Replicador, 13ª temporada, greve de roteiristas, USC: uma entrevista exclusiva com Harry Bring, o LLPOS de Criminal Minds

É com muito orgulho que a Criminal Minds BR apresenta a sua primeira entrevista exclusiva com um membro da equipe de produção da nossa querida série. Após uma solicitação por Twitter, o produtor Harry Bring respondeu algumas perguntas da nossa equipe sobre o trabalho na série e algumas informações sobre o que está por vir.

PCA_IMG_2643

Harry Bring com o People’s Choice Awards

Após tirar a grave dos roteiristas do caminho de Criminal Minds, Harry afirma que vai “amar o resto do hiatus, com certeza”.

Confira a divertida conversa com um dos membros mais acessíveis da equipe de produção de CM.

Criminal Minds BR: Primeiramente, vemos que você é um grande fã das equipes esportivas da USC (University of Southern California). Então, presumimos que você se formou lá. Conte-nos sobre sua época de faculdade.
Harry Bring: Não cursei a USC, infelizmente. Entretanto, dei alguns seminários sobre produção de TV na escola de cinema lá.
Quando tinha 10 anos, meu pai me levou a um jogo de futebol americano da USC e instantaneamente virei um ávido fã do programa esportivo deles.
Tenho ingressos para a temporada de futebol deles desde 1965. Estranhamente, não frequentei nenhuma faculdade. Eu gostaria. Fiz meu caminho trabalhando por mim mesmo e comecei na “sala de correio” em 1964, tornei-me assistente de edição de filme, depois assistente de direção, então, gerente de produção e, finalmente, produtor. Uma longa e abençoada carreira de 52 anos.

CMBR: Todo ano você e a equipe de CM (e de outras séries) fazem campanhas e homenagens à Sarah Jones. Pode nos dizer como a memória da perda dela melhorou as condições de vida no set?
HB:
Para mim, a perda de Sarah Jones carrega muita emoção. Eu fazia parte da equipe de “Army Wives” que contratou Sarah quando ela se formou na faculdade.
Sarah estava em nosso show por quatro temporadas antes de eu sair e vir para CM e ela abriu suas asas para tentar produções diferentes.
Sarah era uma pessoal maravilhosa com muito potencial e a vida dela terminou por causa de uma decisão insegura de trabalho e total falta de liderança.
Uso Sarah como padrão para a segurança em nosso set agora e honramo-la todos os dias, mantendo tudo seguro no set.
Meu grande discurso para nossa equipe no primeiro dia de produção em todas as temporadas é “fiquem em segurança”, “se você vir algo inseguro, diga alguma coisa”. Monitorar a segurança é responsabilidade de cada membro da equipe consigo mesmo e com os outros. Há muitas formas de se ferir, desde um simples tropeção em um cabo até grandes sequências de ação no set que podem causar danos. [entenda história de Sarah Jones AQUI]

Sarah_IMG_2281

Harry Bring segura uma foto de Sarah Jones no set

CMBR: Você está em Criminal Minds há seis anos. Pode nos contar qual é seu episódio/unsub favorito até hoje?
HB: Foi “The Replicator” (8×24). Trabalhar com Mark Hamill foi um grande prazer. O trabalho de efeitos especiais aéreos e explosivos também foi especial. Passei um tempo com Mark e conversamos principalmente sobre nossos filhos. A filha de Mark era estudante da USC na época, então, tínhamos isso em comum.

Replicator_BI1GW2ACMAEv-xl

Harry Bring e Mark Hamill

CMBR: Além do progresso tecnológico algo mais mudou na produção de uma série nos últimos 20 anos?
HB:
O aprimoramento da tela verde [conhecido como chroma key] e imagens geradas por computador [CGI] mudaram imensamente a forma como fazemos as coisas. Agora podemos fazer mais fácil e rapidamente o que costumava levar horas e, por vezes, dias. O trabalho que fazíamos em Arquivo X e levava dias, agora leva apenas algumas horas. Avanços realmente agradáveis.
Podemos melhorar ou criar coisas simples como tiros, explosões, acrobacias etc. muito mais facilmente do que no passado.

CMBR: Você é um dos membros mais interativos da equipe de Criminal Minds. Posta muitas fotos dos bastidores e agradecemos muito por isso. Você usa as mídias sociais para ver as reações do público à série? Como acha que a opinião do público nas redes sociais influencia uma série hoje em dia?
HB:
Eu checo as reações dos fãs à maioria dos meus posts de bastidores. Presto atenção às reações e menciono algumas coisas à equipe de criação, eles tomando medidas sobre isso ou não. Nossa equipe de roteiristas também presta atenção aos posts e requisições das mídias sociais. Eles costumam tentar tomar medidas sobre os pedidos dos fãs, mas, por diversas razões, poucos desejos podem ser garantidos. Sei que os fãs querem que certas coisas aconteçam, mas há muitas razões criativas que impedem de abordar seus desejos.

