Life behind the cameras: an interview with John Hatchitt

Criminal Minds just started its path to season 13. And as the sets come back to life, we were able to get in touch with one of the most prolific CM crew members on Twitter, who posts a lot of BTS pics of his job.

Join us and get to know more about John Hatchitt and his 13 years of working on Criminal Minds.

Criminal Minds BR: In your Twitter profile, besides the pictures of your job on Criminal Minds, we can see a lot of bike rides. When and how did you start road cycling?
John Hatchitt:
I raced bikes before getting into the Industry, but just so happened our Director of Photography, Greg St John’s, rode bikes for the first few seasons and lured me back in. Knowing what it takes to race, he allows me the time to train and travel, which is amazing.

John Hatchitt riding his bike on the road (photo: John Hatchitt)

CMBR: How did you start working in the entertainment industry?
JH:
I got into the business when Disney studios in Florida were being built on what was a 1-week job. Almost 30 years later, here I am with my 3-boys 29, 28 and 26 working with me.

CMBR: Tell us about your job on Criminal Minds. What’s your usual daily schedule?
JH:
Our daily schedule is pretty straight forward. My best boy and the guys are normally there 30-1 hour before to unload equipment. I arrive before the Director of Photography to make sure if we have camera mounts or camera cranes and they are set and ready for Greg and director to look at.

John Hatchitt and his team joking on Shemar Moore behind the scenes of episode 10×19 (photo: John Hatchitt)

CMBR: What is the difference between working in movies and TV? What is/are the biggest challenge(s) in each one?
JH:
With TV you know it’s a Monday-Friday, where with movies your working days can be all over. Also, with Movies, you have a little more time during the day to get creative with moves/shots and camera rigs. Where with TV the fans really want to see their stars up close.

CMBR: How does the fact of having different director and writer every week affect your job on set?
JH:
Having different directors/writers just adds a variety to our shooting. Harry and Glenn go out weeks before the director to find locations which then gives us a little idea as to what to expect before the scouting and helps us get one foot in the door on the episode. So if there is a chance to do a fun rig we have time to come up with the most efficient way to do it without taking time away from the shoot day.

John Hatchitt behind the scenes of episode 11×06 (photo: John Hatchitt)

CMBR: How has the technical evolution in the latest years affected your job on set?
JH:
With the changing in technology, a lot less equipment is used in Day/Night shooting which helps speed things up. And as cameras are getting smaller, it is easier to rig in new places for different angles.

CMBR: Tell us about set safety and how does it affect/help your daily job on set, such as in a “normal” day or the ones with stunt/special effects sequences.
JH:
Our set-safety is to walk around each day, wherever it is we are shooting and make sure all is good. With the stunts, Tom Elliott is in charge and has extra eyes around but we are there to assist when needed.

The view from a camera rail installed by Hatchitt’s team (photo: John Hatchitt)

CMBR: What is your favorite episode/unsub so far? Why?
JH:
My favorite episodes were in Season 2 with Keith Carradine [who played Frank Breitkopf, on episodes 2×13 “No Way Out” and 2×23 “No Way Out: The Evilution Of Frank”]. It was very interesting and he disappeared with never finding a body.

Camera equipment set on an external filming (photo: John Hatchitt)

CMBR: For finishing, you guys just started filming season 13, what can you tell about what’s in stock for the next year?
JH:
Thank you for allowing me to share this with you and your Criminal Minds fan base. And get ready to spend some time on the edge of your seats. I will share some behind the scenes on Twitter [@johnhatchitt] without giving away too much.

Writing and Editing:  CMBR Team – Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho

Vida atrás das câmeras: entrevista com John Hatchitt

Criminal Minds acabou de começar a gravar a 13ª temporada. E, enquanto os cenários ganham vida novamente, conseguimos conversar com um dos membros da equipe de produção mais prolíficos no Twitter, que posta muitas fotos do seus trabalho nos bastidores.

