Replicador, 13ª temporada, greve de roteiristas, USC: uma entrevista exclusiva com Harry Bring, o LLPOS de Criminal Minds

É com muito orgulho que a Criminal Minds BR apresenta a sua primeira entrevista exclusiva com um membro da equipe de produção da nossa querida série. Após uma solicitação por Twitter, o produtor Harry Bring respondeu algumas perguntas da nossa equipe sobre o trabalho na série e algumas informações sobre o que está por vir.

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Harry Bring com o People’s Choice Awards

Após tirar a grave dos roteiristas do caminho de Criminal Minds, Harry afirma que vai “amar o resto do hiatus, com certeza”.

Confira a divertida conversa com um dos membros mais acessíveis da equipe de produção de CM.

Criminal Minds BR: Primeiramente, vemos que você é um grande fã das equipes esportivas da USC (University of Southern California). Então, presumimos que você se formou lá. Conte-nos sobre sua época de faculdade.
Harry Bring: Não cursei a USC, infelizmente. Entretanto, dei alguns seminários sobre produção de TV na escola de cinema lá.
Quando tinha 10 anos, meu pai me levou a um jogo de futebol americano da USC e instantaneamente virei um ávido fã do programa esportivo deles.
Tenho ingressos para a temporada de futebol deles desde 1965. Estranhamente, não frequentei nenhuma faculdade. Eu gostaria. Fiz meu caminho trabalhando por mim mesmo e comecei na “sala de correio” em 1964, tornei-me assistente de edição de filme, depois assistente de direção, então, gerente de produção e, finalmente, produtor. Uma longa e abençoada carreira de 52 anos.

CMBR: Todo ano você e a equipe de CM (e de outras séries) fazem campanhas e homenagens à Sarah Jones. Pode nos dizer como a memória da perda dela melhorou as condições de vida no set?
HB:
Para mim, a perda de Sarah Jones carrega muita emoção. Eu fazia parte da equipe de “Army Wives” que contratou Sarah quando ela se formou na faculdade.
Sarah estava em nosso show por quatro temporadas antes de eu sair e vir para CM e ela abriu suas asas para tentar produções diferentes.
Sarah era uma pessoal maravilhosa com muito potencial e a vida dela terminou por causa de uma decisão insegura de trabalho e total falta de liderança.
Uso Sarah como padrão para a segurança em nosso set agora e honramo-la todos os dias, mantendo tudo seguro no set.
Meu grande discurso para nossa equipe no primeiro dia de produção em todas as temporadas é “fiquem em segurança”, “se você vir algo inseguro, diga alguma coisa”. Monitorar a segurança é responsabilidade de cada membro da equipe consigo mesmo e com os outros. Há muitas formas de se ferir, desde um simples tropeção em um cabo até grandes sequências de ação no set que podem causar danos. [entenda história de Sarah Jones AQUI]

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Harry Bring segura uma foto de Sarah Jones no set

CMBR: Você está em Criminal Minds há seis anos. Pode nos contar qual é seu episódio/unsub favorito até hoje?
HB: Foi “The Replicator” (8×24). Trabalhar com Mark Hamill foi um grande prazer. O trabalho de efeitos especiais aéreos e explosivos também foi especial. Passei um tempo com Mark e conversamos principalmente sobre nossos filhos. A filha de Mark era estudante da USC na época, então, tínhamos isso em comum.

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Harry Bring e Mark Hamill

CMBR: Além do progresso tecnológico algo mais mudou na produção de uma série nos últimos 20 anos?
HB:
O aprimoramento da tela verde [conhecido como chroma key] e imagens geradas por computador [CGI] mudaram imensamente a forma como fazemos as coisas. Agora podemos fazer mais fácil e rapidamente o que costumava levar horas e, por vezes, dias. O trabalho que fazíamos em Arquivo X e levava dias, agora leva apenas algumas horas. Avanços realmente agradáveis.
Podemos melhorar ou criar coisas simples como tiros, explosões, acrobacias etc. muito mais facilmente do que no passado.