12x14

Harry Bring na mesa de leitura de um dos episódios da 12ª temporada

CMBR: Pode nos contar como é seu trabalho em Criminal Minds? Tipo, você tem algum dedo no desenvolvimento de enredos?
HB:
Meu trabalho como um produtor de linha é, basicamente, comandar tudo sobre a produção física. Calendário, planejamento, financeiro. Certifico-me de que não vamos estourar o orçamento, enquanto supervisiono o dia a dia de trabalho, tanto no set quanto em preparação. Basicamente, sou o capitão do navio. Eu meio que piloto o navio. Faço os “enredos” ganharem vida da melhor forma possível.
Minha contribuição criativa geralmente vem da abordagem aos nossos desafios orçamentários. Por exemplo, se um roteirista escreve uma sequência em um circo e não podemos pagar, vou sugerir um parque de diversões. A história pode permanecer a mesma e podemos pagar um parque. Hehehe!

CMBR: Você tem experiência em alguns shows de longa duração, alguns, como X-Files e Criminal Minds, sobre assuntos controversos. Como produtor, como você equilibra o enredo-base de uma série, a criatividade dos roteiristas, a possibilidade de colocar tudo em prática (em termos de orçamento e tal) e o interesse do público?
HB:
Ótima pergunta! Meus programas de longa duração: Melrose Place (novela), Arquivo X (ficção científica misturada com aplicação da lei), Army Wives (a vida daqueles deixados para trás por maridos e esposas que estão na guerra), Criminal Minds (drama de processo criminal). Todos diferentes de muitas maneiras. Meus primeiros mentores neste negócio me ensinaram uma coisa: “seja um camaleão”. Adapte-se ao projeto, aos problemas e ao dia. Ótimo conselho e dou-lhes crédito por meu sucesso. Cada dia é diferente. Cada hora é diferente. Delegue, reaja, solicite, passe para a próxima tarefa ou desafio.

Golfe_IMG_2247

Glenn Kershaw, Danny Ramm, Harry Bring, Joe Mantegna e um amigo de Joe

CMBR: A série mudou sua “fórmula” nos últimos anos, com mais histórias pessoais e arcos mais serializados e isso é bastante polêmico entre os fãs. Pode contar por que e como os produtores decidiram fazer isso?
HB:
A série mudou, especialmente nos seis anos em que estive aqui. Nunca fugimos das histórias sobre assassinos em série ou crimes malignos. Realmente embelezamos as histórias de acordo com padrões e práticas da rede. Em várias temporadas passadas, adicionamos mais às histórias pessoais de nossos personagens. Acho que o público gosta de ver/ouvir sobre a vida pessoal dos indivíduos. Isso aumentou dentro do show e acho que é parcialmente em reação aos fãs que querem ver mais sobre a vida dos personagens. Alguns são feitos dentro de episódios que têm uma solução mais rápida e teriam mais tempo para contar histórias pessoais.

CMBR: Criminal Minds traz assuntos muitos obscuros e sempre se destacou dentre os dramas criminais por mostrar tudo de forma mais realista. Isso já gerou problemas com a classificação indicativa?
HB:
O departamento de “Padrões e Práticas” da CBS nos mantém à frente. Começando com o script até o episódio finalizado, eles se certificam de que seguimos suas orientações de televisão responsável para seu público. Temos limites para retratar violência, conteúdo sexual, ações perturbadoras que seriam ofensivas para o público. Isso é bom.

CMBR: Pode nos contar algo sobre as negociações com o elenco para a 13ª temporada?
HB:
A 13ª temporada está garantida. Oba! Nos deram 22 episódios e o primeiro vai ao ar em 20 de setembro, nos EUA. O que sei até agora é que todo o elenco assinou para a próxima temporada, seja por um novo contrato ou uma extensão do antigo. A potencial greve dos roteiristas foi evitada noite passada, quando os roteiristas assinaram contrato para os próximos 3 anos. Oba!

MGG_IMG_2641

Mathew Gray Gubler e Harry Bring

CMBR: Estamos ansiosos pelo próximo marco de Criminal Minds. Existe algum esboço do que vocês gostariam de mostrar aos fãs na 13ª temporada e no episódio 300?
HB:
Como a sala dos roteiristas não volta ao trabalho antes do início de junho, não sei as histórias ou a direção que nossa série vai tomar. Como vocês verão em breve, há um grande cliffhanger no episódio 22. Então, haverá algumas grandes histórias para escolher e mostrar à audiência na estreia da próxima temporada.
Mal posso esperar para ver o que está reservado para vocês, público, e para mim, o capitão do navio.

CMBR: Para terminar, o seu apelido no Twitter é LLPOS. E sempre tivemos curiosidade sobre o significado disso…
HR:
LLPOS é uma sigla para “Low Life Piece Of Shit” (“Pedaço de Merda e Escória”, em tradução livre). É meu apelido há 24 anos e foi dado pela equipe e pelo elenco de Melrose Place. É um apelido cativante. Engraçado. Não meu eu verdadeiro. Tem a ver com meu estranho senso de humor. Espero que não se sintam ofendidos.

