“Tudo em moderação, inclusive a moderação”

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Essa é a frase favorita de Joe Mantegna. O que define sua personalidade inteiramente. Em um chat com os fãs mandando perguntas pelo twitter, respondeu coisas sobre a Season Finale da 9ª temporada e outras coisas tão legais quanto! Revelou que ele, Matthew Gray Gubler e Thomas Gibson voltarão a dirigir episódios na próxima temporada e que é muito difícil se tornar um profiler da vida real. Além de dizer quem são os alvos das brincadeiras de Matthew nas gravações. As perguntas mais importantes e interessantes que foram feitas estão traduzidas pra vocês!

Qual é a melhor coisa de estar em CM?

Sabe algumas coisas… Acho que o núcleo dos 7 personagens…tem algumas idas e vindas, mas somos basicamente os mesmos faz um tempo já, e isso é bem legal. Essa família que criamos é a melhor coisa da série. Fora isso, o fato de termos fãs em todos os lugares do Mundo, isso também é bem legal. Eu adoro atuar e adoro fazer a série e ver que as pessoas gostam é fantástico.

 Você se considera parecido com o David Rossi?

Um pouco, sim. Trabalhando como um ator de série, eu decidi que ia incorporar coisas minhas nos personagens. Diferente de um filme, que você faz por um período de tempo e acabou, a série você provavelmente estará fazendo ano após ano, após ano, e eu tenho feito isso por 7 anos. Então fazendo um personagem por tanto tempo, você espera que tenha muito de você nesse personagem. Então há muitos aspectos do Rossi: Ele é americano, como eu. Ele gosta de cozinhar e eu também… Enfim, tem muitas coisas iguais, muitas coisas diferentes.

 O que tinha no Rossi que fez com que você quisesse interpretá-lo?

JM: Bem, isso é meio como responder “O que veio primeiro: o ovo ou a galinha?”, eu não queria interpretar David Rossi até eu descobrisse quem o David Rossi era, eu sabia que queria estar naquela série, mas não tinha muita certeza para onde eu iria com a personagem, então foi meio que uma exploração, pra mim também, descobrir quem era aquele personagem. Temos uma equipe de roteiristas muito bons, e quando conheci o roteirista original, Bernaro, pude saber o que ele pensava da personagem, para onde ele queria ir Rossi, delimitou que ele estaria aposentado e que agora era um escritor de livros famoso, baseado em um profiler do FBI da vida real que teve uma carreira inteira fazendo isso… Então camada por camada, episódio por episódio eu tive que construir o personagem para saber quem ele era. Eu tive que achar o Rossi do mesmo jeito que os fãs. È uma jornada contínua depois de 7 anos, pra mim, 9 anos pra série, continuar forte.

 Como ser pai afetou você para fazer Rossi?

JM: Essa é uma boa pergunta. Acho que ser pai afetou tudo, não só interpretando Rossi, mas fazendo tudo o que eu faço na vida. Os fãs tem acompanhado a série sabem que tem 1 episódio, 2 episódios na verdade, que fizemos com a minha ex-esposa, interpretando a minha primeira esposa, Isabella Rossi e o fim do segundo episódio onde, acho que isso nem é mais spoiler aconteceu à 3, 4 temporadas atrás, que ela morre e você descobre na cena final que nós tivemos um filho que só viveu um dia…então todas essas coisas são camadas da minha personalidade e que eu acho que obviamente afeta Rossi. E eu já tenho algumas ideias para essa próxima temporada, algumas coisas que quero incorporar e que tem a ver com a sua pergunta… Enfim, vamos ver.

 Se você visse outra Sra. Rossi, quem você gostaria que interpretasse?

Sabe, como os fãs sabem tem mais duas outras Sras. Rossi por aí e em um dos episódios fizemos uma alusão a uma delas ser Afro-Americana, então isso abre muitas possibilidades para muitas atrizes, tanto para ambas as Sras. Rossi. E nós não dissemos nada sobre a etnia da outra Sra. Rossi, então quem sabe pra onde isso pode ir também? Então vamos ver, eu não tenho uma lista de preferidas nessa parte, acho que vamos ter que esperar pra ver, mas posso ver nós explorando isso, seguindo essa linha de história, descobrindo mais sobre uma ou outra Sra. Rossi e sabe, por quê não? Eu acho que os fãs, depois de 9 anos merecem saber o máximo que eles podem sobre um personagem, e isso deve ser tão divertido quanto resolver os crimes que resolvemos.

Rossi foi o único personagem que ainda não levou um tiro, foi esfaqueado ou torturado. Ele é bom para se manter longe de problemas?

Sim, com a idade vem a sabedoria e você aprende a se esquivar das balas. Se você se lembrar bem, tem um episódio, acredito que na temporada anterior, que ele foi envenenado e eu estava tirando um pouco disso e a perda da Strauss como resultado. Mas, sim, eu tenho sido capaz de me esquivar da bala até agora, mas quem sabe o que vai acontecer? Mas eu gosto de acreditar que com a idade vem a sabedoria e que o Rossi pode se esquivar melhor que os outros.

Qual sua melhor lembrança das filmagens?

Bem, essa é difícil, Justin. Eu não sei se consigo destacar uma única lembrança. Você sabe que está fazendo algo certo quando têm vontade de ir trabalhar todo dia e eu tenho, quer dizer eu sou uma pessoa que fica entediada facilmente e se eles me dissessem que teríamos que começar a gravar de novo semana que vem eu diria “Tudo bem, vamos lá, vamos fazer isso”. Mas eu tenho muitas ótimas lembranças, talvez daqui alguns anos eu conseguiria dizer “Isso foi um ponto alto, ou esse foi um ponto alto”. Dirigir um episódio na temporada passada foi uma alegria pra mim, e fazer dois episódios que conseguimos incorporar os militares foi ótimo e lidar com o passado do Rossi no Vietnã e falar sobre o New Directions que é um lugar real que foca em viciados e alcoólatras, isso foi bem especial também.

Qual a coisa que mais te assusta na série?

O fato de que pode acabar algum dia, isso é a única coisa que me assusta sobre essa série. As pessoas muitas vezes me perguntam se a série não me deixa assustado e essas coisas e tenho que dizer, e eu já disse muitas vezes, a série não me assusta, eu a acho assustadora ou perturbadora, eu sei que há homens e mulher do FBI que fazem isso todo dia, na BAU e homens e mulheres envolvidos na lei, homens e mulheres que são médicos e lidam com essas tragédias todos os dias. Na série nós estamos inventando, mas nós estamos tentando mostrar o que eles fazem o mais real possível e é por isso que é perturbador, nós não fingimos, não dissemos “Ah, não vamos mostrar como realmente é”, nós mostramos como é de verdade, algumas vezes é perturbador, mas acho que é importante e acho que os fãs querem isso porque é realmente isso o que esses homens e mulheres fazem. Então Deus os abençoe e nós deveríamos estar gratos pelo que eles fazem, então nós tentamos ser o mais honesto possível. Então não, essas coisas não me incomodam, não me assustam e espero que esteja educando as pessoas, que elas aprendam algumas das coisas que mostramos. E acho que é por isso que muitas mulheres são fãs, elas são inteligentes e entendem a verdade e muitas das coisas perturbadoras que assistem. Tem um drama, mas também há conhecimento: coisas que temos que evitar, coisas para prestarmos atenção e lições a serem aprendidas.

Quem você gostaria de ver como convidado fazendo um UNSUB?

Tivemos muitos bons atores, atores que eu já era fã e foi muito trabalhar com eles. Tim Curry, por exemplo. Eu adoraria ver Ringo Starr como UNSUB, porque eu encontrei com ele em um evento e ele virou pra mim e disse: “Resolvendo muitos crimes, ultimamente?” e eu fiquei pasmo e ele disse que era fã da série. Eu sou fã dos Beatles há muito tempo, então seria uma honra. Adoro quando os artistas dizem que gostam de CM. Eu soube que a Julie Andrews também gosta… Oh meu Deus, a Julie Andrews daria uma ótima UNSUB também…

Algum conselho para jovens atores?

Apenas aproveite e vá com tudo! Se eu fosse colocar tudo em uma frase seria: Aproveite a jornada, não se preocupe com o destino. Você tem que amar o processo, e não se preocupar se quer chegar ao topo, porque talvez você não consiga chegar onde quer… Então se você está nisso pra ser famoso, mude de profissão.

Você é tão bom nos Simpsons, alguma chance de voltar à comédia?

Eu ainda faço os Simpsons, é meu 23º ano fazendo Tony. Eu amo fazer Comédia! E eu gosto muito de comédias musicais também… Meu primeiro papel foi em “Hair”. Eu sempre tento por um pouco de humor no Rossi e na série acabamos fazendo isso, porque essas pessoas que trabalham na BAU precisam de um pouco de humor na vida delas.

Frase favorita: Tudo em moderação, inclusive a moderação.

 Qual a coisa mais estranha que já aconteceu durante as filmagens?