Junte-se a nós e conheça melhor John Hatchitt e seus 13 anos de trabalho em Criminal Minds.

Criminal Minds BR: Em seu perfil no Twitter, além das fotos do seu trabalho em Criminal Minds, vemos muitas fotos de passeios de bicicleta. Quando e como você começou a praticar ciclismo de estrada?
John Hatchitt:
Eu andava de bicileta antes mesmo de entrar para a indústria [do entretenimento], mas aconteceu que o nosso diretor de fotografia, Greg St John’s, andava de bicicleta nas primeiras temporadas e me trouxe de volta. Sabendo o que é preciso para correr, ele me permite ter tempo para treinar e viajar, o que é maravilhoso.

John Hatchitt em uma de suas corridas de bicicleta (foto: John Hatchitt)

CMBR: Como você começou a trabalhar na indústria do entretenimento?
JH:
Eu entrei neste negócio quando os estúdios Disney, na Flórida, estavam sendo construídos, no que era um serviço de uma semana. Quase 30 anos depois, aqui estou com meus três filhos de 29, 28 e 26 anos trabalhando comigo.

CMBR: Conte-nos sobre o seu trabalho em Criminal Minds. Qual costuma ser sua agenda?
JH:
Nossas tarefas diárias são bastante diretas. Meu braço direito e o resto da equipe chegam à locação entre 30 minutos e uma hora antes para descarregar equipamentos. Chego antes do diretor de fotografia para garantir que as montagens das câmeras ou guindastes estão preparados para Greg e diretor verem.

John Hatchitt e sua equipe brincando com Shemar Moore nos bastidores do episódio 10×19 (foto: John Hatchitt)

CMBR: Qual a diferença de trabalhar em cinema e TV?
JH:
Com TV, sabemos que é um trabalho de segunda a sexta, em cinema, pode-se trabalhar todos os dias da semana. Além disso, no cinema, há um pouco mais de tempo ao longo do dia para ser criativo com movimentos/tomadas e equipamentos. Na TV, os fãs qurem mesmo é ver as estrelas bem de perto.

CMBR: Como o fato de haver um roteirista e um diretor diferentes toda semana afeta o seu trabalho no set?
JH:
Ter um diretor/roteirista diferentes apenas nos dá mais variedade na gravação. Harry e Glenn saem semanas antes para encontrar locações que depois nos dão ideias do que esperar e nos ajudam a ficam preparadas para o episódio. Então, se houver uma chance de fazer uma brincadeira, temos tempos de pensar na forma mais eficiente de fazê-lo sem perder tempo no dia da gravação.

John Hatchitt nos bastidores do episódio 11×06, dirigido por Thomas Gibson (foto: John Hatchitt)

CMBR: Como o avanço tecnológico dos últimos anos afetou seu trabalho?
JH:
Com as mudanças na tecnologia, usamos muitos menos equipamentos nas gravações, o que nos ajuda a acelerar o processo. E, como as câmeras estão ficando menores, é mais fácil de fazer instalações em novos locais para conseguir ângulos diferentes.

CMBR: Fale-nos sobre segurança no set e como isso afeta/auda seu trabalho, tanto em dias comuns como em sequências com efeitos especiais.
JH:
A nossa parte de segurança no set é olhar em volta todos os dias, onde quer que estejamos gravando e ter certeza de que está tudo certo. En relação aos dublês, Tom Elliott é o responsável e está sempre de olho, mas também estamo sempre por perto para dar a assistência necessária.

A visão a partir de um trilho de câmera instalado pelo equipe de Hatchitt (foto: John Hatchitt)

CMBR: Qual seu unsub/episódio favorito até agora? Por quê?
JH:
Meus episódios favoritos foram os da segunda temporada com Keith Carradine [que interpretou Frank Breitkopf, nos episódios 2×13 “No Way Out” e 2×23 “No Way Out: The Evilution Of Frank”]. Foi muito interessante e ele sumiu sem deixar rastros.