Tradução e edição: Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho

“Tudo em moderação, inclusive a moderação”

Imagem

Essa é a frase favorita de Joe Mantegna. O que define sua personalidade inteiramente. Em um chat com os fãs mandando perguntas pelo twitter, respondeu coisas sobre a Season Finale da 9ª temporada e outras coisas tão legais quanto! Revelou que ele, Matthew Gray Gubler e Thomas Gibson voltarão a dirigir episódios na próxima temporada e que é muito difícil se tornar um profiler da vida real. Além de dizer quem são os alvos das brincadeiras de Matthew nas gravações. As perguntas mais importantes e interessantes que foram feitas estão traduzidas pra vocês!

Qual é a melhor coisa de estar em CM?

Sabe algumas coisas… Acho que o núcleo dos 7 personagens…tem algumas idas e vindas, mas somos basicamente os mesmos faz um tempo já, e isso é bem legal. Essa família que criamos é a melhor coisa da série. Fora isso, o fato de termos fãs em todos os lugares do Mundo, isso também é bem legal. Eu adoro atuar e adoro fazer a série e ver que as pessoas gostam é fantástico.

 Você se considera parecido com o David Rossi?

Um pouco, sim. Trabalhando como um ator de série, eu decidi que ia incorporar coisas minhas nos personagens. Diferente de um filme, que você faz por um período de tempo e acabou, a série você provavelmente estará fazendo ano após ano, após ano, e eu tenho feito isso por 7 anos. Então fazendo um personagem por tanto tempo, você espera que tenha muito de você nesse personagem. Então há muitos aspectos do Rossi: Ele é americano, como eu. Ele gosta de cozinhar e eu também… Enfim, tem muitas coisas iguais, muitas coisas diferentes.

 O que tinha no Rossi que fez com que você quisesse interpretá-lo?

JM: Bem, isso é meio como responder “O que veio primeiro: o ovo ou a galinha?”, eu não queria interpretar David Rossi até eu descobrisse quem o David Rossi era, eu sabia que queria estar naquela série, mas não tinha muita certeza para onde eu iria com a personagem, então foi meio que uma exploração, pra mim também, descobrir quem era aquele personagem. Temos uma equipe de roteiristas muito bons, e quando conheci o roteirista original, Bernaro, pude saber o que ele pensava da personagem, para onde ele queria ir Rossi, delimitou que ele estaria aposentado e que agora era um escritor de livros famoso, baseado em um profiler do FBI da vida real que teve uma carreira inteira fazendo isso… Então camada por camada, episódio por episódio eu tive que construir o personagem para saber quem ele era. Eu tive que achar o Rossi do mesmo jeito que os fãs. È uma jornada contínua depois de 7 anos, pra mim, 9 anos pra série, continuar forte.

 Como ser pai afetou você para fazer Rossi?

JM: Essa é uma boa pergunta. Acho que ser pai afetou tudo, não só interpretando Rossi, mas fazendo tudo o que eu faço na vida. Os fãs tem acompanhado a série sabem que tem 1 episódio, 2 episódios na verdade, que fizemos com a minha ex-esposa, interpretando a minha primeira esposa, Isabella Rossi e o fim do segundo episódio onde, acho que isso nem é mais spoiler aconteceu à 3, 4 temporadas atrás, que ela morre e você descobre na cena final que nós tivemos um filho que só viveu um dia…então todas essas coisas são camadas da minha personalidade e que eu acho que obviamente afeta Rossi. E eu já tenho algumas ideias para essa próxima temporada, algumas coisas que quero incorporar e que tem a ver com a sua pergunta… Enfim, vamos ver.

 Se você visse outra Sra. Rossi, quem você gostaria que interpretasse?

Sabe, como os fãs sabem tem mais duas outras Sras. Rossi por aí e em um dos episódios fizemos uma alusão a uma delas ser Afro-Americana, então isso abre muitas possibilidades para muitas atrizes, tanto para ambas as Sras. Rossi. E nós não dissemos nada sobre a etnia da outra Sra. Rossi, então quem sabe pra onde isso pode ir também? Então vamos ver, eu não tenho uma lista de preferidas nessa parte, acho que vamos ter que esperar pra ver, mas posso ver nós explorando isso, seguindo essa linha de história, descobrindo mais sobre uma ou outra Sra. Rossi e sabe, por quê não? Eu acho que os fãs, depois de 9 anos merecem saber o máximo que eles podem sobre um personagem, e isso deve ser tão divertido quanto resolver os crimes que resolvemos.

Rossi foi o único personagem que ainda não levou um tiro, foi esfaqueado ou torturado. Ele é bom para se manter longe de problemas?

Sim, com a idade vem a sabedoria e você aprende a se esquivar das balas. Se você se lembrar bem, tem um episódio, acredito que na temporada anterior, que ele foi envenenado e eu estava tirando um pouco disso e a perda da Strauss como resultado. Mas, sim, eu tenho sido capaz de me esquivar da bala até agora, mas quem sabe o que vai acontecer? Mas eu gosto de acreditar que com a idade vem a sabedoria e que o Rossi pode se esquivar melhor que os outros.

Qual sua melhor lembrança das filmagens?