Algumas coisas estranhas aconteceram… Shemar às vezes é o alvo das esquisitices que acontecem na série… Shemar tem medo de animais selvagens, então em alguns episódios, nós usamos esse medo e por exemplo, ursos de verdade e vivos já apareceram no set, e outros animais e quando o Sr. Moore menos esperava. Esses foram alguns dos nossos momentos estranhos filmando…Mas nós gostamos de ver esse lado frágil do Shemar, e um urso vivo pode fazer isso… Tenho que admitir que faria isso comigo também, mas esses momentos são divertidos não só pro Shemar, mas pra nós também.

O Matthew adora pregar peças… Ele já pregou alguma peça em você?

Sim, algumas pequenas… Nada muito intenso, acho que ele respeita os mais velhos, então ele me dá uma colher de chá. A Paget era sempre um alvo das brincadeiras dele, Shemar também, mas ele me dá mesmo uma colher de chá. Ele gosta de brincadeiras mais profundas, mas acho que nessa próxima temporada talvez eu vire alvo dessas brincadeiras… Vamos ver o que acontece.

 Se você pudesse ser qualquer UNSUB que já passou, qual você seria?

Essa é uma ótima pergunta, tivemos ótimos UNSUBs. O episódio que eu dirigi, eu gostei do UNSUB, porque são esses poucos momentos que nós temos um UNSUB que temos empatia por ele, se você lembrar do episódio você verá que ele meio que um “Vigilante”, então as pessoas que ele matava era os vilões. Frank Muniz fez um episódio assim também há alguns anos, onde ele era também um “Vigilante” e matava pessoas que tinham mudado a vida dele de um jeito ruim, então nós temos empatia com esses UNSUBs e eu acho uma coisa muito interessante a ser explorada porque quando nós o pegamos nós também sentimos um pouco de empatia, porque no caso do Frank por exemplo foi uma tragédia que aconteceu: a namorada foi morta na frente dele e no fim ele foi basicamente colocado em uma clínica. Esses personagens são complexos de se representar, então provavelmente eu gostaria de fazer um personagem assim.

 Você tem algum spoiler pra 10ª temporada?

Não…eu não tenho… Tudo o que posso dizer é que nem nós sabemos pra onde vamos nessa temporada, o que é ótimo… Acho que os roteiristas pegam esse tempo de férias para pensar em ideias e nós do elenco também damos ideias então eles incorporam um pouco das ideias que nós damos.

 O que podemos esperar da Season Finale (último episódio da temporada)?

Nós geralmente terminamos a temporada com tudo. Terá ação, temos uma frase que diz “Se você tiver dinheiro pra fazer um filme, coloque na tela”, ou seja, nós mostramos tudo aquilo que a gente pode, tentamos ir além do que uma série comum. Esse episódio será satisfatório, um episódio que te deixará ansioso pela próxima temporada, algumas coisas vão acontecer e as coisas vão ser diferentes e mudar, mas acho que no fim todos vão gostar, não há razão para as pessoas não gostarem como gostaram nas outras temporadas. Obrigada pelo apoio dos fãs nós nos vemos na próxima temporada!

Texto inicial: Cla

Tradução e revisão: Cla

A entrevista original e na íntegra você confere no Youtube.

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Spoilers s09e20 e David Rossi recebe o Lifetime Achievement Award

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ATENÇÃO: O POST A SEGUIR PODE CONTER SPOILERS DOS PRÓXIMOS EPISÓDIOS DE CRIMINAL MINDS

 

Quinta-feira passada a CBS optou por uma reprise de “Route 66”. Episódio no qual Hotch luta para sobreviver por causa de George Foyet (ou The Reaper) e alucina com a sua falecida esposa Haley.

Nesta Quarta, 2 de abril, a CBS vai estrear o episódio 20 da 9ª temporada intitulado Blood Relations. O Hollywood Hills tem exclusividade no comunicado oficial do episódio. Este episódio, que vai ser um particularmente horrível, onde a equipe da BAU vai enfrentar duas famílias rivais em West Virginia que podem estar ligadas às investigações de assassinatos. Será esta uma abordagem semelhante ao clássico Romeu e Julieta, mas com menos amor e mais sangue? Isto não é surpreendente, considerando que o diretor do episódio Criminal Minds é ninguém menos que Matthew Gray Gubler (Dr. Spencer Reid).

Em uma outra entrevista com o GuideTV, Gubler revelou que ele já dirigiu um grande número de episódios de Criminal Minds, com a maioria deles sendo os mais estranhos de toda a série. “A maioria dos episódios de Criminal Minds estão na Terra (ou seja, são “pé no chão”, possíveis). Os meus são geralmente de Júpiter. Este é de Marte”, disse Gubler , referindo-se ao episódio “The Gatekeeper” do início desta temporada .

 

Quem poderia esquecer de “Heathridge Manor”, onde um irmão matou mulheres que ele havia pintado em quadros porque achava que eram bruxas disfarçadas ? Ou a maneira, aparentemente ritualística, mas muito distorcido, que o suspeito tinha transformado as suas vítimas (pista: eles se tornaram bonecos vivos em um teatro) em “The Lesson”? Isso é apenas uma amostra da direção de Gubler, e parece que “Blood Relations” não vai ser diferente. Isso é “precisa-ver”.

 

Agente David Rossi recebe o Lifetime Achievement Award

 

Joe Mantegna, que interpreta o agente David Rossi em Criminal Minds , acaba receber o Lifetime Achievement Award da Hollywood Chamber of Commerce (Câmara de Comércio de Hollywood). “Às vezes os anos passam por e então você pisca e a próxima coisa que você percebe é que esteve neste negócio há mais de 40 anos e foi o que aconteceu comigo”, disse Mantegna, em entrevista à Variety.

 Os papéis de Mantegna no showbusiness mostram o quão flexível pode ser seu personagem. Por um lado, ele está interpretando o papel do agente do FBI David Rossi nas últimas sete temporadas (as primeira e segunda temporadas eram com Mandy Patinkin) e, aparentemente, a série está entrando em sua 10ª ano que vem. Mas, ao mesmo tempo, o relatório (do prêmio que ele recebeu) observa que ele tem sido a voz do mafioso Fat Tony em Os Simpsons por 23 anos. É como fazer o papel de Polícia e Ladrão e ele conseguiu interpretar os dois lados. E não é limitado séries de TV. Mantegna teve sua parte do teatro onde sua carreira começou. No entanto, dado que Criminal Minds teve um grande de sucesso nos últimos anos, ele mal tem tempo para se dedicar ao teatro, embora ele tenta se dedicar para outros projetos fora de Criminal Minds.

 

Matéria: GuideTV

Tradução e Revisão: Cla

Arte na foto: Cla

O retorno de Paget Brewster no Episódio 200 de Criminal Minds: “Foi Agridoce”

ATENÇÃO: ESTE POST CONTÉM SPOILERS SOBRE O EPISÓDIO 200 DE CRIMINAL MINDS

 

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Quando a produtora executiva de Criminal Minds, Erica Messer pediu a Paget Brewster para voltar para a série no Episódio 200, só teve uma opção para a atriz.

“Eu disse sim imediatamente – sem dúvida” diz Brewster ao TVGuide.com. “Erica me chamou diretamente antes de falar com qualquer agente ou executivo ou qualquer coisa. Ela só me ligou e disse: ‘Ei, nós queremos que algumas pessoas voltem para o episódio 200. Eu disse: ‘Claro. O que você quiser. Estou dentro. Eu adoraria. ’ Fiquei realmente lisonjeada que eles me chamaram. Não tinha nada pra pensar.”

Não tinha nada pra pensar para Erica também. “Eu sabia que queria Paget de volta para isso”, diz ela. “Ela era uma grande parte da série. Eu sei que os fãs estão muito animados, e o episódio 200 é sobre comemorar os nossos fãs e a nossa família”.

Brewster fará seu retorno muito aguardado no episódio marco (exibido nos EUA no dia 05/02, a AXN não confirmou a data de estreia, mas provavelmente será 17/02) quando Hotch (Thomas Gibson) chama Prentiss (Brewster) em seu escritório da Interpol, sediado em Londres, para ajudar a BAU encontrar JJ (AJ Cook), que está sendo torturada depois de ter sido sequestrada nos segundos finais do episódio anterior. É a primeira aparição de Brewster desde que deixou a série pela segunda vez em 2012 – um ano depois que ela partiu brevemente quando a CBS reduziu suas aparições em episódios e deixou Cook ir antes da recontratação de ambas. “Foi agridoce voltar [desta vez]”, diz Brewster. “Eu sinto falta daqueles caras e foi ótimo vê-los novamente. Nós temos as mesmas piadas com a equipe e o jeito de trabalhar. No momento em que eu cheguei lá, parecia que eu nunca tinha ido embora. E então uma parte de mim é como, ‘Talvez eu não devesse ter ido! ’”.