CMBR: Você é um dos membros mais interativos da equipe de Criminal Minds. Posta muitas fotos dos bastidores e agradecemos muito por isso. Você usa as mídias sociais para ver as reações do público à série? Como acha que a opinião do público nas redes sociais influencia uma série hoje em dia?
HB:
Eu checo as reações dos fãs à maioria dos meus posts de bastidores. Presto atenção às reações e menciono algumas coisas à equipe de criação, eles tomando medidas sobre isso ou não. Nossa equipe de roteiristas também presta atenção aos posts e requisições das mídias sociais. Eles costumam tentar tomar medidas sobre os pedidos dos fãs, mas, por diversas razões, poucos desejos podem ser garantidos. Sei que os fãs querem que certas coisas aconteçam, mas há muitas razões criativas que impedem de abordar seus desejos.

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Harry Bring na mesa de leitura de um dos episódios da 12ª temporada

CMBR: Pode nos contar como é seu trabalho em Criminal Minds? Tipo, você tem algum dedo no desenvolvimento de enredos?
HB:
Meu trabalho como um produtor de linha é, basicamente, comandar tudo sobre a produção física. Calendário, planejamento, financeiro. Certifico-me de que não vamos estourar o orçamento, enquanto supervisiono o dia a dia de trabalho, tanto no set quanto em preparação. Basicamente, sou o capitão do navio. Eu meio que piloto o navio. Faço os “enredos” ganharem vida da melhor forma possível.
Minha contribuição criativa geralmente vem da abordagem aos nossos desafios orçamentários. Por exemplo, se um roteirista escreve uma sequência em um circo e não podemos pagar, vou sugerir um parque de diversões. A história pode permanecer a mesma e podemos pagar um parque. Hehehe!

CMBR: Você tem experiência em alguns shows de longa duração, alguns, como X-Files e Criminal Minds, sobre assuntos controversos. Como produtor, como você equilibra o enredo-base de uma série, a criatividade dos roteiristas, a possibilidade de colocar tudo em prática (em termos de orçamento e tal) e o interesse do público?
HB:
Ótima pergunta! Meus programas de longa duração: Melrose Place (novela), Arquivo X (ficção científica misturada com aplicação da lei), Army Wives (a vida daqueles deixados para trás por maridos e esposas que estão na guerra), Criminal Minds (drama de processo criminal). Todos diferentes de muitas maneiras. Meus primeiros mentores neste negócio me ensinaram uma coisa: “seja um camaleão”. Adapte-se ao projeto, aos problemas e ao dia. Ótimo conselho e dou-lhes crédito por meu sucesso. Cada dia é diferente. Cada hora é diferente. Delegue, reaja, solicite, passe para a próxima tarefa ou desafio.

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Glenn Kershaw, Danny Ramm, Harry Bring, Joe Mantegna e um amigo de Joe

CMBR: A série mudou sua “fórmula” nos últimos anos, com mais histórias pessoais e arcos mais serializados e isso é bastante polêmico entre os fãs. Pode contar por que e como os produtores decidiram fazer isso?
HB:
A série mudou, especialmente nos seis anos em que estive aqui. Nunca fugimos das histórias sobre assassinos em série ou crimes malignos. Realmente embelezamos as histórias de acordo com padrões e práticas da rede. Em várias temporadas passadas, adicionamos mais às histórias pessoais de nossos personagens. Acho que o público gosta de ver/ouvir sobre a vida pessoal dos indivíduos. Isso aumentou dentro do show e acho que é parcialmente em reação aos fãs que querem ver mais sobre a vida dos personagens. Alguns são feitos dentro de episódios que têm uma solução mais rápida e teriam mais tempo para contar histórias pessoais.

CMBR: Criminal Minds traz assuntos muitos obscuros e sempre se destacou dentre os dramas criminais por mostrar tudo de forma mais realista. Isso já gerou problemas com a classificação indicativa?
HB:
O departamento de “Padrões e Práticas” da CBS nos mantém à frente. Começando com o script até o episódio finalizado, eles se certificam de que seguimos suas orientações de televisão responsável para seu público. Temos limites para retratar violência, conteúdo sexual, ações perturbadoras que seriam ofensivas para o público. Isso é bom.