Bem, essa é difícil, Justin. Eu não sei se consigo destacar uma única lembrança. Você sabe que está fazendo algo certo quando têm vontade de ir trabalhar todo dia e eu tenho, quer dizer eu sou uma pessoa que fica entediada facilmente e se eles me dissessem que teríamos que começar a gravar de novo semana que vem eu diria “Tudo bem, vamos lá, vamos fazer isso”. Mas eu tenho muitas ótimas lembranças, talvez daqui alguns anos eu conseguiria dizer “Isso foi um ponto alto, ou esse foi um ponto alto”. Dirigir um episódio na temporada passada foi uma alegria pra mim, e fazer dois episódios que conseguimos incorporar os militares foi ótimo e lidar com o passado do Rossi no Vietnã e falar sobre o New Directions que é um lugar real que foca em viciados e alcoólatras, isso foi bem especial também.

Qual a coisa que mais te assusta na série?

O fato de que pode acabar algum dia, isso é a única coisa que me assusta sobre essa série. As pessoas muitas vezes me perguntam se a série não me deixa assustado e essas coisas e tenho que dizer, e eu já disse muitas vezes, a série não me assusta, eu a acho assustadora ou perturbadora, eu sei que há homens e mulher do FBI que fazem isso todo dia, na BAU e homens e mulheres envolvidos na lei, homens e mulheres que são médicos e lidam com essas tragédias todos os dias. Na série nós estamos inventando, mas nós estamos tentando mostrar o que eles fazem o mais real possível e é por isso que é perturbador, nós não fingimos, não dissemos “Ah, não vamos mostrar como realmente é”, nós mostramos como é de verdade, algumas vezes é perturbador, mas acho que é importante e acho que os fãs querem isso porque é realmente isso o que esses homens e mulheres fazem. Então Deus os abençoe e nós deveríamos estar gratos pelo que eles fazem, então nós tentamos ser o mais honesto possível. Então não, essas coisas não me incomodam, não me assustam e espero que esteja educando as pessoas, que elas aprendam algumas das coisas que mostramos. E acho que é por isso que muitas mulheres são fãs, elas são inteligentes e entendem a verdade e muitas das coisas perturbadoras que assistem. Tem um drama, mas também há conhecimento: coisas que temos que evitar, coisas para prestarmos atenção e lições a serem aprendidas.

Quem você gostaria de ver como convidado fazendo um UNSUB?

Tivemos muitos bons atores, atores que eu já era fã e foi muito trabalhar com eles. Tim Curry, por exemplo. Eu adoraria ver Ringo Starr como UNSUB, porque eu encontrei com ele em um evento e ele virou pra mim e disse: “Resolvendo muitos crimes, ultimamente?” e eu fiquei pasmo e ele disse que era fã da série. Eu sou fã dos Beatles há muito tempo, então seria uma honra. Adoro quando os artistas dizem que gostam de CM. Eu soube que a Julie Andrews também gosta… Oh meu Deus, a Julie Andrews daria uma ótima UNSUB também…

Algum conselho para jovens atores?

Apenas aproveite e vá com tudo! Se eu fosse colocar tudo em uma frase seria: Aproveite a jornada, não se preocupe com o destino. Você tem que amar o processo, e não se preocupar se quer chegar ao topo, porque talvez você não consiga chegar onde quer… Então se você está nisso pra ser famoso, mude de profissão.

Você é tão bom nos Simpsons, alguma chance de voltar à comédia?

Eu ainda faço os Simpsons, é meu 23º ano fazendo Tony. Eu amo fazer Comédia! E eu gosto muito de comédias musicais também… Meu primeiro papel foi em “Hair”. Eu sempre tento por um pouco de humor no Rossi e na série acabamos fazendo isso, porque essas pessoas que trabalham na BAU precisam de um pouco de humor na vida delas.

Frase favorita: Tudo em moderação, inclusive a moderação.

 Qual a coisa mais estranha que já aconteceu durante as filmagens?

Algumas coisas estranhas aconteceram… Shemar às vezes é o alvo das esquisitices que acontecem na série… Shemar tem medo de animais selvagens, então em alguns episódios, nós usamos esse medo e por exemplo, ursos de verdade e vivos já apareceram no set, e outros animais e quando o Sr. Moore menos esperava. Esses foram alguns dos nossos momentos estranhos filmando…Mas nós gostamos de ver esse lado frágil do Shemar, e um urso vivo pode fazer isso… Tenho que admitir que faria isso comigo também, mas esses momentos são divertidos não só pro Shemar, mas pra nós também.

O Matthew adora pregar peças… Ele já pregou alguma peça em você?

Sim, algumas pequenas… Nada muito intenso, acho que ele respeita os mais velhos, então ele me dá uma colher de chá. A Paget era sempre um alvo das brincadeiras dele, Shemar também, mas ele me dá mesmo uma colher de chá. Ele gosta de brincadeiras mais profundas, mas acho que nessa próxima temporada talvez eu vire alvo dessas brincadeiras… Vamos ver o que acontece.

 Se você pudesse ser qualquer UNSUB que já passou, qual você seria?