Muitos fãs ainda se sentem assim – e ainda mais após o episódio 200, onde Prentiss estará em destaque. “Eu pensei que eu estaria em duas ou três cenas e sair com todo mundo”, Brewster brinca. “Eu espero que não seja um exagero”. Aparecendo em flashbacks e no presente, Prentiss dá uma “luz” sobre a missão secreta de JJ com Cruz (Esai Morales), que também foi raptado, enquanto ela estava no Departamento de Estado. Embora JJ tivesse mantido em segredo esses “detalhes” do resto da equipe, ela disse a Prentiss o que realmente estava fazendo em seu, então, novo emprego quando ajudou Prentiss a fingir sua morte durante a “saga Ian Doyle”.

“Há realmente uma grande [Flashback] cena entre Prentiss e JJ, que mostra o que é um grande, forte relacionamento e amizade que elas têm e quão próximas elas são – e que elas mantém segredos uma para outra”, diz Brewster. “Foi muito refletido sobre repetir o que tinha acontecido entre Prentiss e JJ antes, quando JJ voltou para ajudá-la [ajudar Prentiss com Doyle]. Eu gostei muito disso e como tudo foi revelado junto e você descobre o que exatamente aconteceu com a JJ naquela época e o papel da Prentiss nisso tudo”.

Embora as histórias “secretas” de JJ e Prentiss foram reveladas e feitas juntas, como Brewster descreve, “maravilhosamente”, ninguém previu que a história das duas se interligaria. Agora, três anos afastada da série, Brewster olha para isso como uma bênção disfarçada, pois proporcionou a oportunidade de aprofundar ambas as  personagens. “Foi um abalo doloroso “, diz ela . “Eu aprendi muito e estou passando um tempo incrível fazendo o que eu estou fazendo agora [e] AJ também. Ela foi capaz de voltar e dizer: ‘ eu cresci e eu quero que a JJ cresça. Eu quero que ela seja uma profiler. E eles encontraram uma maneira de fazer isso. Todo mundo cresceu e se  adaptou a essa situação. Mesmo quando as coisas perturbadoras acontecem, é como você reage a elas que definem seu personagem e ajuda-o a crescer e ficar mais forte. Tudo acontece por uma razão. Estou indo muito bem agora e eles estão indo muito bem. ”

A série agora é estrelada pela, digamos, substituta de Brewster, Jeanne Tripplehorn como Blake. As duas têm uma curta cena juntas no episódio 200, na qual Brewster está “muito grata”. Não vamos esquecer que a própria Paget também já esteve no lugar de Blake, quando substituiu Lola Glaudini (que fazia o papel de Elle Greenway) na Segunda temporada.

“Eu estava preocupada que eu não conseguiria fazer nada com Blake”, diz ela. “A cena não é apenas Prentiss e Blake; É Paget e Jeanne. Eu sei que às vezes, quando você mexe em um elenco, as pessoas levam um longo tempo para aceitar a nova pessoa. Quando eu entrei, um monte de gente me odiava, odiava a minha personagem. Sei que isso aconteceu um pouco com Jeanne. Paget e Jeanne gostam uma da outra, então eu realmente queria que houvesse uma cena com elas para mostrar que não tem aquela história de ‘Você tomou o meu lugar’. Uma das melhores coisas sobre Criminal Minds é que as mulheres apoiam as mulheres e é realmente como uma família. Você nem sempre consegue isso”.

Como em qualquer família, Brewster é bem-vinda de volta “a qualquer momento “, segundo Messer , mas não espere que seu próximo ponto do convidado a acontecer no futuro imediato. Brewster, acabou de filmar o piloto para a série do Comedy Central “Another Period” com Natasha Leggero e Riki Lindhome – “É basicamente as Kardashians encontrando Downton Abbey” – diz que não quer “perturbar” a série.

“Se eles me pedirem para participar de novo, eu faria isso. Eu não acho que participaria em tempo integral novamente. Tanto quanto eu amo essa série, é muito divertido de fazer outras coisas e fazer comédia e shows ao vivo”, diz ela. “Eu tive um ótimo momento em Criminal Minds. É emocionante ter medo e experimentar coisas novas, e eu estou fazendo isso. Adoraria aparecer aqui e ali, se isso ajuda a sua história, mas também realmente respeito que o núcleo do elenco que está lá todos os dias. É a série deles”.

Sempre que ela voltar, haverá uma pergunta a ser respondida: O que aconteceu com o gato da Prentiss, Sergio?

“Eu acho que Sergio está Londres. Ela o deixou lá quando voltou. Ele provavelmente não tem obtido suas cenas!” Brewster diz com uma risada. “JJ deve ter sedado Sergio, colocou-o em um avião depois da cirurgia que salvou minha vida – talvez Hotch tomou conta de  Sergio por um tempo –  E , em seguida, eles o mandaram para Paris. Eu deveria ter escrito isso.  Nós temos que explicar o que houve com Sergio da próxima vez. Ficou um ‘buraco’ mesmo! ”

Matéria: TVGuide.com

Tradução e revisão: Cla

Foto: Criminal Minds BR no Facebook

Especial Perfil dos Personagens: Derek Morgan

 

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História

Derek Morgan é um agente especial de supervisão com a Unidade de Análise Comportamental do FBI. Ele é especialista em explosivos, fixações e comportamentos obsessivos.

 

Morgan é o filho de um pai Africano-americano e uma mãe caucasiana. Durante o ensino médio, Morgan era popular a partir de seu segundo ano de graduação, ele confidenciou a Reid que, durante seu primeiro ano, ele obteve o seu “porrada todos os dias”. Ele foi para a Universidade Northwestern em uma bolsa de futebol e é graduado em Direito, possui uma faixa preta em Judô, oferece aulas de auto-defesa do FBI, e trabalhou como um oficial de polícia de Chicago. Tem duas irmãs, Sarah e Desirée e eles cresceram em um difícil bairro de Chicago.

 

Com dez anos, Morgan foi testemunha do assassinato de seu pai, um oficial de polícia. Após a morte de seu pai, Morgan lutou um pouco com a luta da juventude, o que lhe valeu um registro criminal juvenil. Ele foi levado debaixo da asa de um coordenador do centro de juventude local, Carl Buford. Buford agiu como um pai substituto para Morgan (ele ajudou Morgan a conseguir a bolsa de estudos), mas Buford também estava abusando sexualmente dele, que Morgan revelou vários anos mais tarde, sob extrema pressão. Como um adolescente que descobriu o corpo de um rapaz não identificado, que teve um profundo efeito sobre ele (ele foi de porta em porta, a fim de recolher o dinheiro para comprar o menino uma lápide e visitou o túmulo do menino cada vez que ele voltou para casa para Chicago).

 

No Emprego

 

A Personalidade de Derek mudou drasticamente várias vezes durante o decurso da série. No início da primeira temporada, Derek parece ser um chamariz super-ansioso, vestindo ternos de três peças e constantemente citando regulamentos e ser o único membro da equipe que entendia as “piadas” de Reid. Sua personalidade, então, mudou para um suave, tipo de homem que as mulheres gostam, antes de finalmente se estabelecer em que o agente sério, carrancudo que ele é hoje, embora ele ainda mantenha a atitude suave em relação às mulheres, só de uma forma mais madura.

 

No episódio “Lo-Fi”, é dito que ele está sendo “observado” para substituir SSA Joyner. Em “Mayhem”, Hotch não o recomenda porque ele diz que Derek não tem confiança suficiente em seus colegas de trabalho. Em “Catching Out”, ele persegue o suspeito de um trem onde arrisca sua vida até Hotch atirar no suspeito e salva a vida de Morgan.

 

Em “Omnivore”, Derek chega muito perto de ser morto por Gerge Foyet (The Reaper). The Reaper o aborda através de uma janela e Derek fica inconsciente. Foyet poupa Morgan,  deixando para trás uma Magnum.44 rodada para deixá-lo saber que ele poderia facilmente tê-lo matado. Ele também pegou as credenciais de Derek.

 

Em “Cradle to Grave”, Hotch diz a Derek que ele está deixando o cargo de Chefe de Unidade e, a fim de manter a equipe em conjunto, gostaria que Derek fosse o Chefe da Unidade.

 

Em” The Eyes Have It”, Morgan é bem sucedido em seu primeiro caso como chefe interino da unidade. No final do episódio, JJ e Garcia dão a ele seu próprio escritório. Garcia colocou coisas coloridas e enfeites iguais aos da sua sala para que Morgan pudesse se lembrar de coisas felizes nos piores casos, ou seja, os mesmo motivos que ela os tem.

 

Em “Lauren”, Derek estava zangado com Prentiss por ela nunca ter contado a equipe seu passado com Ian Doyle e as extensões para o qual ela foi buscar seu perfil. No entanto, ele também ficou extremamente preocupado com ela e foi o agente que a achou momentos depois de ter sido esfaqueado por Doyle. Ele se culpava por sua “morte”, e reagiu mal quando disse que ela estava viva. No entanto, ele se recuperou do choque muito rapidamente.