Equipamento montado em uma filmagem externa (foto: John Hatchitt)

CMBR: Para terminar, vocês acabaram de começar as filmagens da 13ª temporada, o que pode nos dizer sobre o que está por vir?
JH:
Obrigada por me permitir dividir tudo isso com você e o fandom de Criminal Minds. E preparem-se para ficar à beira dos seus assentos. Vou compartilhar algumas coisas dos bastidores no Twitter [@johnhatchitt] sem muitos spoilers.

Redação, Tradução e Edição:  Equipe CMBR – Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho

Podcast CMBR 12.20 ‘Unforgettable’

Entrando no clima junino…
Temporada acabando! AEEEEEEEEEEEEEE
O episódio foi bom! É MENTIRAAAAAAAAAAAA

Fomos surpreendidos novamente?! Mais ou menos… mas ainda estamos curiosos e um pouco esperançosos com os doi últimos episódios…

Podcast CMBR 12.18 ‘Hell’s Kitchen’

Episódio bom é assim: a gente vê referências inteligentes, que se interligam e. até a história mais assustadora, pode ganhar beleza, poesia e filosofia. De “O Sol É Para Todos” a “O Senhor Dos Aneis” passando por “Sociedade Dos Poetas Mortos”, um unsub solitário e uma jovem vítima também solitária fazem um episodio cativante e reflexivo.

Para ouvir, baixe aqui: http://bit.ly/2utpUjl

Podcast CMBR 12.17 ‘In The Dark’

Temporada pertinho do fim e não sabemos pra onde vamos…
Caso fraquinho, sonolento… e a prisão do nosso Doutor favorito é apenas dor, sofrimento e… bem… sei lá, né?
Ouçam aí e nos ajudem a pensar alguma coisa sobre tudo isso…

Baixe e ouça: http://bit.ly/2utv9zq

Replicador, 13ª temporada, greve de roteiristas, USC: uma entrevista exclusiva com Harry Bring, o LLPOS de Criminal Minds

É com muito orgulho que a Criminal Minds BR apresenta a sua primeira entrevista exclusiva com um membro da equipe de produção da nossa querida série. Após uma solicitação por Twitter, o produtor Harry Bring respondeu algumas perguntas da nossa equipe sobre o trabalho na série e algumas informações sobre o que está por vir.

PCA_IMG_2643

Harry Bring com o People’s Choice Awards

Após tirar a grave dos roteiristas do caminho de Criminal Minds, Harry afirma que vai “amar o resto do hiatus, com certeza”.

Confira a divertida conversa com um dos membros mais acessíveis da equipe de produção de CM.

Criminal Minds BR: Primeiramente, vemos que você é um grande fã das equipes esportivas da USC (University of Southern California). Então, presumimos que você se formou lá. Conte-nos sobre sua época de faculdade.
Harry Bring: Não cursei a USC, infelizmente. Entretanto, dei alguns seminários sobre produção de TV na escola de cinema lá.
Quando tinha 10 anos, meu pai me levou a um jogo de futebol americano da USC e instantaneamente virei um ávido fã do programa esportivo deles.
Tenho ingressos para a temporada de futebol deles desde 1965. Estranhamente, não frequentei nenhuma faculdade. Eu gostaria. Fiz meu caminho trabalhando por mim mesmo e comecei na “sala de correio” em 1964, tornei-me assistente de edição de filme, depois assistente de direção, então, gerente de produção e, finalmente, produtor. Uma longa e abençoada carreira de 52 anos.