Essa é uma ótima pergunta, tivemos ótimos UNSUBs. O episódio que eu dirigi, eu gostei do UNSUB, porque são esses poucos momentos que nós temos um UNSUB que temos empatia por ele, se você lembrar do episódio você verá que ele meio que um “Vigilante”, então as pessoas que ele matava era os vilões. Frank Muniz fez um episódio assim também há alguns anos, onde ele era também um “Vigilante” e matava pessoas que tinham mudado a vida dele de um jeito ruim, então nós temos empatia com esses UNSUBs e eu acho uma coisa muito interessante a ser explorada porque quando nós o pegamos nós também sentimos um pouco de empatia, porque no caso do Frank por exemplo foi uma tragédia que aconteceu: a namorada foi morta na frente dele e no fim ele foi basicamente colocado em uma clínica. Esses personagens são complexos de se representar, então provavelmente eu gostaria de fazer um personagem assim.

 Você tem algum spoiler pra 10ª temporada?

Não…eu não tenho… Tudo o que posso dizer é que nem nós sabemos pra onde vamos nessa temporada, o que é ótimo… Acho que os roteiristas pegam esse tempo de férias para pensar em ideias e nós do elenco também damos ideias então eles incorporam um pouco das ideias que nós damos.

 O que podemos esperar da Season Finale (último episódio da temporada)?

Nós geralmente terminamos a temporada com tudo. Terá ação, temos uma frase que diz “Se você tiver dinheiro pra fazer um filme, coloque na tela”, ou seja, nós mostramos tudo aquilo que a gente pode, tentamos ir além do que uma série comum. Esse episódio será satisfatório, um episódio que te deixará ansioso pela próxima temporada, algumas coisas vão acontecer e as coisas vão ser diferentes e mudar, mas acho que no fim todos vão gostar, não há razão para as pessoas não gostarem como gostaram nas outras temporadas. Obrigada pelo apoio dos fãs nós nos vemos na próxima temporada!

Texto inicial: Cla

Tradução e revisão: Cla

A entrevista original e na íntegra você confere no Youtube.

Spoilers s09e20 e David Rossi recebe o Lifetime Achievement Award

Imagem

ATENÇÃO: O POST A SEGUIR PODE CONTER SPOILERS DOS PRÓXIMOS EPISÓDIOS DE CRIMINAL MINDS

 

Quinta-feira passada a CBS optou por uma reprise de “Route 66”. Episódio no qual Hotch luta para sobreviver por causa de George Foyet (ou The Reaper) e alucina com a sua falecida esposa Haley.

Nesta Quarta, 2 de abril, a CBS vai estrear o episódio 20 da 9ª temporada intitulado Blood Relations. O Hollywood Hills tem exclusividade no comunicado oficial do episódio. Este episódio, que vai ser um particularmente horrível, onde a equipe da BAU vai enfrentar duas famílias rivais em West Virginia que podem estar ligadas às investigações de assassinatos. Será esta uma abordagem semelhante ao clássico Romeu e Julieta, mas com menos amor e mais sangue? Isto não é surpreendente, considerando que o diretor do episódio Criminal Minds é ninguém menos que Matthew Gray Gubler (Dr. Spencer Reid).

Em uma outra entrevista com o GuideTV, Gubler revelou que ele já dirigiu um grande número de episódios de Criminal Minds, com a maioria deles sendo os mais estranhos de toda a série. “A maioria dos episódios de Criminal Minds estão na Terra (ou seja, são “pé no chão”, possíveis). Os meus são geralmente de Júpiter. Este é de Marte”, disse Gubler , referindo-se ao episódio “The Gatekeeper” do início desta temporada .

 

Quem poderia esquecer de “Heathridge Manor”, onde um irmão matou mulheres que ele havia pintado em quadros porque achava que eram bruxas disfarçadas ? Ou a maneira, aparentemente ritualística, mas muito distorcido, que o suspeito tinha transformado as suas vítimas (pista: eles se tornaram bonecos vivos em um teatro) em “The Lesson”? Isso é apenas uma amostra da direção de Gubler, e parece que “Blood Relations” não vai ser diferente. Isso é “precisa-ver”.

 

Agente David Rossi recebe o Lifetime Achievement Award

 

Joe Mantegna, que interpreta o agente David Rossi em Criminal Minds , acaba receber o Lifetime Achievement Award da Hollywood Chamber of Commerce (Câmara de Comércio de Hollywood). “Às vezes os anos passam por e então você pisca e a próxima coisa que você percebe é que esteve neste negócio há mais de 40 anos e foi o que aconteceu comigo”, disse Mantegna, em entrevista à Variety.

 Os papéis de Mantegna no showbusiness mostram o quão flexível pode ser seu personagem. Por um lado, ele está interpretando o papel do agente do FBI David Rossi nas últimas sete temporadas (as primeira e segunda temporadas eram com Mandy Patinkin) e, aparentemente, a série está entrando em sua 10ª ano que vem. Mas, ao mesmo tempo, o relatório (do prêmio que ele recebeu) observa que ele tem sido a voz do mafioso Fat Tony em Os Simpsons por 23 anos. É como fazer o papel de Polícia e Ladrão e ele conseguiu interpretar os dois lados. E não é limitado séries de TV. Mantegna teve sua parte do teatro onde sua carreira começou. No entanto, dado que Criminal Minds teve um grande de sucesso nos últimos anos, ele mal tem tempo para se dedicar ao teatro, embora ele tenta se dedicar para outros projetos fora de Criminal Minds.