Penelope Garcia

Derek compartilha uma relação especial com a Analista Técnica Penelope Garcia. Em “Penelope”, o amor de Derek por sua “Baby Girl” fica mais evidente já que ele ficou ao seu lado  para protegê-la e cuidar dela durante a recuperação. Com apelidos como “Hot Stuff” e “lindo” (como ela chama Derek) também fica evidente em “Mayhem” e “Lessons Learned”, e ela estava com o rosto cheio de medo e terror com a idéia de perdê-lo. Derek e Penélope nunca tiveram nenhum envolvimento romântico, mas o amor profundo que eles compartilham é a prova de que eles têm um vínculo de longa duração. Eles têm um vínculo de irmãos.

Fatos Marcantes

Anos mais tarde, o passado de Morgan iria voltar para assombrá-lo quando ele foi preso pelo Departamento de Polícia de Chicago para o assassinato do menino não identificado e dois outros. O detetive (que tinha prendido Morgan várias vezes como um menino) acreditava que Morgan era culpado e usou um perfil BAU feito por Jason Gideon (que não sabia que Morgan era o principal suspeito) para apoiar o seu caso. Acreditando que ele estava sendo enquadrado pelo verdadeiro assassino, o BAU procurou ao longo da vida de Morgan para provar sua inocência, o que Garcia diz que se sentia desconfortável fazendo. Mais tarde, a BAU identificou  Carl Buford como o homem que matou os meninos(Buford era amigo do detetive e relutou em acreditar no perfil da BAU). Quando Hotch perguntou a Morgan sobre Buford ele disse que seria melhor ele se afasta.. Em seguida, ele escapou da custódia da polícia e falou com um garoto local que era amigo da vítima mais recente. O menino revelou que ele estava sendo molestado por Buford e que a última vítima sabia sobre isso. Morgan confrontou Buford, que a princípio negou. Recusando-se a desistir (e desejando que ele tivesse dito a alguém sobre Buford, quando ele era criança), Morgan acabou fazendo com que Buford admitisse o abuso. Admissão de Buford foi ouvida por detetives Chicago (que estavam escondidos nas proximidades), e prenderam Buford. Buford pediu a Morgan para ajudá-lo, e Morgan simplesmente disse Buford: “Você vai para o inferno”.

Curiosidades

Sua arma original era uma Glock 17 com uma TLR-2 Streamlight a laser / lanterna combinação anexo. Por Temporada Seis, ele mudou para uma Sig Sauer P226R com um anexo de luz TLR-1 tático.

Derek foi originalmente chamado de “Tim” (“Compulsão”).

O autor favorito de Derek é Kurt Vonnegut e seu romance favorito de Vonnegut é “Mother Night”.

Começou a acreditar novamente em Deus logo antes de Garcia ser baleada (estava orando em uma igreja enquanto ela estava sendo operada).

Em uma cena deletada de “Damaged”, Derek afirma a Emily que ele faz 1000 abdominais por dia quando trabalha fora, às vezes duas vezes por dia.

Certa vez, Morgan disse a Prentiss que ele é dono de quatro casas e gosta de reformá-las em seu tempo livre.

Ele descobre que ele gosta de mojitos.

Em “Secrets and Lies”, foi revelado que Derek tem um cachorro chamado Clooney.

Ele é um fã de hóquei, mas não gosta de baseball. (“I Love You, Tommy Brown”)

Ele já posou nu para uma aula de arte em pelo menos uma ocasião. ((“I Love You, Tommy Brown”).

A história de seu abuso sexual que o levou a participar do FBI fundo foi baseada nas experiências da vida real de ex-membro BAU e atual roteirista / consultor, Jim Clemente.

Gideon: “Tente de novo. Falhe de novo. Falhe melhor.”

Reid: Samuel Beckett.

Morgan: “Não tente. Faça, ou não faça.”

Reid: Yoda.

Extreme Agressor  01×01

 

Tradução, Edição e Revisão: Cla

Especial Perfil do Personagens: Penelope Garcia

Capa Perfil Garcia

História

Garcia é uma mulher excêntrica, mas simpática e de bom coração que gosta de jogar jogos online, especialmente RPGs. Ela é muito dedicada ao seu trabalho como analista técnica do FBI. Ela disse que ela pode executar Comando Central dos EUA a partir de seu escritório, enquanto também jogar poker online. Ela é extremamente protetora de seus computadores e banco de dados do FBI, apesar de um serial killer ser capaz de acessar o banco de dados ao ter seu laptop conectado à rede do FBI (a desempenhar um RPG online).

Os pais de Garcia morreram em um acidente de carro causado por um motorista bêbado, quando ela tinha dezoito anos. Ela agora possui um grupo de ajuda e aconselha e ouve as famílias das vítimas de assassinato em seu tempo livre. Durante uma reunião do grupo em “Hope”, ela revela que, inicialmente, se culpava pela morte de seus pais, porque eles estavam procurando por ela depois de ter quebrado o “toque de recolher”. Garcia afirmou que, depois que seus pais morreram, ela saiu da faculdade e foi “underground”, mas continuou a ensinar-se a codificação de computador. Ela havia sido colocada em uma das listas de hackers especiais do FBI (ela fazia parte de um pequeno punhado de hackers extremamente talentosos e perigosos do mundo), e o FBI a recrutou por querer uma hacker experiente como ela “do seu lado da força” (Penelope). Também foi mencionado que, quando Garcia não foi autorizada a viajar com a equipe para Langley, ela estava em “listas” da CIA (Secrets and Lies). JJ brincou que Garcia pertencia a essa lista quando ela (sem sucesso) tentou invadir a CIA para obter informações sobre a morte da princesa Diana e de outras supostas conspirações do governo (ou seja, ela descobriu o número de telefone do príncipe William, mas não conseguiu encontrar uma caneta para anotar antes de “matarem” seu computador). Penelope é boa em jogos on-line, especialmente RPGs.  Ela já foi vistA jogando um jogo sobre Camelot na rede BAU, constantemente praticando reunião com “Sir Kneighf”, um alter-ego on-line que acaba por ser Randall Garner, que está mantendo mulher refém. Durante o envio da equipe e a ajuda de vários indícios e com a grande ajuda de Reid, que eles usam para pegá-lo e salvar a mulher (The Fisher King, parte 1). Garner invadiu o computador de Garcia e arquivos acessados ​​sobre a BAU, em seguida, usou a informação pessoal para descobrir o seu paradeiro para que ele pudesse enviar as pistas.

No Emprego

Garcia parece compartilhar uma relação lúdica com Derek Morgan. Ao trabalhar juntos, eles se referem uns aos outros por nomes como “docinho” ou “bebê” (mais tarde revelada porque o primeiro dia de trabalho, Derek não conseguia lembrar o nome dela e gritou “menina” para chamar sua atenção ). Não houve uma relação amorosa real, apesar de Derek parecia um pouco de ciúmes quando Garcia lhe contou sobre um cara bonito que conheceu em um café. Garcia também atuou com inveja, como quando Derek decidiu pagar uma bebida com uma civil e se conheceram durante um caso. É claro que os dois se importam profundamente um com o outro, e partilham um tipo de “amor irmão”.

Alguns casos parecem corroer Garcia, como ela muitas vezes fica nervosa ou chateada quando se analisa vídeo ou som, gravações de assassinatos ou outros crimes graves, como ela tem que ouvir e vê-los uma e outra vez. Em um episódio, ela mostrou um carinho por Reid, oferecendo-se para levá-lo para fora na cidade para se distanciar de um assunto, apenas para tê-lo interrompido por tentativa de suicídio do sujeito.

Em “100”, Garcia é fundamental para estreitar localização de George Foyet, com a ajuda de Kevin Lynch. Ela faz uma referência cruzada de todos os medicamentos que Foyet necessários e descobre que ele estava de volta na área de DC.

No episódio “Lucky”, Garcia foi baleada por um homem que ela tinha acabado de se encontrar (o cara do café que ela disse à Morgan).

No episódio “Penelope” (episódio seguinte à “Lucky”), Garcia é levada às pressas para o hospital após o tiro. Ela se recupera rapidamente, mas é atacada, novamente. Ela vai para sua casa, mas Derek quer protegê-la e fica na casa, ajudando os policiais. Garcia, mexendo no seu computador em casa,  descobre que ela foi alvejada por um policial sádico que colocar as pessoas em perigo só para salvá-los para a sua própria glória. Mais tarde, ela se recupera e ajuda JJ matar o policial enquanto ele segurava um refém.

No episódio “Compromising Positions”, ela pretende assumir antigo trabalho do JJ. Embora Hotch fica relutante no início, ele concorda. No entanto, a pressão exercida a partir de malabarismo entre os dois trabalhos, na sequência do caso atual toma um pedágio em sua mente, e ela começa a forçar para fora. No final do episódio, Garcia concorda que ela deve permanecer como analista técnica. Ela pede desculpas à Hotch e ele responde dizendo que não tinha problema algum, e que os dois poderiam dividir o trabalho que JJ fazia. Ele ainda completa dizendo que fez a escolha certa ao escolher Penélope e sabia muito bem quem tinha escolhido, pois diz que Garcia entregou seu currículo em papel “rosa chock”.