CMBR: Todo ano você e a equipe de CM (e de outras séries) fazem campanhas e homenagens à Sarah Jones. Pode nos dizer como a memória da perda dela melhorou as condições de vida no set?
HB:
Para mim, a perda de Sarah Jones carrega muita emoção. Eu fazia parte da equipe de “Army Wives” que contratou Sarah quando ela se formou na faculdade.
Sarah estava em nosso show por quatro temporadas antes de eu sair e vir para CM e ela abriu suas asas para tentar produções diferentes.
Sarah era uma pessoal maravilhosa com muito potencial e a vida dela terminou por causa de uma decisão insegura de trabalho e total falta de liderança.
Uso Sarah como padrão para a segurança em nosso set agora e honramo-la todos os dias, mantendo tudo seguro no set.
Meu grande discurso para nossa equipe no primeiro dia de produção em todas as temporadas é “fiquem em segurança”, “se você vir algo inseguro, diga alguma coisa”. Monitorar a segurança é responsabilidade de cada membro da equipe consigo mesmo e com os outros. Há muitas formas de se ferir, desde um simples tropeção em um cabo até grandes sequências de ação no set que podem causar danos. [entenda história de Sarah Jones AQUI]

Sarah_IMG_2281

Harry Bring segura uma foto de Sarah Jones no set

CMBR: Você está em Criminal Minds há seis anos. Pode nos contar qual é seu episódio/unsub favorito até hoje?
HB: Foi “The Replicator” (8×24). Trabalhar com Mark Hamill foi um grande prazer. O trabalho de efeitos especiais aéreos e explosivos também foi especial. Passei um tempo com Mark e conversamos principalmente sobre nossos filhos. A filha de Mark era estudante da USC na época, então, tínhamos isso em comum.

Replicator_BI1GW2ACMAEv-xl

Harry Bring e Mark Hamill

CMBR: Além do progresso tecnológico algo mais mudou na produção de uma série nos últimos 20 anos?
HB:
O aprimoramento da tela verde [conhecido como chroma key] e imagens geradas por computador [CGI] mudaram imensamente a forma como fazemos as coisas. Agora podemos fazer mais fácil e rapidamente o que costumava levar horas e, por vezes, dias. O trabalho que fazíamos em Arquivo X e levava dias, agora leva apenas algumas horas. Avanços realmente agradáveis.
Podemos melhorar ou criar coisas simples como tiros, explosões, acrobacias etc. muito mais facilmente do que no passado.

CMBR: Você é um dos membros mais interativos da equipe de Criminal Minds. Posta muitas fotos dos bastidores e agradecemos muito por isso. Você usa as mídias sociais para ver as reações do público à série? Como acha que a opinião do público nas redes sociais influencia uma série hoje em dia?
HB:
Eu checo as reações dos fãs à maioria dos meus posts de bastidores. Presto atenção às reações e menciono algumas coisas à equipe de criação, eles tomando medidas sobre isso ou não. Nossa equipe de roteiristas também presta atenção aos posts e requisições das mídias sociais. Eles costumam tentar tomar medidas sobre os pedidos dos fãs, mas, por diversas razões, poucos desejos podem ser garantidos. Sei que os fãs querem que certas coisas aconteçam, mas há muitas razões criativas que impedem de abordar seus desejos.

12x14

Harry Bring na mesa de leitura de um dos episódios da 12ª temporada

CMBR: Pode nos contar como é seu trabalho em Criminal Minds? Tipo, você tem algum dedo no desenvolvimento de enredos?
HB:
Meu trabalho como um produtor de linha é, basicamente, comandar tudo sobre a produção física. Calendário, planejamento, financeiro. Certifico-me de que não vamos estourar o orçamento, enquanto supervisiono o dia a dia de trabalho, tanto no set quanto em preparação. Basicamente, sou o capitão do navio. Eu meio que piloto o navio. Faço os “enredos” ganharem vida da melhor forma possível.
Minha contribuição criativa geralmente vem da abordagem aos nossos desafios orçamentários. Por exemplo, se um roteirista escreve uma sequência em um circo e não podemos pagar, vou sugerir um parque de diversões. A história pode permanecer a mesma e podemos pagar um parque. Hehehe!