 

Matéria: GuideTV

Tradução e Revisão: Cla

Arte na foto: Cla

Entrevista com Kirsten Vangsness – Sobre projetos paralelos

Entrevista exclusiva Criminal Minds BR, de, nossa querida intérprete de Penélope Garcia. Uma breve conversa sobre seu trabalho em Criminal Minds e projetos paralelos.

Kirsten Vangsness de Criminal Minds – “Eu me sinto honrada em ser uma invasora”

Kirsten Vangsness kill me deadly

Zap2it : Qual tem sido o impacto em você em ser Penelope Garcia ao longo de nove temporadas de “Criminal Minds” ?

Kirsten Vangsness : Quando a fortuna vem em cima de você, ela pode realmente te derrubar, ou pode realmente te abrir e você pode aprender muito sobre si mesmo. Sinto-me honrada em ser uma invasora neste tipo de mansão extravagante com essas pessoas extravagantes por este período de tempo – com todos esses corpos mortos em todos os lugares – e eu estou muito agradecida. Eu tenho que dizer, isso é como um presente.

Zap2it : Quando você está em outros trabalhos no cinema e teatro, você vê o efeito da popularidade de “Criminal Minds” sobre eles?
Kirsten Vangsness : Bem, você pensaria assim. Eu sou um membro de uma companhia de teatro sem fins lucrativos chamado Teatro NOTE (The New One-act Theatre Ensemble) que tem um teatro de 40 lugares, e eu fiz uma peça durante a nossa pausa de Inverno. É Los Angeles, e as pessoas não vão aos cinemas sem fins lucrativos, eles vão aos teatros maiores. No entanto, posso dizer que onde isso realmente ajudou foi que eu fiz um filme chamado “Kill me, Deadly”, e eu na verdade levantei fundos que pagou a maioria disto.
Joe [ Mantegna ] e Shemar [ Moore ] estão nele , é como “Apertem os cintos… O piloto sumiu!” encontra “O Jovem Frankenstein”, e é uma carta de amor a Los Angeles. Contratamos muitos dos atores que estavam envolvidos nele quando ele era uma peça, eles fizeram praticamente em troca de experiência, é um filme de união, um filme cooperativo que foi feito em Hollywood. Há tantos grandes atores nesta cidade, eu estou feliz que pude aproveitar alguns deles neste trabalho, que está quase para ser lançado.

Tradução: Nayara Sevciuc
Fonte: Zap2it

AJ Cook

Imagem

a (2)

Revista Hello!, Outubro de 2012

Enquanto começa outra temporada de Criminal Minds, a linda canadense agradece pela sua família e seus fãs verdadeiramente fiéis.

Uma estrela não é nada sem seu público – e AJ Cook sabe disso melhor do que ninguém. Há dois anos, quando a atriz de Criminal Minds corria o risco de ver sua personagem lentamente sair de cena, foram seus fãs ardorosos que vieram em seu socorro. “Eles eram a minha voz”, diz a nativa de Ontário, grata aos telespectadores que fizeram da sua ausência durante a maior parte da 6 ª temporada um mero desvio em sua marcante presença nessa série tão longa .

“Foi – e ainda é – esmagadora. Eu não mudaria nada sobre minha saída, porque foi uma bela surpresa saber como eu era amada pelos fãs . E o programa viu isso também. “

De volta à terra natal para falar na Fan Expo Canadá, a atriz de 34 anos sentou-se com a Hello! para falar sobre seu programa de sucesso, sua vida fora da tela, e da importância de ir atrás do que você quer.

Por que Criminal Minds, agora em sua oitava temporada, ressoa tão forte nos telespectadores?

Nosso programa é mais inteligente do que a média. Mas os fãs me dizem que amam por causa dos personagens. Nosso elenco tem muita química.

Com que freqüência você volta para o Canadá?

Não tão frequentemente como eu deveria. Eu sou da área de Oshawa-Whitby e tenho lembranças afetuosas. Mas estar em Toronto para Fan Expo me deu um momento com todos porque a minha família estava aqui. Ver a minha mãe ficar tão emocionada durante a mesa de Criminal Minds foi um momento bom para mim e [para nós] para ver todo o amor e apoio de audiência em pessoa. Foi um ótimo dia em família

a (4)

Os seus pais foram duros sobre suas aspirações de atuação?

Não. Eles apoiaram. Somos uma família muito criativa. Crescemos sem assistir TV. Em vez disso, passávamos o tempo criando nossos próprios jogos, etc. E eu comecei como dançarina. Minha mãe tem sido a minha torcedora número um.

Você sempre quis estar no show business?

Eu cresci em uma cidade pequena, mas eu sempre soube que eu me mudaria para Hollywood e seria uma atriz. É importante não só para acreditar em seus sonhos, mas persegui-los também.

Você conheceu seu marido, Nathan Andersen, em uma aula de cinema. Ele é ator?

Não. Ele apenas fez o curso porque pensou que era um crédito fácil! [Risos] Eu, por outro lado, puxei porque estava interessada no assunto!

a (1)

Como manter o frescor no casamento?