Curiosidades

 

Penélope revela que ela é de San Francisco, e que abandonou a CalTech, uma escola Reid também foi.

Refere-se a um banheiro público como um loo.

Exclusivamente usa um sistema operacional baseado em Linux em seus computadores.

Ela gosta de “retirar-se” a partir das imagens que vê em suas telas de computador, e é por isso que ela tem brinquedos e outros itens que ela gosta em torno dela em seu escritório.

Não fala espanhol, embora seu último nome é espanhol. Ela menciona em “Machismo” que é o nome de seu padrasto, que é latino-americano.

Fala francês e é vista tentando aprender italiano.

Mantém uma estrita adesão ao “Código Hacker” de conduta.

Prentiss refere-se a Garcia como “hacker mais sexy do mundo”. (The Performer)

Sofre medo de palhaços. Quando ela tinha doze anos, um palhaço em uma festa de aniversário agarrou seu peito e fez um som de buzinas. Ela teve medo de palhaços desde então.

Seu nome, Penelope, é na verdade uma homenagem a Moneypenny (a partir dos filmes de James Bond). Ela é vista como Moneypenny de Morgan.

Garcia tornou-se um gótico após a morte de seus pais. Ela revela isso para Chris, um menino gótico em um negócio arriscado.

No final de “Memoriam”, JJ nomeia Garcia a madrinha de seu filho recém-nascido, Henry.

Ela compra muitos presentes para seu afilhado, afirmando que é seu legítimo dever como madrinha uma vez que ele está na idade para apreciar devidamente o ato de abrir os presentes.

Raramente viaja com a equipe, e quando isso acontece, ela tende a expressar o seu amor para as acomodações no jatinho.

Ela menciona quatro irmãos em “P911”, mas em “Safe Haven”, diz que ela é apenas uma criança. Como ela tem um padrasto, eles podem ser de seu casamento anterior.

JJ é a melhor amiga dela.

O carro dela é chamada Esther.

Seus hobbies incluem tricô e fazer sopa. (Suspect Behavior e Lonely Heart)

Ela é uma fã do livro The Emerald Sea of ​​Dreams (3 Life) e, aparentemente, também da graphic novel Ghost World (Penelope)

Seu autor favorito é o mitólogo Joseph Campbell. (Hope)

Ela é fã de sci-fi seriado Small Wonder. (Roadkill)

Ela pode ser vegetariana (Proof)

Ela é uma fã de filmes de Federico Fellini. (Proof)

Tingiu o cabelo de vermelho (The Uncanny Valley) e usou uma peruca loira durante para uma conferência de imprensa (Reflection of Desire). Voltou para seu cabelo vermelho novamente e manteve assim até “Today I Do” onde ela voltou ao loiro, sua cor de cabelo original, que ela manteve até hoje.

Ela tem uma filosofia de que “o mundo está apenas repleta de pessoas incríveis.” (House on Fire)

Frase Marcante

“Reid: Você está hackeando o banco de dados do plano de saúde do governo? Isso é legal?

Garcia: Claro que não. Nós iremos para a prisão e você vai ser a vadia de alguém.

Reid: Sério?”

Episódio 01×07 – The Fox

Edição, adaptação e revisão: Cla

Fonte: http://criminalminds.wikia.com/wiki/Spencer_Reid

Especial Perfil dos Personagens: Dr. Spencer Reid

Perfil Reid

História

Reid se formou no colegial aos 12 anos. Em sua juventude, seu pai deixou ele e sua mãe porque não podia mais lidar com a esquizofrenia da mãe. Reid uma vez mencionou que ele foi vítima de bullying na escola onde foi despido e amarrado a um poste na frente de outros alunos. Depois de esperar por todos os outros adolescentes sair, ele voltou para casa, apenas para descobrir que sua mãe não tinha percebido que ele era muito tarde para voltar, porque ela estava tendo um de seus episódios esquizofrênicos. Reid cresceu aprendendo quase tudo o que sabe com os livros, com sua mãe (professora universitária), muitas vezes lia para ele. Ainda assim, Reid sabia que a maneira como sua mãe estava vivendo não era saudável.

Quando ele tinha dezoito anos ele colocou sua mãe, Diana Reid, em uma instituição mental. Diana ainda reside na mesma instituição mental e Reid afirmou que ele envia cartas a cada dia por causa da culpa que sente por não visitá-la. Reid também está preocupado com o fato de que a doença de sua mãe pode ser transmitida geneticamente, ele disse uma vez que Morgan “Eu sei o que é ter medo de sua própria mente.”

Reid tem uma memória eidética, o que significa que ele pode se lembrar de uma quantidade extremamente grande de informações com detalhe extraordinário. Isso, no entanto, só se aplica às informações obtidas visualmente (especialmente coisas que ele), ele não foi tão bem sucedido em informação auditiva, como é evidente, quando ele observou certa vez que ele não conseguia se lembrar de “nome novo da menina tecnologia”. Mesmo assim se lembra de conversas perfeitamente.

No Emprego

Reid juntou ao BAU aos 22 anos (indicado em um artigo no computador de seu pai em “Memoriam”). Um de seus primeiros casos foi o do Estrangulador de Blue Ridge (Tabula Rasa). Embora ele fora para a academia do FBI, ele teve problemas com praticamente tudo o que não era relacionado a livros, incluindo tiro, treinamento físico e pista de obstáculos. No final, eles tiveram que fazer exceções especiais para poder ir para o campo.

Fatos Marcantes

Em “Fora de Rumo” Reid revela que ele é capaz de impressionantes truques de mágica truque de mão, que ele usa para enganar o sequestrador demente. Em seguida, ele mostra uma visão notável na mente do homem delirante, distraindo-o com sucesso para proteger os reféns. Depois de Elle Greenaway admite que Reid salvou a vida dela, ela pergunta sobre como ele ganhou esse insight, Reid explica que ele estava apenas fingindo, e vai embora, deixando Elle e o público perguntando se ele está escondendo alguma coisa.

Em “The Fisher King II” Reid revela ao resto da equipe que sua mãe é “um esquizofrênica paranóica que não se lembra de comer sem estar devidamente medicada e supervisionada”. Ele menciona a Garcia que a esquizofrenia é transmitida geneticamente, o que mostra que ele está preocupado se também é esquizofrênico ou não.

Enquanto estava sendo mantido refém por Tobias Hankel, Reid foi repetidamente torturado e injetado (forçadamente) com dilaudid, o que causou alucinações de seu passado o que o tornou viciado. Ele teve uma experiência de quase morte, quando ele entrou em uma crise onde viu figuras sombrias e uma luz brilhante (e, mais tarde ele apontou para Morgan, que não poderia ser como os outros casos em que essas visões são apenas os médicos na sala de emergência ). Reid foi forçado a matar pela segunda vez usando o revólver que seu captor utilizado para atormentá-lo. Vício de Reid foi notado por Hotch e Gideon ao longo do tempo, bem como um velho amigo de Reid, em Nova Orleans (“Jones”). Ele se tornou limpo, em “Elephants Memory. Ele participou de um grupo de apoio de viciados na aplicação da lei. Ele disse que estava experimentando desejos recentemente e falou sobre o jovem baleado na frente dele (em “3 Life”), antes de ser interrompido por várias chamadas convocando-o para o trabalho. Ele ficou surpreso ao encontrar um dos seus superiores presentes na mesma reunião.

Quando Gideon não aparece no trabalho e não responde a chamadas telefônicas, Reid vai até a cabana de Gideon em seu próprio carro. Na chegada, ele encontra uma nota dirigida somente a ele explicando porque Gideon optou por deixar a BAU. Mais tarde, Reid explica a Prentiss que seu pai fez a mesma coisa quando ele abandonou Reid e Diana.

No episódio “Damaged”, ele conseguiu salvar a si mesmo e Hotch de Chester Hardwick (que pretendia matá-los como uma forma de fugir da execução de sua sentença de morte), dando uma palestra 13 minutos sobre as explicações médicas para a condição e o comportamento de Chester. Quando a situação tinha sido difundida, ele afirmou que não sabia se o perfil era preciso, revelando que tinha sido improvisado no local usando seu conhecimento enciclopédico.

Em “Memoriam”, Reid se reúne com seu pai distante, William Reid, que ele não via há 17 anos. Não é um reencontro feliz, porque Reid ainda está muito zangado e suspeita que o pai de assassinato. No entanto, William é finalmente inocentado de qualquer suspeita e eles se entendem melhor.

Em “Nameless, Faceless”, Reid é baleado na perna por um suspeito, protegendo um médico que o assassino tinha como alvo. É uma ferida que não tem risco de vida, e Reid diz ao médico para tratar o suspeito em vez dele. No episódio “Haunted”, ele carregava muletas. Mais tarde na temporada, ele começa a usar uma bengala e continuou a fazê-lo até o episódio” The Uncanny Valley”.

