimento a todos eles. “

Sobre  evitar assistir-se na TV.

“Qualquer coisa antes da temporada 7, eu sou como, ugh. Porque simplesmente parece toda uma outra vida. Era uma outra vida para mim, e eu era uma pessoa diferente. Olhando para trás, os episódios antigos, eu me sinto como se eu não estou nem olhando para mim. Tem sido a evolução. Eu não gosto de sentar e assistir-me na TV. É engraçado, porque nosso programa é, literalmente, em 24/7, então eu poderia apenas sentar lá e vê-lo uma e outra vez. Mas não, é difícil! “

Sobre o segredo para o sucesso de longa duração de Criminal Minds.

“Você não vai ver-nos anunciar. Nós não estamos na sua cara na mídia, somos uma espécie de este show tranquilo, que só fica grande em número. Acho que as pessoas meio que sentem que eles se encontraram, descobriram. Sabe quando você encontra um show e você é como, ‘Esse show é ótimo!’ E você meio que informa as pessoas sobre isso, e é uma espécie de boca a boca? As pessoas se sentem como uma conexão com o show, e esses personagens “.

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Sobre o que podemos esperar no tão aguardado episódio 200.

“Nós descobrimos que há essa relação misteriosa entre o personagem da JJ e o do Esai Morales,  Matt Cruz [que está substituindo a Strauss como Chefe da Seção]. E você descobre que eles têm um passado. Então, ele vai levantar um monte de sobrancelhas. A coisa que eu amo sobre ele é que não estamos realmente indo para responder a quaisquer perguntas por um tempo. Vamos deixá-lo cair lá, e algumas pessoas vão ficar chateadas, mas vão ficar com a gente, porque a recompensa é linda! Mas, sim, vamos irritar algumas pessoas. Acontece que JJ é muito boa em manter segredos, e ela não é quem você pensa que é em determinados momentos. “

Fonte: WWW.parade.com

Tradução: Michelle Ferreira Sanches