CMBR: Pode nos contar algo sobre as negociações com o elenco para a 13ª temporada?
HB:
A 13ª temporada está garantida. Oba! Nos deram 22 episódios e o primeiro vai ao ar em 20 de setembro, nos EUA. O que sei até agora é que todo o elenco assinou para a próxima temporada, seja por um novo contrato ou uma extensão do antigo. A potencial greve dos roteiristas foi evitada noite passada, quando os roteiristas assinaram contrato para os próximos 3 anos. Oba!

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Mathew Gray Gubler e Harry Bring

CMBR: Estamos ansiosos pelo próximo marco de Criminal Minds. Existe algum esboço do que vocês gostariam de mostrar aos fãs na 13ª temporada e no episódio 300?
HB:
Como a sala dos roteiristas não volta ao trabalho antes do início de junho, não sei as histórias ou a direção que nossa série vai tomar. Como vocês verão em breve, há um grande cliffhanger no episódio 22. Então, haverá algumas grandes histórias para escolher e mostrar à audiência na estreia da próxima temporada.
Mal posso esperar para ver o que está reservado para vocês, público, e para mim, o capitão do navio.

CMBR: Para terminar, o seu apelido no Twitter é LLPOS. E sempre tivemos curiosidade sobre o significado disso…
HR:
LLPOS é uma sigla para “Low Life Piece Of Shit” (“Pedaço de Merda e Escória”, em tradução livre). É meu apelido há 24 anos e foi dado pela equipe e pelo elenco de Melrose Place. É um apelido cativante. Engraçado. Não meu eu verdadeiro. Tem a ver com meu estranho senso de humor. Espero que não se sintam ofendidos.

Tradução e edição: Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho

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The Replicator, season 13, writers’ strike, USC: an exclusive interview with Harry Bring, the LLPOS of Criminal Minds

Criminal Minds BR proudly publishes its first exclusive interview with a crew member of our favorite show. After a Twitter request, producer Harry Bring answered some questions of our team about his job on the show and what’s in store for next season.

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Harry Bring holding the People’s Choice Award CM won this year

As the writers’ strike is out of the way for Criminal Minds, Harry says he is “going to love the rest of hiatus for sure.”

Check out this fun interview with one of the most approachable CM crew members.

Criminal Minds BR: First, we see you are a great fan of the USC sports teams. So, we assume you were graduated in it. Please, tell us something about your College days.
Harry Bring: I did not attend the University of Southern California unfortunately. I have given a few TV production seminars at their film school though.
Back when I was 10 years old my dad took me to a USC football game and I became and instant and avid fan of their athletic program.
I have had season tickets to their football games since 1965. Oddly, I did not attend any college. I wish I had. I took the route of working myself way up from starting in the “mail room” in 1964, became an assistant film editor, became an assistant director, then production manager, and finally a producer. A long and blessed 52-year career.

CMBR: Every year you and CM (and other shows) crew make some campaign or anything remembering Sarah Jones. Can you tell us how the memory of her loss has improved the work conditions on set?
HB:
For me, the loss of Sarah Jones carries so much emotion. I was part of the team on Army Wives that hired Sarah into the business when she graduated college.
Sarah was on our show for 4 seasons before I left to come to CM and she sprouted her wings to try different productions.
Sarah was a wonderful person with so much potential and her life was ended by an unsafe work decision and total lack of leadership.
I use Sarah as a standard for safety on our set now and we honor her every single day by keeping things safe on set.
My big speech to our crew on the first day of production every season is “Be Safe”, “If you see something unsafe, say something”. It’s every single crew member’s responsibility to themselves and others to monitor safety. So many ways to be injured, from simple tripping over a cable to big action sequences on set that could cause harm. [get to know more about Sarah Jones’ story HERE]

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Harry Bring on set holding a picture of Sarah Jones

CMBR: You’ve been in Criminal Minds for six years now. Can you tell us what is your favorite episode and/or unsub so far?
HB: 
It has to be “The Replicator” 824. Working with Mark Hamill was such a pleasure. The aerial and explosion special effects work was special too.
I spent time with Mark and we talked about our children mostly. Mark’s daughter was a student at USC at the time so we had that in common.