CMBR: Você tem experiência em alguns shows de longa duração, alguns, como X-Files e Criminal Minds, sobre assuntos controversos. Como produtor, como você equilibra o enredo-base de uma série, a criatividade dos roteiristas, a possibilidade de colocar tudo em prática (em termos de orçamento e tal) e o interesse do público?
HB:
Ótima pergunta! Meus programas de longa duração: Melrose Place (novela), Arquivo X (ficção científica misturada com aplicação da lei), Army Wives (a vida daqueles deixados para trás por maridos e esposas que estão na guerra), Criminal Minds (drama de processo criminal). Todos diferentes de muitas maneiras. Meus primeiros mentores neste negócio me ensinaram uma coisa: “seja um camaleão”. Adapte-se ao projeto, aos problemas e ao dia. Ótimo conselho e dou-lhes crédito por meu sucesso. Cada dia é diferente. Cada hora é diferente. Delegue, reaja, solicite, passe para a próxima tarefa ou desafio.

Golfe_IMG_2247

Glenn Kershaw, Danny Ramm, Harry Bring, Joe Mantegna e um amigo de Joe

CMBR: A série mudou sua “fórmula” nos últimos anos, com mais histórias pessoais e arcos mais serializados e isso é bastante polêmico entre os fãs. Pode contar por que e como os produtores decidiram fazer isso?
HB:
A série mudou, especialmente nos seis anos em que estive aqui. Nunca fugimos das histórias sobre assassinos em série ou crimes malignos. Realmente embelezamos as histórias de acordo com padrões e práticas da rede. Em várias temporadas passadas, adicionamos mais às histórias pessoais de nossos personagens. Acho que o público gosta de ver/ouvir sobre a vida pessoal dos indivíduos. Isso aumentou dentro do show e acho que é parcialmente em reação aos fãs que querem ver mais sobre a vida dos personagens. Alguns são feitos dentro de episódios que têm uma solução mais rápida e teriam mais tempo para contar histórias pessoais.

CMBR: Criminal Minds traz assuntos muitos obscuros e sempre se destacou dentre os dramas criminais por mostrar tudo de forma mais realista. Isso já gerou problemas com a classificação indicativa?
HB:
O departamento de “Padrões e Práticas” da CBS nos mantém à frente. Começando com o script até o episódio finalizado, eles se certificam de que seguimos suas orientações de televisão responsável para seu público. Temos limites para retratar violência, conteúdo sexual, ações perturbadoras que seriam ofensivas para o público. Isso é bom.

CMBR: Pode nos contar algo sobre as negociações com o elenco para a 13ª temporada?
HB:
A 13ª temporada está garantida. Oba! Nos deram 22 episódios e o primeiro vai ao ar em 20 de setembro, nos EUA. O que sei até agora é que todo o elenco assinou para a próxima temporada, seja por um novo contrato ou uma extensão do antigo. A potencial greve dos roteiristas foi evitada noite passada, quando os roteiristas assinaram contrato para os próximos 3 anos. Oba!

MGG_IMG_2641

Mathew Gray Gubler e Harry Bring

CMBR: Estamos ansiosos pelo próximo marco de Criminal Minds. Existe algum esboço do que vocês gostariam de mostrar aos fãs na 13ª temporada e no episódio 300?
HB:
Como a sala dos roteiristas não volta ao trabalho antes do início de junho, não sei as histórias ou a direção que nossa série vai tomar. Como vocês verão em breve, há um grande cliffhanger no episódio 22. Então, haverá algumas grandes histórias para escolher e mostrar à audiência na estreia da próxima temporada.
Mal posso esperar para ver o que está reservado para vocês, público, e para mim, o capitão do navio.

CMBR: Para terminar, o seu apelido no Twitter é LLPOS. E sempre tivemos curiosidade sobre o significado disso…
HR:
LLPOS é uma sigla para “Low Life Piece Of Shit” (“Pedaço de Merda e Escória”, em tradução livre). É meu apelido há 24 anos e foi dado pela equipe e pelo elenco de Melrose Place. É um apelido cativante. Engraçado. Não meu eu verdadeiro. Tem a ver com meu estranho senso de humor. Espero que não se sintam ofendidos.