Em “100”, Reid consegue descobrir que George Foyet está usando o pseudônimo “Peter Rhea”, que é um anagrama de “The Reaper”. A equipe descobre o endereço de seu apartamento e as tempestades de Rhea, apenas para descobrir que Foyet havia postado um alerta de Internet sobre o nome Peter Rhea (para alertá-lo se o nome nunca foi investigado) e desapareceu.

Em “25 to Life”, Reid sparece bastante despenteado. Sua camisa está parcialmente para fora da calça, ele lê muito devagar, e ele é muito mais silencioso e mais suave do que tinha sido em épocas passadas. O resto do time parece alheio a estes sinais. Em “Corazón”, é revelado que Reid sofre de dores de cabeça intensas, e episódios possivelmente alucinatórios, enquanto trabalha no caso. No final do episódio, ele vai ver um médico, que não encontra nada de errado fisicamente com ele, sugerindo que pode ser uma doença psicossomática. Medo de ter herdado a esquizofrenia de sua mãe, ele nega veementemente esta e sai do escritório. Antes deste episódio, Reid exibiu vários sinais de estar com dor – como agarrar e esfregando sua perna, balançando em sua cadeira, encolhendo-se em dor, enquanto no fundo, e colocando a mão sobre o estômago como se sentisse doente. Ele parece estar bem nos seguintes episódios, embora em Coda, ele é visto carregando um livro sobre enxaqueca. No episódio “With Friends Like These …”, Reid confia em Morgan sobre os seus problemas, lembrando que ele só leu cinco livros da semana anterior. Em “Valhalla”, Reid diz a Prentiss sobre suas dores de cabeça. Até então, Reid tinha ido a vários médicos, mas ninguém foi capaz de diagnosticar o que está errado com ele. Ele diz a Prentiss que ele não tenha dito qualquer um dos membros da equipe, porque ele tem medo de que eles vão fazê-lo “se sentir como um bebê.”

Em Lauren, é Reid e Garcia que reagem mais forte com a notícia da morte de Emily, quando ele disse, ele tenta correr para fora da sala e acaba chorando no ombro de JJ depois de lhe dizer que ele “nunca tive a chance de dizer adeus “.

Quando Hotch e JJ dizem à equipe que tinham “falsificado” a morte Prentiss , Reid ficou muito chateado com JJ. Ele disse que se sentiu traído porque ele “foi a sua casa durante 10 semanas, chorando”, e ela não disse nada. Ele também menciona que ele pensou em tomar dilaudid novamente após a “morte” de Emily. Reid também fica com raiva de JJ, chamando-a de” Jennifer”, algo que ele nunca tinha feito antes. Mais tarde, ele fez as pazes com tanto Emily e JJ.

Pela segunda vez desde o início da série, ele comemora seu aniversário durante um episódio, desta vez, faz 30 anos.

Em “God Complex”, Reid faz uma série de telefonemas via telefone público com uma mulher misteriosa. É revelado que ela viu os exames de ressonância magnética de seu cérebro e sugeriu um curso de tratamento para suas dores de cabeça. Ele também parece sofrer de privação do sono. Mais tarde é sugerido que talvez a mulher seja, possivelmente, uma geneticista. Reid se comporta de forma bastante estranha quando ele precisa falar com a mulher durante o caso, fazendo com que Alex Blake o confronte depois que ela o deixa em um telefone público. Reid não quer que o resto da equipe saiba  sobre a mulher misteriosa. Parece também que a mulher está em algum tipo de perigo, e ela teme que um homem, não identificado, não sabe sobre seu relacionamento com Reid e que “ele” vai machucar Reid. Reid e a mulher misteriosa estão em contato por seis meses e só se falam aos domingos, até este ponto. Reid quer ter conversas mais frequentes e possivelmente encontrá-la, mas a mulher misteriosa teme por sua segurança. Ela diz “te amo” antes de desligar, deixando Reid em reverência. Em Zugzwang, a mulher, identificada como Maeve Donovan, é raptada por seu perseguidor, mais tarde identificada como Diane Turner, e apesar de seus esforços para resgatar Maeve, Reid e a equipe (agora no caso) assistem com horror como Diane se mata e, junto, mata Maeve com uma única bala calibre .45 no final do episódio.

Curiosidades

É revelado que ele tem doutorado em Matemática, Química e Engenharia e BAs em Psicologia e Sociologia. Ele estava trabalhando em receber um BA em Filosofia e pode tê-lo começado agora. Ele também exibe conhecimento especializado da antropologia forense, sendo capaz de determinar o sexo e a raça dos restos esqueléticos. Ele mostrou conhecimento de restos mortais já em primeira temporada, quando ele foi capaz de identificar o sexo de um corpo com base na estrutura pélvica em “The Popular Kids”.

Ele considerou a estudar os clássicos (literatura), mas já tinha lido todo o material do curso para que ele optou por ir para o Caltech e Matemática de estudo em vez (de acordo com um artigo no computador de William Reid em “Memoriam”). Em “Painless’, ele também menciona a graduação da MIT.

Reid tem um QI de 187, uma memória fotográfica, e pode ler 20.000 palavras por minuto (Extreme Aggressor).

Ele é um especialista em serial killers históricos, estatísticas, perfil geográfico, grafologia, e linguagem corporal.

Apesar de não ser capaz de pronunciar palavras em espanhol (em “Machismo”) e mostrando nenhum conhecimento da língua russa em “Honor Among Thieves”, parece que ele é capaz de ler em algumas línguas estrangeiras (apesar de eles nunca foram especificados) e agora entende russo bem o suficiente para assistir a um filme cinco horas na língua. (“Today I Do”)

Como muitos tipos “brainiac”, Reid tende a divagar quando a conversa leva a um assunto com o qual ele é muito familiar.

Ele foi para a escola pública, em Las Vegas, e era frequentemente intimidado. Em um incidente, ele foi emboscado pela equipe de futebol inteiro, que tirou sua roupa e o amarrou a um poste, e o atormentaram na frente de metade da escola. Ele nunca falou sobre isso até que disse a Morgan em “Elephant’s Memory”.

Sua mãe era uma professora de literatura do século 15 e ler muitas coisas a ele, incluindo alguns dos primeiros poemas de Valentine (Parlamento de Foules de Chaucer, mencionado no The Fisher King, parte 1). A resposta de Garcia ao ouvir isso foi: “Olá terapia”.

Seu pai é um advogado que trabalha mais horas do que a equipe BAU e tem “um gato muito doente”.

Reid afirmou ter melhorado seu status social na escola por “treinar” o time de basquete. Ele usou a matemática para descobrir peças e aconselhar a equipe, o que os levou a ganhar mais. (Painless).

Yale era a sua escola de backup.

Ele é um ávido Star Trek, Star Wars e “Doctor Who”.

Vestia-se como o quarto Doutor em “Doctor Who”, indo para uma convenção com Garcia.

Ele gosta de novelas (P911).

Ele é um ilusionista habilidoso.

Sua arma era uma Glock 19. Desde a quarta temporada, ele carrega um Smith & Wesson Modelo 65 Revolver, com um cano de três polegadas e apertos de madeira coloridas.

Seu carro é um horizonte azul Volvo Amazon P130 122S circa 1965 com placa de licença WG S654.

Ele não gosta de creme de espinafre, mas gosta de comida indiana (em um dos episódios, ele tentou convidar membros de sua equipe para tentar um novo restaurante indiano).

Ele é um bebedor de café ávido. Sua mãe acha que é por isso que ele é tão magro. No rito de passagem, ele afirmou que, se o café era para ser cortado, ele sair do BAU. Na 6 ª temporada, parecia beber menos café e em vez disso foi visto bebendo chá verde.

Ele tem dificuldade em usar os pauzinhos (hashi) e diz usá-los é como tentar procurar comida com um par de número dois lápis.

Ele é bom em jogar cartas e ganhou mais de 2.000 dólares ao jogar em uma máquina, em Las Vegas, mas ele deixou uma “prostituta” manter seus ganhos (Memoriam).

Ele é padrinho de Henry (filho de do J.J.).

A Lesão na perna de Reid era originalmente planejada, mas teve de ser escrito em por causa de grave lesão no joelho de Matthew Gray Gubler da vida real que o deixou incapaz de andar por mais de quatro meses. Depois de uma terceira cirurgia em setembro, Gubler começou a usar uma bengala, mas era incapaz de andar normalmente durante os próximos cinco meses. Em dezembro de 2009, Matthew Gray Gubler foi mais uma vez capaz de andar sem ajuda.

Ele matou três suspeitos em sua carreira (os dois primeiros não com sua arma): Phillip Dowd (arma de backup do Hotch) e Tobias Hankel (Reid se apoderou da arma de seu seqüestrador e o matou em legítima defesa). Ele atirou e matou Chloe Donaghy depois que ela abriu fogo.