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Harry Bring & Mark Hamill

CMBR: Besides the technological progress has anything else changed in producing a show in the latest 20 years?
HB:
The enhancement of Green Screen and CGI has changed how we do things immensely. We can do things now very easily and quickly which used to take hours of work and sometimes days. The work we did back on the XFiles took days and now takes just hours. Really nice advancements.
We can enhance or create simple things like gunfire, explosions, stunts, etc so much easier now than in the past.

CMBR: You are one of the most interactive crew members of Criminal Minds. You post a lot of BTS pictures and info and we thank you so much for that. Do you use your social media to see the reactions of the audience to the show so you can use this information on the show? How do you think the audience’s opinion on SM can influence a show nowadays?
HB:
I do check on fans reactions to most of my BTS posts. I do pay attention to SM reaction and mention some things to the creative team, whether they take action on it or not. Our writing staff does pay attention to SM posts and requests as well. They usually try to take action on fan requests but for many reasons, very few wishes can be granted. I know fans want certain things to happen but there are so many creative reasons that prevent addressing their wishes.

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Harry Bring on table read of a Season 12 episode

CMBR: Can you tell us how is your job on Criminal Minds? Like, do you have any hand on developing plots or so?
HB:
My job as Line Producer is basically to be in charge of all physical production. The schedules, planning, financial. I make sure we stay on budget while overseeing the day to day work, both on set and in preparation. Basically, I’m the ship’s captain. I sort of steer the ship. I make the “plots” come to life as best we can.
My creative input usually comes from me addressing our budgetary challenges. As an example, if a writer writes a circus sequence and we can’t afford it, I will suggest a carnival. The story can stay the same and we can afford a carnival. Heh heh heh.

CMBR: You got a lot of experience in long-run shows about some controversial topics, like X-Files and Criminal Minds. As a producer, how do you balance the basic plot of a show, the creativity of the writers, the possibility of putting it to practice (in budget terms or so) and the interest of the audience in it?
HB:
Great question! My long-running shows Melrose Place (Soap Opera). The XFiles (Science Fiction blended with Law Enforcement). Army Wives (Lives of those left behind while spouses are at war). Criminal Minds (Procedural Crime Drama). All different in so many ways. My early mentors in the business all taught me one thing. “Be a Chameleon”. Adapt to the project, the problems, and the day. Great advice and I give them credit for my success. Every day is different. Every hour is different. Address, react, apply, move on to the next task or challenge.

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Glenn Kershaw, Danny Ramm, Harry Bring, Joe Mantegna & a friend of Joe’s

CMBR: The show has changed its “formula” in the latest years, with more personal stories and more serialized arcs and it’s been quite controversial among the fans. Can you tell us why and how the producers decided to do that?
HB:
The show has changed, especially in the 6 years I’ve been here. We never run out of stories about serial killers or evil crimes. We do embellish the stories in keeping with network standards and practices. In the past several seasons we have added more to the personal stories of our characters. I think the audience does like to see/hear about the individuals personal life. It has increased within the show and I think that is partially in reaction to the fans wanting to see more about the character’s lives. Some are done within episodes that have a quicker crime solution which would have more time to tell personal stories.

CMBR: Criminal Minds has very obscure topics and has always stood out from other procedural shows by addressing it in a much more realistic way. Has that caused problems with the parental guidelines yet? How did you deal with it?
HB:
The CBS department of “Standards and Practices” keeps us in tow. Starting with the script all the way through the finished episode, they make sure we adhere to their guidelines of acceptable and responsible television for their audience. We have limits to portraying violence, sex content, disturbing actions that would be offensive to the audience. It’s a good thing.