Tradução e edição: Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho

The Replicator, season 13, writers’ strike, USC: an exclusive interview with Harry Bring, the LLPOS of Criminal Minds

Criminal Minds BR proudly publishes its first exclusive interview with a crew member of our favorite show. After a Twitter request, producer Harry Bring answered some questions of our team about his job on the show and what’s in store for next season.

PCA_IMG_2643

Harry Bring holding the People’s Choice Award CM won this year

As the writers’ strike is out of the way for Criminal Minds, Harry says he is “going to love the rest of hiatus for sure.”

Check out this fun interview with one of the most approachable CM crew members.

Criminal Minds BR: First, we see you are a great fan of the USC sports teams. So, we assume you were graduated in it. Please, tell us something about your College days.
Harry Bring: I did not attend the University of Southern California unfortunately. I have given a few TV production seminars at their film school though.
Back when I was 10 years old my dad took me to a USC football game and I became and instant and avid fan of their athletic program.
I have had season tickets to their football games since 1965. Oddly, I did not attend any college. I wish I had. I took the route of working myself way up from starting in the “mail room” in 1964, became an assistant film editor, became an assistant director, then production manager, and finally a producer. A long and blessed 52-year career.

CMBR: Every year you and CM (and other shows) crew make some campaign or anything remembering Sarah Jones. Can you tell us how the memory of her loss has improved the work conditions on set?
HB:
For me, the loss of Sarah Jones carries so much emotion. I was part of the team on Army Wives that hired Sarah into the business when she graduated college.
Sarah was on our show for 4 seasons before I left to come to CM and she sprouted her wings to try different productions.
Sarah was a wonderful person with so much potential and her life was ended by an unsafe work decision and total lack of leadership.
I use Sarah as a standard for safety on our set now and we honor her every single day by keeping things safe on set.
My big speech to our crew on the first day of production every season is “Be Safe”, “If you see something unsafe, say something”. It’s every single crew member’s responsibility to themselves and others to monitor safety. So many ways to be injured, from simple tripping over a cable to big action sequences on set that could cause harm. [get to know more about Sarah Jones’ story HERE]

Sarah_IMG_2281

Harry Bring on set holding a picture of Sarah Jones

CMBR: You’ve been in Criminal Minds for six years now. Can you tell us what is your favorite episode and/or unsub so far?
HB: 
It has to be “The Replicator” 824. Working with Mark Hamill was such a pleasure. The aerial and explosion special effects work was special too.
I spent time with Mark and we talked about our children mostly. Mark’s daughter was a student at USC at the time so we had that in common.

Replicator_BI1GW2ACMAEv-xl

Harry Bring & Mark Hamill

CMBR: Besides the technological progress has anything else changed in producing a show in the latest 20 years?
HB:
The enhancement of Green Screen and CGI has changed how we do things immensely. We can do things now very easily and quickly which used to take hours of work and sometimes days. The work we did back on the XFiles took days and now takes just hours. Really nice advancements.
We can enhance or create simple things like gunfire, explosions, stunts, etc so much easier now than in the past.

CMBR: You are one of the most interactive crew members of Criminal Minds. You post a lot of BTS pictures and info and we thank you so much for that. Do you use your social media to see the reactions of the audience to the show so you can use this information on the show? How do you think the audience’s opinion on SM can influence a show nowadays?
HB:
I do check on fans reactions to most of my BTS posts. I do pay attention to SM reaction and mention some things to the creative team, whether they take action on it or not. Our writing staff does pay attention to SM posts and requests as well. They usually try to take action on fan requests but for many reasons, very few wishes can be granted. I know fans want certain things to happen but there are so many creative reasons that prevent addressing their wishes.