No final da quinta temporada, Reid cortou seu cabelo, uma ação que levou Hotch a perguntar: “O que, você participar de uma boyband?” (The Internet Is Forever)

Ele está com medo do escuro “por causa da ausência inerente de luz” (The Boogeyman).

Ele adora Halloween (About Face e Devil’s Night).

Ele começou a sofrer de “dores de cabeça intensas” na 6 ª temporada, mas as dores de cabeça não eram evidentes após “Corazón” e só parecia ser mencionado algumas vezes quando ele disse Prentiss (Valhalla) e Morgan (With Friends Like These …). O médico sugeriu que as dores de cabeça eram psicossomáticas.

Ele toma doses iguais de riboflavina e de magnésio, além de tiros esporádicos de E2 para prevenir suas dores de cabeça. (God Complex)

Dissertação de Reid do Departamento de Engenharia da Caltech foi intitulado Identificando fatores de relacionamento não-óbvias, utilizando modelagem ponderada cluster e regressão geográfica (Memoriam).

Ele aprende a tocar piano e compra um teclado eletrônico em “Coda”.

Ele parece viver perto da estação de Metro Van Ness no Distrito de Columbia (Coda).

Apesar das alegações de que ele era capaz de dirigir aos 14 anos, ele andava de bicicleta ao redor, enquanto na faculdade, porque o governo não iria emitir-lhe uma carteira de motorista (The Stranger).

Reid está proibido de ir a vários cassinos em Las Vegas, Laughlin e Pahrump por causa de suas habilidades de contagem de cartas (Snake Eyes).

Reid não gosta de praia. (The Good Earth)

 

 

Frase Marcante

“Reid: A vida de um garotinho estava em risco, eu calculei a probabilidade de sobrevivência dele e não era boa. Se você quiser me punir por arriscar então te encorajo a fazer isso, mas não coloque o resto da minha equipe em teste por algo que eu sugeri.

Crammer: Acalme-se agente!

Reid: Eu estou calmo e é ‘Doutor’.”

Episódio 07×01 – It Takes a Village

Edição, adaptação e revisão: Cla

Fonte: http://criminalminds.wikia.com/wiki/Spencer_Reid

Especial Perfil dos Personagens: David Rossi

Imagem

História

David Rossi é um agente especial de Supervisão e da Unidade de Agente Sênior da Unidade de Análise Comportamental em Quantico, Virginia. Ele, assim como Jason Gideon, seu homólogo anterior, são ambos parcialmente baseados na vida real ex-profiler, John Douglas.

Nascido em Commack, Long Island, New York, Rossi serviu os EUA Marine Corps e chegou ao posto de sargento. Serviu na Guerra do Vietnã. Quando era mais jovem, ele tinha alguma relação com a máfia local, mas cortou seus laços com eles, quando ele deixou a cidade. Amava uma garota chamada Emma Louise Taylor, mas devido à sua carreira, que nunca se casou com ela; Emma Taylor se casou com Boyd Schuller. Depois de deixar o exército, ele foi recrutado pelo FBI. Alguns anos mais tarde, ele desempenhou um papel na fundação da BAU.

Rossi foi casado e se divorciou três vezes, sua primeira esposa sendo Carolyn. As razões para os seus divórcios nunca são esclarecidas, mas é provável que tenha sido por causa de sua devoção ao seu trabalho. Depois de seu primeiro divórcio, ele fez um acordo com Carolyn que ainda iria ajudar um ao outro quando o outro precisava. Eles tiveram um filho, David James, que nasceu em 26 de abril de 1979, mas morreu no mesmo dia.

Rossi estava em reforma antecipada por quase 10 anos até ao seu regresso voluntário ao BAU em outubro de 2007. Ele havia se aposentado, a fim de dar palestras sobre Serial Killers e seus livros, mas voltou para resolver alguns negócios inacabados que não foram especificados imediatamente. Ao se juntar à equipe, fica óbvio que ele teve uma relação de trabalho anterior tanto com Hotch, como com Erin Strauss. Ao contrário da maioria dos outros membros da equipe, Rossi não se intimida com a personalidade de Strauss, e muitas vezes ele a chama pelo seu primeiro nome (muito para seu desgosto).

Fatos Marcantes

Em “Legado”, Rossi revelou suas razões para retornar: Ele estendeu uma pulseira com os nomes dos três crianças de um de seus primeiros casos. As crianças foram para o quarto dos pais e os encontraram na cama, cobertos de sangue, e Rossi prometeu às crianças que iria descobrir quem fez isso. Todos os anos, na véspera de Natal, Rossi chama os filhos daquele casal para que eles saibam que não os esqueceu e que ele não tenha desistido de resolver o caso do assassinato de seus pais. Ele manteve esta tradição através de seu retorno ao BAU, apesar de nenhuma das crianças tinha respondido a suas chamadas mais recentes. Rossi finalmente disse que o caso tinha ficado sem solução há 20 anos e foi finalmente resolvido em “Damaged”.

Em “Remembrance of Things Past”, Rossi recebe a notícia da possível volta de “The Butcher”, um brutal, sádico serial killer ativo na década de 1980 e 1990, em Bristol, Virginia, quando são encontrados corpos exatamente iguais como as antigas vítimas na mesma área. Ele investigou o caso durante os primeiros assassinatos, mas não teve sucesso na captura do Serial Killer. Ele foi, no entanto, responsável por parar seu assassinato, por estreitar o perfil geográfico e alertar todos os possíveis vítimas na área. Ele nunca escreveu sobre isso, porque sentiu que isso daria ao assassino muito poder. No final do episódio, o assassino, um idoso, eletricista com Alzheimer chamado Lee Mullens, é preso. Ao chegar em casa, Rossi, tendo sofrido bloqueio de escritor mais cedo, começa a escrever seu próximo livro, presumivelmente sobre o caso Butcher.

Em The Fallen, Rossi corre para seu antigo sargento do Vietnã, Harrison Scott. Rossi está muito triste ao ver o homem que “fez honesto” sem-teto. Rossi fica sabendo o que realmente aconteceu quando ele recebeu uma concussão e enviado para casa eo sacrifício que Anthony Hernandez, um colega soldado, feito para salvá-los. Depois, Rossi e Scott apresentam o neto de Hernandez, também um fuzileiro naval, com a medalha que seu avô deve ter recebido todos esses anos atrás. Ele também diz Scott sobre o New Directions, uma organização dedicada a ajudar os veteranos de começar o trabalho. Até o final do episódio, ele dedica seu livro mais recente, Evil nunca descansa, a Scott e Hernandez, “dois homens que me salvou para que eu pudesse salvar os outros.”

 

No Trabalho

Tal como o seu antecessor Gideon, Rossi é um agente experiente que atua como profiler oficial da equipe. Ele é adepto de ficar na mente dos criminosos e trabalha em conjunto com Hotch para desenvolver esses perfis. Ele também é a cola que mantém a equipe unida, assumindo como confidente e conselheiro de dilemas pessoais e profissionais da equipe.

Curiosidades

Ele gosta de caçar pássaros com o seu cão.

Ele é um ex-fuzileiro dos EUA e veterano da Guerra do Vietnã, dispensado com a patente de sargento. Major. (Reckoner, Dorado Falls, e The Fallen)

Ele carrega um Springfield Modelo profissional, o que implica que ele tenha tido a experiência passada em Hostage Rescue Team do FBI. Em Identidade, ele menciona ter estado presente no Ridge impasse Ruby.

Ele escreveu pelo menos cinco livros durante o tempo da quarta temporada (Masterpiece) e pelo menos mais um depois. Os conhecidos são:

– Desvio: Os Desejos Secretos de Serial Killers sádicos, aparentemente sobre as motivações dos infames serial killers. Este livro teve uma reimpressão do décimo aniversário especial (Reprise de Zoe).

– Frenzy: Piores Killers Spree da América, sobre assassinos agitação da história dos EUA (indolor).

– Olhos de um predador, sobre um assunto criminoso desconhecido.

– O mal nunca descansa, sobre os criminosos prolíficos como The Butcher, The Piano Man e Lady X (The Fallen).

Ele odeia Los Angeles (The Performer).

Ele já entrevistou Charles Manson três vezes  e entrevistou Ted Bundy, pelo menos uma vez (Limelight).

Ao contrário dos outros membros da equipe BAU, Rossi acredita no verdadeiro mal (Demonology).

Rossi tem uma familiaridade com videogames. Ele está familiarizado com o personagem Niko Bellic, indicando que ele pode ser um fã de Grand Theft Auto IV (Safe Haven). Ele também é visto jogando videogames com Ashley Seaver (Coda). Rossi foi capaz de descobrir o que os irmãos Moore foram “brincar” uma versão da vida real de deuses de Combate (The Wheels on the Bus).

Ele era um fã do Rat Pack (O Artista).

Ele costumava abrir rádios e televisores, por curiosidade, quando ele tinha treze anos (Acolhida).