CMBR: Can you tell us anything about cast negotiations for season 13?
HB:
Season 13 is in the bag now. Yay! 22 episode pick up and we air the first episode in America on September 20th. As far as I know right now all cast members are signed for next season, whether it’s a new contract or an extension of their old contract. The potential Writer’s Strike was avoided last night as the writers settled on a contract for the next 3 years. Yay!

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Matthew Gray Gubler & Harry Bring

CMBR: We’re looking forward to the next milestone of Criminal Minds. Is there any outline of what you’d like to show the fans on season 13 and the upcoming episode 300?
HB:
Because the writer’s room does not start back until early June, I’m not aware of the stories or direction our show will take. As you will know shortly, there is a big cliffhanger coming in this season’s finale 1222. So, there will be some big story to pick up from when we show the audience next season’s premiere.
I can’t wait to see what’s in store for you, the audience, and me, the ship’s captain.

CMBR: Finally, your nickname on Twitter is LLPOS. And we’ve always been curious about the meaning of it…
HR: 
LLPOS stands for Low Life Piece Of Shit. It’s been my nickname for the last 24 years. Given to me by the cast and crew of Melrose Place. It is an endearing nickname. Funny. Not the true me. It was given to me more for my weird sense of humor. I hope you and your readers don’t be offended.

Translated and Edited by Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho

Podcast CMBR 12.11 “Surface Tension” & 12.12 “A Good Husband”

Devido aos atrasos, decidimos juntar dois episódios dos quais não tínhamos tanto a falar para uma única gravação… e vamos que vamos, que vem arco loooooooooongo por aí!

Baixe, escute e deixe a sua opinião: http://bit.ly/2rBhplz

Podcast CMBR 12.02 ‘Sick Day’

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Debora e eu recebemos a nossa grande amiga e fã, Alessandra Mendes, para falar desse episódio que teve coisas boas e ruins, muito de uma das nossas personagens favoritas e a despedida do chefe mais amado de todos…

Baixe e ouça: http://bit.ly/2hvfAAH

E comente com a gente a sua opinião! 🙂

Por que Criminal Minds ainda não foi renovada?

“Tive um sonho noite passada, de que CM será escolhida para a 12ª temporada nesta semana”, Harry Bring, coprodutor-executivo da Criminal Minds, twittou em 19 de abril. “Espero que esse sonho se torne realidade”.

Mais de uma semana passou, e esse sonho ainda não se realizou. O procedural, que vai terminar a 11ª temporada em 4 de maio, foi visivelmente deixada fora das primeiras renovações da CBS para shows veteranos – dias após Minds marcar a maior audiência em 16 meses, com a saída da estrela Shemar Moore.

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Shemar Moore como Derek Morgan no episódio “A Beautiful Disaster” (11×18), que marcou sua saída da série.

Na verdade, Criminal Minds pode não descobrir seu destino até 10 de maio, Bring twittou, enquanto a rede negocia um novo acordo de licenciamento com a ABC Studios, que co-produz o show. De acordo com o Deadline, as duas partes estão tentando ativamente elaborar um acordo para o próximo ano. Mas “tentar ativamente” e “renovar” são duas coisas completamente diferentes.

Embora isso possa parecer preocupante, não é nada novo para os fãs de longa data, que já ficaram por um fio antes. Esta é a terceira vez nos últimos quatro anos que a série teve de suar. No ano passado, Minds foi renovada em 11 de maio – com a maior parte do lineup da CBS – enquanto os contratos dos atores estavam pendentes.

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Podcast CMBR Hiatus 1.04 (Gubler Episodes)

03 GUBLER EPISODES

Sim, podcast muito aguardado a gente demora pra publicar, pra aumentar a expectativa! =P

Um debate entre a gublernática Dayana, Debora e eu, sobre os pontos fortes e fracos, as coisas boas e as nem tanto que o minino Matthew Gray Gubler fez nos oito episódios que ele dirigiu desde a 5ª temporada.

Vem ouvir, vem concordar, vem discordar, curtir e compartilhar! \o/

É só baixai por aqui, ó: http://bit.ly/1HPbQDS

P.A.