12x14

Harry Bring on table read of a Season 12 episode

CMBR: Can you tell us how is your job on Criminal Minds? Like, do you have any hand on developing plots or so?
HB:
My job as Line Producer is basically to be in charge of all physical production. The schedules, planning, financial. I make sure we stay on budget while overseeing the day to day work, both on set and in preparation. Basically, I’m the ship’s captain. I sort of steer the ship. I make the “plots” come to life as best we can.
My creative input usually comes from me addressing our budgetary challenges. As an example, if a writer writes a circus sequence and we can’t afford it, I will suggest a carnival. The story can stay the same and we can afford a carnival. Heh heh heh.

CMBR: You got a lot of experience in long-run shows about some controversial topics, like X-Files and Criminal Minds. As a producer, how do you balance the basic plot of a show, the creativity of the writers, the possibility of putting it to practice (in budget terms or so) and the interest of the audience in it?
HB:
Great question! My long-running shows Melrose Place (Soap Opera). The XFiles (Science Fiction blended with Law Enforcement). Army Wives (Lives of those left behind while spouses are at war). Criminal Minds (Procedural Crime Drama). All different in so many ways. My early mentors in the business all taught me one thing. “Be a Chameleon”. Adapt to the project, the problems, and the day. Great advice and I give them credit for my success. Every day is different. Every hour is different. Address, react, apply, move on to the next task or challenge.

Golfe_IMG_2247

Glenn Kershaw, Danny Ramm, Harry Bring, Joe Mantegna & a friend of Joe’s

CMBR: The show has changed its “formula” in the latest years, with more personal stories and more serialized arcs and it’s been quite controversial among the fans. Can you tell us why and how the producers decided to do that?
HB:
The show has changed, especially in the 6 years I’ve been here. We never run out of stories about serial killers or evil crimes. We do embellish the stories in keeping with network standards and practices. In the past several seasons we have added more to the personal stories of our characters. I think the audience does like to see/hear about the individuals personal life. It has increased within the show and I think that is partially in reaction to the fans wanting to see more about the character’s lives. Some are done within episodes that have a quicker crime solution which would have more time to tell personal stories.

CMBR: Criminal Minds has very obscure topics and has always stood out from other procedural shows by addressing it in a much more realistic way. Has that caused problems with the parental guidelines yet? How did you deal with it?
HB:
The CBS department of “Standards and Practices” keeps us in tow. Starting with the script all the way through the finished episode, they make sure we adhere to their guidelines of acceptable and responsible television for their audience. We have limits to portraying violence, sex content, disturbing actions that would be offensive to the audience. It’s a good thing.

CMBR: Can you tell us anything about cast negotiations for season 13?
HB:
Season 13 is in the bag now. Yay! 22 episode pick up and we air the first episode in America on September 20th. As far as I know right now all cast members are signed for next season, whether it’s a new contract or an extension of their old contract. The potential Writer’s Strike was avoided last night as the writers settled on a contract for the next 3 years. Yay!

MGG_IMG_2641

Matthew Gray Gubler & Harry Bring

CMBR: We’re looking forward to the next milestone of Criminal Minds. Is there any outline of what you’d like to show the fans on season 13 and the upcoming episode 300?
HB:
Because the writer’s room does not start back until early June, I’m not aware of the stories or direction our show will take. As you will know shortly, there is a big cliffhanger coming in this season’s finale 1222. So, there will be some big story to pick up from when we show the audience next season’s premiere.
I can’t wait to see what’s in store for you, the audience, and me, the ship’s captain.

CMBR: Finally, your nickname on Twitter is LLPOS. And we’ve always been curious about the meaning of it…
HR: 
LLPOS stands for Low Life Piece Of Shit. It’s been my nickname for the last 24 years. Given to me by the cast and crew of Melrose Place. It is an endearing nickname. Funny. Not the true me. It was given to me more for my weird sense of humor. I hope you and your readers don’t be offended.

Translated and Edited by Patricia Angelica & Dayana Alves Coelho