É difícil, mas de alguma forma conseguimos fazê-lo. Especialmente quando você tem filhos, pode ser complicado, nunca há tempo suficiente para fazer tudo. Mas nós somos uma equipe e nós tiramos um tempo para nós mesmos.

b (2)

Seu filho de três anos de idade, Mekhai, faz o papel de seu filho em Criminal Minds. Você vai aprovar se ele optar por seguir atuando mais tarde na vida?

Ele pode trabalhar com a mãe agora, mas quando ele ficar mais velho e vier até mim e dizer: “Ei mãe, eu quero fazer o que você faz,” eu não sei o que eu diria.

O que a maternidade lhe ensinou?

Paciência! E não se estressar com pequenas coisas. Eu digo às mães para se darem uma pausa. Quero dizer, eu tenho dificuldade de fazer isso eu mesma. Eu sempre digo que quando você dar à luz, você dá à luz a culpa, porque você nunca tem tempo para fazer tudo. Isso não faz de você uma mãe ruim, só te faz você humana.

O seu segredo para manter a forma?

“Sou obcecada por Pilates! Eu faço o máximo que posso”.

b (1)

Repórter: NELSON BRANCO –Publicado na Hello! 2012

Tradução: Gabriela Freire

Entrevista exclusiva de Criminal Minds: Joe Mantegna em um chocante season finale: todas as perguntas serão respondidas

Image

Esta não foi uma temporada fácil para os profilers da famosa série Criminal Minds ,do canal CBS. Reid viu seu amor morrer diante de seus olhos. Morgan teve que enfrentar o homem que o abusou quando criança. Rossi ficou chocado ao descobrir um ex-colega militar agora vivia nas ruas. E, claro, toda a equipe está sendo perseguido pelo “Replicator”, um serial killer que replica os muitos casos que a BAU tem resolvido este ano.

Como o episódio final da temporada de duas horas de 22 de maio se aproxima , os fãs têm um monte de grandes questões. Afinal, quem é o Replicator? E será que todos os nossos personagens favoritos da BAU sobreviverão ao season finale?

Antes de descobrir as respostas, BuddyTV tevea sorte de falar diretamente com o astro Joe Mantegna, que interpreta o veterano profiler David Rossi. Mantegna provoca com o que esperar do final da temporada, histórias que adoraria ver exploradas por Rossi no próximo ano, a nona temporada, e por quanto tempo ele espera que os membros de TV do BAU continuem apanhando os bandidos toda semana:

Estamos realmente ansioso para o final da temporada de Criminal Minds. Você poderia nos dar um gostinho do que está por vir?

Bem, quero dizer que temos o luxo de ter duas horas para contar a história. Nós colocamos para fora toda uma história ao longo da temporada com este replicador, que tem entrado e saido de episódios diferentes e acompanhando-nos para cima e para baixo e nos seguindo. Então, nós sabíamos que teríamos de lidar com ele e, finalmente, chegamos a esse ponto.

Então, nós vamos levar estas duas horas para realmente levantar a aposta e realmente dar aos fãs o valor do seu dinheiro. Temos dois episódios de finanças, tempo e esforço colocados em um programa de duas horas. Então eu acho que vai ser um episódio que será memorável e uma maneira apropriada de terminar a temporada.

Parece que vai ser bom! Obviamente, o Replicator, como você mencionou, tem sido uma história indo e vindo ao longo de toda a temporada. Vamos descobrir quem é no final?

Eu acho que, finalmente, tudo vai ficar resolvido. Em outras palavras, todas as perguntas serão respondidas.

Você ficou surpreso ao ler o final?

Quer dizer, há sempre coisas que acontecem e eu acho que essa é uma coisa boa. Eu sou uma daquelas pessoas que não gostam de ler à frente de qualquer maneira. Muitas vezes durante a temporada que terá o roteiro do próximo episódio em algum momento, enquanto estamos filmando o anterior, mas vou muito raramente ler o novo até que eu tenha terminado o outro. É como a vida, não preciso necessariamente saber tudo o que vai acontecer comigo amanhã.

Não é um grande fã de spoilers?

Não, eu não sou, porque meu sentimento é que se eu soubesse tudo o que ia acontecer na minha vida a cada minuto, em seguida, isso tira um pouco da emoção. Então, eu não sou aquele que olha para o futuro. É a mesma coisa para essa instância. Como eu disse, vai ser uma resolução apropriada para o que nós colocamos para fora por toda a temporada.

Houve alguma especulação que pode haver uma grande morte no final da temporada. Deveríamos estar preocupados com os membros da BAU? Deveríamos estar preocupados com Rossi?

Nós somos um show de longa duração e nós esperamos continuar a ser assim, estamos muito bem sucedido assim. As coisas estão indo forte e estamos outra vez renovados. Então, eu acho que nós podemos dar-lhes muito em que pensar. Então, qualquer coisa que acontecer, sempre temos nossos fãs em mente também.

Eu sei, é claro, nos oito anos do show houveram algumas coisas devastadoras que ocorreram onde as pessoas iam “Oh meu Deus, eu não esperava por isso.” Eu acho que nós vamos sempre continuar a fazer isso. Mas no final do dia eu sinto fortemente que as pessoas que já foram assistindos nosso show e amam o nosso show vão ficar satisfeitas.