Podcast CMBR Hiatus 1.02 (10 anos no ar)

01 10 ANOS

Aí sim! Pra quem estava ansioso sobre o podcast no qual analisaríamos os 10 anos de Criminal Minds, apresento-lhes o professor universitário e escritor Caio Camargo (encontre os livros dele aqui e aqui) que veio participar desse debate com a gente e, com certeza, virá mais vezes!

Além dele, a volta da indefectível Debora Gutierrez!

Vem ouvir, gente, que esse podcast tá mais do que especial! Baixe aqui: http://bit.ly/1Gqzt0p

P.A.

Criminal Minds – Primeira Temporada: O Gênesis

Season 1 (43)Dramas criminais nunca foram exatamente novidade para o público que em 22 de setembro de 2005 acompanhou a estreia de Criminal Minds, exibido e produzido pela rede americana de televisão aberta CBS em co- produção com a ABC Studios. Muitos destes shows de TV destacavam-se por se desenvolverem em determinado ambiente (como por exemplo, NCIS, cujo herança de ser spin off de JAG determinou que sua ação ocorresse na Marinha Americana). Outras, preocupavam-se em enfatizar o método de investigação criminal, como CSI e seus spin offs que visavam priorizar a investigação através do ponto de vista de evidências materiais. Muitas focavam-se no dia a dia de delegacias (como Without a Trace), paramédicos e bombeiros (Third Watch), ou ainda no desenvolver do crime sob a aspecto do tribunal (por exemplo, Law & Order e suas franquias). A inovadora The Ex Files (Arquivo X) caminhava de braços dados com teorias conspiratórias e fatos inexplicáveis e a saudosa Moonlighting (no Brasil, exibida como A Gata E O Rato) foi para a época o que hoje é Castle para seus fãs: um criminal que investe firmemente no romance e na comédia.

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Criminal Minds prometia mais do que qualquer destes aspectos, prometia invadir a mente de um criminoso em série para assim poder prever seus futuros passos e impedir novos crimes. Nesta noite a série idealizada por Mark Gordon e Jeff Davis superou como melhor estreia a série Lost, que um ano antes estreava na casa dos 18 e meio milhões de telespectadores, que por sua vez, superou a última melhor estreia do gênero, que fora em 1995, com Murder One. Com 19.57 milhões de telespectadores, a série não conseguiu convencer, apresentando um episódio com mais promessas do que conteúdo. O roteiro de Extreme Agressor até que mostrou-se ousado e tentou levar a sério sua premissa, no entanto, com a difícil tarefa de inovar misturando-se à necessidade de apresentar e contextualizar muitos personagens regulares ( eram na verdade seis agentes, JJ aparece apenas a partir do segundo episódio da série), deixou muita coisa a desejar. O resultado de um episódio apenas regular foi a queda vertiginosa de sua audiência nos episódios seguintes (de 01×02 a 05, pela ordem Compulsion, Won’t Get Fooled Again, Plain Sight e Broken Mirror), com números girando entre 10 e meio e 12 e meio milhões de telespectadores. Embora contasse com o aval de exibição do canal, os produtores ainda lidavam com outro grande problema: americanos levam muito a sério a classificação etária dos seus shows e a proposta era mostrar crimes cruéis, criminosos sádicos, mentes deturpadas, muito diferentes dos assaltos a mão armada habitué de outras séries.

Season 1 (14)

Entre roteiros brilhantes, tomadas de câmera pouco comuns e montagens interessantes, a primeira temporada oscilou bastante em qualidade e audiência. Alguns episódios excelentes como o 01×06 – The Fox, 01×14 – Riding The Lightning, 01×17 – A Real Rain e 01×19 – Machismo foram aos poucos consolidando uma audiência que, se não trazia o resultado esperado em números na amostragem que interessa ao patrocinador, certamente se consolidava em números absolutos, voltando a bater entre 14 e meio e 15 e meio milhões de telespectadores em diversos episódios. Importante também foi descrição de casos reais semelhantes aos ficcionais, mencionados semanalmente, acrescentando credibilidade a um assunto pouco conhecido. Quem assistia às variadas barbaridades na tela, sentia-se mais confortável (ou não!! que mundo é este!!!) ao saber que tais casos tinham um fundamento, que coisas esdrúxulas não eram apenas tiradas da cartola sem veracidade. Uma Season Finale extremamente criativa (01×22 – The Fisher King – part 1) garantiu não apenas a renovação para nova temporada, mas um aumento surpreendente nos números.