Ele é um fã de futebol aparente (Out of the Light).

Joe Mantegna escolheu o nome do seu personagem como homenagem ao sargento David Rossi, um oficial da polícia de Los Angeles, que foi um dos primeiros policiais a chegar ao local dos assassinatos de Nicole Brown Simpson e Ronald Goldman, para o qual JO Simpson foi mais tarde julgado e absolvido. Durante o julgamento, Rossi foi interrogado pela defesa no posto por dois dias, apesar de seu envolvimento no caso só tinha sido que ele atendeu a chamada de alarme e foi um dos primeiros na cena do crime.

Ele fala um pouco de italiano (“Proof”).

Ele tem uma casa grande, que ele chama de “uma mansão”, e é um bom cozinheiro, muito parecido com seu antecessor, Gideon (“Proof”).

Ele é católico (o sinal da cruz em “Há No Place Like Home”).

Ele carrega a Springfield Armory TRP como sua arma de escolha, o que sugere que ele pode ter recebido SWAT treinamento para usar a arma.

            FRASE MARCANTE

Dr. Reid: Não sabia que tinha medo de voar.

David Rossi: Não tenho, só odeio turbulências.

Dr. Reid: Só muito raramente as turbulências fazem um avião cair.

Rossi: Isso não ajuda em nada agora. Obrigado.

Dr. Reid: Devemos nos preocupar com microbursts, rajadas de vento repentinas associadas à tempestades. Em um avião como este, se pegarmos um desses na altitude errada, podemos ser pulverizados.

Rossi: Eu te imploro, faça-o parar.”

Episódio 07×07 – There’s no Place Like Home

Tradução, edição e adaptação: Cla

Fontes: http://criminalminds.wikia.com/wiki/David_Rossi — http://www.imdb.com/character/ch0041145/quotes

Especial Perfil dos Personagens: Aaron Hotchner

Capa Perfil Hotch

História

A mãe de Hotch era de Manassas, Virginia onde estudou na Mary Baldwin College. Hotch era um profiler em Seattle no escritório de campo de Washington antes de se transferir para Quantico. Antes disso, ele era um advogado de acusação. Suas lutas para manter sua vida familiar tem sido um tema constante do show. No episódio “Natural Born Killer”, Vincent Perotta pergunta a  Hotch quanto ao significado de “algumas pessoas [de famílias extremamente abusivas e violentas] crescerem e se tornarem assassinas.” Em resposta Hotch diz: “E algumas pessoas crescem para pegá-los.” Isto sugere que Hotch poderia ter sido abusado quando criança, mas o assunto não surgiu depois.

Personalidade

A Personalidade de Hotch mudou muito pouco ao longo da série. Ele sempre foi sério, determinado e focado em sua liderança da equipe, nunca parecendo vacilar ou perder de vista a tarefa à frente, mal permitindo sua perspicácia e humor aparecer. No entanto, os eventos que cercam a última aparição de George Foyet fizeram com que ele se torne temporariamente obstinado e obsessivo ao ponto de nomear Morgan como Chefe da Unidade por um curto período de tempo.

Fora do trabalho, especialmente ao interagir com seus entes queridos, sua seriedade e diminui e o mais despreocupado, de boa índole e bem humorado Hotch, mostra-se, transformando seu rosto a um ponto que as pessoas que ele conhece pouco obtêm uma surpresa.

Aparições

Desde a primeira temporada, o agente Especial Aaron Hotchner participa das investigações da BAU.

Fatos Marcantes

Desde a primeira temporada, Hotch era casado com Haley, uma mulher incrível e de personalidade forte. A história de Aaron se baseia em conciliar sua vida familiar com o trabalho na BAU. Haley e Hotch têm um filho, Jack, que nasce já na 1ª temporada da série. Haley sempre reclama que Hotch nunca está em casa para passar um tempo com Jack, o que faz os dois se distanciarem cada vez mais. Não tão mais tardem Haley leva Jack embora da casa onde moravam e manda os papéis do divórcio à Hotch.

No episódio “Omnivore” da 4ª temporada, a BAU investiga um caso no qual o UNSUB é George Foyet. Foyet é preso porém acaba escapando da prisão e faz a vida de Hotch um inferno. No episódio “To Hell and Back, Part II” George ou The Reaper (como é conhecido) volta para a Season Finale da 4ª temporada de Criminal Minds. Nesse episódio, Foyet espera Hotch em sua casa. O episódio termina com o som de um tiro.

O primeiro episódio da 5ª Temporada (Nameless, Faceless) começa com a equipe chegando na BAU. Todos perguntam de Hotch, mas não sabem onde está. Emily Prentiss pede para Garcia que faça uma investigação em hospitais e etc. Garcia volta com uma resposta dizendo que Hotch está em um hospital, porém com a identidade de Derek Morgan (Foyet havia roubado as identificações de Morgan no episódio “Omnivore”). Emily chama todos e eles começam a investigar o que houve na casa de Hotch. Descobrem que Foyet está por trás de tudo. Quando sai do hospital, tudo indica que Foyet vá atrás de Haley e Jack, e que apesar de estarem em um programa de proteção desde que Foyet escapou da prisão, estão sob domínio de Foyet agora. George sabia onde eles estavam, foi até a casa do agente que protegia Jack e Haley e o matou. Pegou o celular desse agente, ligou pra Haley dizendo que o mais seguro era ir para casa de Hotch. Haley, acreditando em ser um agente, vai até onde Hotch morava. Foyet liga para Hotch e coloca Haley e Jack no telefone. Hotch diz a Jack para “trabalhar em um caso com o papai”. Jack some de cena e Foyet mata Haley com Hotch ainda na linha. Ao chegar em casa, Foyet e Hotch brigam novamente. Dessa vez, Hotch leva a melhor e Foyet morre. Ao fim do episódio descobrimos que Jack estava escondido em um baú no escritório do pai. Depois desse terrível acontecimento, Hotch se muda para um apartamento, tenta passar mais tempo com Jack, entretanto, quem cuida mesmo de Jack é a irmã de Haley.

Curiosidades

– Sua arma é uma Glock 17, com um backup de 26 em seu tornozelo.

– Hotch conheceu sua esposa, Haley, em um grupo de teatro no colégio, ao qual se juntou para se aproximar dela.

– Ele é canhoto, uma característica que ele compartilha com Penelope Garcia.

– Apesar de ser canhoto, ele carrega sua arma e de backup com a mão direita.

– Tornou-se um advogado, seguindo os passos de seu pai, e esperava que seu irmão mais novo, Sean, fizesse o mesmo.

– Seu primeiro caso, como o profiler liderança no BAU foi a do Boston Ceifador em 1998 (Omnivore).

– Seu disco favorito para ouvir é Álbum Branco dos Beatles (“Só porque Manson sequestrado, isso não significa que tem que ser arruinado para o resto de nós”). (“A Intérprete”)

– O personagem foi nomeado após AE Hotchner, um romancista norte-americano, biógrafo, editor e que, como Hotch, também foi para a faculdade de direito.

– Seu irmão, Sean, aparece no episódio 01×16 The Tribe e 08×23 Brother’s Hotchner, respectivamente.

FRASE MARCANTE

 Às vezes não existem palavras, nem citações inteligentes que possam resumir nitidamente o que aconteceu naquele dia. Às vezes você faz tudo certo, tudo exatamente certo, e ainda assim você sente que falhou. Precisava ter terminado daquela forma? Algo poderia ter sido feito para prevenir a tragédia em primeiro lugar? Oitenta e nove mortes na fazenda de porcos, as mortes de Mason e Lucas Turner fazem com que sejam noventa e uma vidas extinguidas. Kelly Shane irá para casa e tentará se recuperar, se reconectar com sua família, mas ela nunca mais será uma criança. William Hightower, que deu sua perna por esse país, deu o resto de si para vingar o assassinato da irmã. Isso faz com que noventa e três vidas sejam para sempre alteradas, sem contar a família e amigos na pequena cidade de Sarnia, Ontario, que pensavam que monstros não existiam, até eles aprenderem que passaram suas vidas com um. E sobre minha equipe? Quantas vezes mais eles conseguirão olhar dentro do abismo? Quantas vezes mais antes deles nunca mais conseguirem recuperar os pedaços que esse trabalho toma? Como eu disse, às vezes não há palavras ou citações inteligentes que poderiam resumir nitidamente o que aconteceu naquele dia. Às vezes, o dia somente…acaba.

Tradução, edição, adaptação: Cla

Revisão: Cla, Carol e Whintney

Fontes: http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fcriminalminds.wikia.com%2Fwiki%2FCriminal_Minds_Wiki&h=7AQG_Vsj3 —–http://pt.wikipedia.org/wiki/Aaron_Hotcher ———- http://pt.wikiquote.org/wiki/Criminal_Minds#To_Hell…_And_Back_.28Part_1.29_.5B4.25.5D  e http://criminalminds.wikia.com/wiki/George_Foyet