Como você mencionou, Criminal Minds é um show de longa duração e eu acho que tem feito um grande trabalho de manter as histórias e os personagens renovados. Mas este ano entrar em negociações para a nona temporada foi um pouco complicado. Quantas temporadas você acha que o show vai continuar?

Eu acho que poderia continuar por um bom tempo. O que tornou complicada este ano foi apenas a magnitude do mesmo. Foi uma daquelas situações únicas, onde a maioria dos atores, os escritores, eo showrunner, havia um monte de gente que tinha chegado ao fim do nosso tempo contratual. Então era mais apenas uma questão de mecânica de tentar obter tudo o que fez, enquanto alguns anos, não é que foi um grande problema.

Você olha para outros programas como Law and Order ou outro show que eu faço The Simpsons, que , obviamente, ainda vai para vinte e poucos anos. Então, é difícil medir o quão forte nas pernas são para qualquer coisa. Mas se você olhar para o fato de que ainda estamos indo ao ar na quarta-feira noites, às 9 horas, ainda competimos com American Idol e Modern Family, dois dos programas mais populares na televisão, e ainda continuamos a ser um top ten show sem mesmo ter que mudar o nosso horário, eu acho que é um bom sinal. Ela indica a força do show.

Parece que não têm enfraquecido. Normalmente, quando você enfraquece eles começam a se mover em torno de você, você começa a ir a uma série de diferentes casas. Então, nós estamos em um espaço de tempo muito competitivo, pelo menos aqui neste país e fazemos grandes números no exterior. O show é muito popular no mundo inteiro.

Ele tem um enorme número de fãs.

Sim, por isso em minha mente de qualquer maneira eu não ficaria surpreso se formos bem além dessa próxima nona temporada, vamos colocar dessa maneira.

Para o próximo ano, que histórias você gostaria de vê-los para explorar para Rossi?

Havia duas histórias que eu sugeri no passado que aconteceram.  Um tratando com uma das minhas ex-esposas, que eu tinha pedido para fazer e que nós fizemos. E um que lidou com o meu passado no serviço militar, o que fizemos. Eu podia ver até mesmo extensões dessas duas histórias.

O personagem de Rossi foi casado três vezes, nós estabelecemos em vários episódios. Portanto, há duas outras ex-esposas que podem ter alguma coisa acontecendo, que seria um enredo. Ou ainda o meu passado no exército. Lidamos com um personagem interpretado por Mesaque Taylor, que interpretou o meu comandante, que eu achei sem-teto nas ruas de LA e, finalmente, fui capaz de colocar em um abrigo para veteranos sem-teto e viciados. Seria bom ver como isso resolvido.

Gosto de histórias que lidam com aspectos pessoais dos personagens, o material de flashback. Houve um episódio chamado “Profiling 101”, que lidou com o serial killer mais prolífico que já tinha enfrentado. Eles mostraram flashbacks de como Hotch e eu nos conhecemos. Foi um episódio que mostrou um monte de flashbacks de como nós finalmente pegamos esse. E ele mostrou-se todos os anos no aniversário de Rossi. Eu amo esses tipos de histórias.

Eu também adoro esse tipo de histórias e acho que os fãs adoram essas histórias pessoais.

Eu também! Eu acho que para um show que tem sido por tanto tempo quanto nós temos, eu acho que é importante porque os fãs têm investido seu tempo. Em outras palavras, você já assistiu ao show por oito anos, essas pessoas tornaram-se sua família de uma certa maneira. Toda quarta-feira você ligaa TV e lá estão eles. Então eu quero dizer que você deve isso a eles e eu gosto disso.

Então, eu concordo, eu gosto de, não apenas para o meu personagem, mas para todos os personagens, mergulhar em suas vidas pessoais. Eu achei que eles eram os mais intrigantes. Houve alguns bons episódios com o personagem de Shemar sobre o abuso que ele tinha sofrido como um jovem rapaz. E o personagem de Hotch quando ele perdeu sua esposa. Houve alguma coisa incrível que tem sido mostrado que lidava com nossas vidas pessoais.

Devido ao assunto do show, obviamente,  poderia ser meio triste, mas parece que a química com todos os membros do elenco é realmente grande. O que você faz para escapar da escuridão no set? Você tem brincadeiras ou travessuras behind-the-scenes?

Todas as coisas que passam o tempo todo, é a natureza da besta. Eu estive neste negócio há mais de quarenta anos. Se eu aprendi nada mais é que muitas vezes o assunto é contrário ao clima criado em seu ambiente de trabalho.

Talvez seja apenas uma reação natural. Você sabe que o que você está fazendo tem esse peso e severidade e profundidade de uma certa forma, e por isso você tenta compensá-la por ser o oposto da maneira que você está lidando com as coisas. Assim, para cada hora em que estamos filmando o show, talvez cinco minutos é realmente filmar, mas aos 55 minutos é um de nós vivendo a nossa vida em conjunto. Por isso, é muito alegre e muito agradável. É bom, e é por isso que eu ainda gosto de fazer.

Traduzido por Michelle Ferreira Sanches