Season 1- 2 lote (1)

Com um começo meio morno e episódios irregulares, os menos atentos ou insistentes não puserem fé na longevidade da série. Inúmeros outros shows que começaram um ano antes ou um ano depois de Criminal Minds foram ficando pelo caminho, com apenas duas, no máximo três temporadas. Em sua maioria, os episódios do novo show ficavam muito mais no difícil caminho da construção de um perfil do criminoso do que propriamente contando um pouco mais da vida de cada um dos agentes. O maior privilegiado nesta primeira temporada foi o agente Aaron Hotchner, que no primeiro episódio temos a oportunidade de descobrir que está para virar pai de primeira viagem e onde, aos poucos iremos acompanhar suas dificuldades em conciliar uma atividade profissional tão peculiar e extenuante com a saudável vida em família.

Curiosidades:

  • Embora a atriz Kirsten Vangness apareça em todos os episódios da primeira temporada, ela passa a ser creditada como parte do elenco regular da série apenas na segunda temporada.
  • Como dito antes, a atriz AJCook aparece interpretando Jennifer Jareau apenas a partir do segundo episódio da série.
  • Logo no primeiro episódio conhecemos aquela que será a esposa de Hotch na série por três temporadas: Haley Hotchner aparece grávida e é interpretada pela atriz Meredith Monroe.
  • Fica um pouco confusa na primeira temporada a função de Jason Gideon. Embora ele seja um agente sênior não em posição de chefia (cargo de Hotch), ele durante diversos episódios toma decisões e assume responsabilidades que ao meu ver caberiam ao chefe da unidade, por maior que fosse sua experiência ( função que passa a fazer mais sentido a partir do momento que David Rossi assume no lugar de Gideon, na terceira temporada).

Quer saber como uma das séries mais duradouras da televisão sobreviveu a tantas turbulências e continua sendo uma das grandes apostas da CBS? Acompanhe conosco os comentários sobre as diversas temporadas de Criminal Minds.

Até a próxima!

Débora Gutierrez R Clemente

Photos by CBS

11ª Temporada de Criminal Minds + Criminal Minds: Beyond Borders (spinoff)

Criminal Minds garantiu a renovação para uma 11ª Temporada.

Criminal Minds garantiu a renovação para uma 11ª Temporada.

A renovação de Criminal Minds veio novamente antes do elenco fechar seus acordos para a próxima temporada, a CBS e o seriado já estiveram nessa posição antes. Há conversas sobre os atores continuarem na série, mesmo a emissora sugerindo cortes no orçamento. O seriado veterano será acompanhado pelo spinoff recém-eencomendado, Criminal Minds: Beyond Borders.

Essa nova equipe de peritos criminologistas deixa Quantico para ajudar os americanos que se encontram em apuros no exterior. O episódio de 8 de abril de Criminal Minds (10×19), apresentou os atores e o conceito. Gary Sinise, Daniel Henney e Tyler James Williams estão confirmados como as estrelas da série. Fontes afirmam que Anna Gunn apareceu no episódio piloto, mas não irá continuar na série.

A escritora responsável será Erica Messer e os outros produtores executivos serão Mark Gordon e Nick Pepper.

O spinoff Criminal Minds: Beyond Borders garantiu uma temporada completa pela CBS.

O spinoff Criminal Minds: Beyond Borders garantiu uma temporada completa pela CBS.

Criminal Minds Season 11 + Criminal Minds: Beyond Borders (spinoff)

For Criminal Minds, the renewal again comes before the cast has closed deals for next season, a position CBS and the show have been in before. I hear talks with actors continue as the show has been asked to trim the budget. The veteran will be joined by newly picked-up spinoff Criminal Minds: Beyond Borders.

This new team of expert criminologists is getting out of Quantico and helping Americans who find themselves in trouble abroad. The April 8 episode of Criminal Minds introduced the actors and the concept. Gary Sinise, Daniel Henney, and Tyler James Williams are set to star. Anna Gunn appeared in the planted pilot but is not continuing with the series.

Writer will be Erica Messer and other executive producers will be Mark Gordon and Nick Pepper.

Tradução e edição/Translated and edited by: Dayana Alves Coelho

Fontes/Sources: TV Line, TV Guide, Deadline.

Kate Callahan em foco: episódio 10×15 “Scream”

Preview do episódio 15 da 10ª temporada de ‘Criminal Minds’: Jennifer Love Hewitt no centro das atenções em ‘Scream’.

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Na próxima semana, “Criminal Minds” chega com um novo episódio, “Scream”, que passa a ser um tanto significativo para a direção do personagem Kate Callahan. Vamos ver que Jennifer Love Hewitt tem bastante tempo na tela neste episódio. Não só isso, mas também vamos ver um pouco de sua vida em casa. Além disso, Greg Grunberg! Qualquer momento que temos chance de ver este ator de “Heroes” é um motivo de celebração.

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Quer receber alguns detalhes agora, em termos do que esperar? Não tenha medo, pois a CBS acaba de lançar a sinopse oficial para este episódio:

“Vítimas na Califórnia levam a BAU à procura de um ‘unsub’ que pode ter testemunhado abusos quando criança. Enquanto isso, Kate mostra a preocupação parental quando sua sobrinha, Meg, marca um encontro com uma amiga para encontrar um menino que conheceu on-line, em Criminal Minds, quarta-feira, 11 de fevereiro na CBS Television Network. Greg Grunberg (“Felicity”, “Lost”) é a estrela convidada como o marido de Kate, Chris Callahan”.

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Estamos animados para ver o que acontece com Kate, e, além de que, sentimos que o caso da semana será um assunto delicado. Temos um ‘unsub’ que está, aparentemente, declarando como sua missão colocar crianças sob trauma, e depois gravar seus gritos [= screams]. Assim, o título deste episódio. Não estamos apenas falando de uma referência à alguma franquia de horror.

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Há mais algumas reviravoltas que provavelmente iremos conhecer com este episódio em breve, de modo que devemos manter nossos olhos e ouvidos abertos para mais informações nos próximos dias. Fiquem atentos!

Assista à prévia de “Scream” abaixo.

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Next week, “Criminal Minds” arrives with a new episode in “Scream,” which happens to be a rather significant one for the direction of the Kate Callahan character. We’re going to see Jennifer Love Hewitt have a good deal of screen time in this episode. Not only that, but we are also going to see quite a bit of her home life. Also, Greg Grunberg! Anytime that we get a chance to see the “Heroes” alum is a cause for celebration in our books.

Want to get a few other details right now in terms of what to expect? Have no fear, since CBS just released what is the official synopsis for this hour:

“Victims in California have the BAU searching for an UnSub who may have witnessed abuse as a child. Meanwhile, Kate shows parental concern when her niece, Meg, makes a date with a friend to meet a boy they met online, on CRIMINAL MINDS, Wednesday, Feb. 11 (9:00-10:00 PM, ET/PT) on the CBS Television Network.  Greg Grunberg (@greggrunberg; “Felicity,” “Lost”) guest stars as Kate’s husband, Chris Callahan.”

We’re excited to see what happens with Kate, and in addition to that, we feel like the case of the week is going to be a tricky one. We have an UnSub here who is apparently making it a mission statement to put children through trauma, and then record their screams. Hence, the title of this episode. We’re not just talking here about a reference to some horror franchise.

There are some further twists and turns that we will probably find out about with this episode soon, so keep your eyes and ears peeled for more in the days ahead. Stay tuned!

Watch “Scream” preview above.

Tradução/Translated by: Patricia Angelica.

Revisão/Review by: Dayana Alves Coelho.

Fonte/Source: Catermatt.