Criminal Minds: Beyond Borders traz filho de Jack, sobressaltos em italiano, Nepal cheio de neve (Yeti incluso?) para a segunda temporada

A série da CBS que roda ao redor do globo, Criminal Minds: Beyond Borders, abre a segunda temporada nesta quarta-feira e seu itinerário desta vez inclui paradas na Tanzânia, Itália, Colômbia e um Nepal com muita neve.

As ameaças, porém, não se limitam a sinistros unsubs (e talvez, apenas talvez, o Yeti – lendário Abominável Homem das Neves ou Pé Grande). Ao contrário, Jack Garrett (interpretado por Gary Sinise) e a Equipe de Resposta Internacional podem ter motivos para olhar sobre seus ombros no FBI.

A showrunner Erica Messer compartilhou com TVLine os planos para a 2ª temporada.

TVLINE: Que tipo de lições foram aprendidas saindo da primeira para a segunda temporada? À que você se inclinou?
A 2ª temporada é mais ou menos como seriam nossos últimos nove episódios, se tivéssemos um total de 22 [episódios na 1ª temporada], então, acho que nós ganhamos o direito de que nosso público entenda que nossos heróis são um pouco mais. Especificamente com Jack, vamos com ele para casa muito mais nesta temporada, e até mesmo apresentar o seu filho Ryan, interpretado por Matt Cohen (General Hospital, Supernatural). Ryan é novo no FBI e está seguindo os passos do pai, e isso pode ser um pouco difícil, porque Jack Garrett é uma grande sombra. Então, estamos jogando o drama familiar dentro disso. Ter um membro da família que está no campo com a gente meio que revela um lado diferente de Jack, como uma figura literal de pai.

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TVLINE: Essa era uma das minhas perguntas: será que Matt Cohen recorre da mesma forma que Sherry Stringfield (como esposa de Jack, Karen), ou é diferente, pois ele vai realmente entrar nas histórias?
Nós vamos apresentá-lo com Sherry e as outras crianças, no primeiro episódio, para mostrar Jack como homem de família que vai à igreja e todas essas coisas boas. No sétimo episódio, aquela introdução de Ryan que era tipo, “oh, isto é apenas história de fundo para a vida de Jack” se torna parte da história. E no momento em que atingimos o final da temporada, ele se torna uma parte importante da história. Tomamos a ideia de família e realmente integrá-lo com seu trabalho, de uma forma que não tínhamos feito antes, mas de uma maneira que vários shows tinham feito. Criminal Minds não tinha usado esta coisa de, “há um membro da equipe que tem outro membro da família dentro do Bureau”, por isso, foi bom fazer algo que não tinha sido feito.

TVLINE: Geralmente, os membros da família em Criminal Minds estão lá apenas para serem torturados ou mortos!
Exatamente! Nós os casamos para que possam morrer. O QUEEE? [Risos]

TVLINE: De que outros personagens de Criminal Minds: Beyond Borders teremos uma percepção pessoal?
Clara (Alana de la Garza) está pensando que é hora de abrir-se para namorar outra vez. A última temporada foi realmente sobre como “voltar à sela” em termos de trabalho, e ela tomou seu tempo fora para sofrer pela morte de seu marido. Agora ela está pronta para abrir-se. São apenas passinhos de bebê, é claro, mas há um bom episódio em que ela conhece alguém (interpretado por Simon Kassianides de Agents of S.H.I.E.L.D.)que, talvez, se ambos não viajassem tanto pelo mundo, que pudessem realmente estar juntos – e isso pode ser algo que poderíamos explorar em histórias futuras. Parece rico e adorável vê-la sorrir assim.

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TVLINE: Para que lugares a equipe está indo nesta temporada?
Estamos em todo o lugar. Começamos a temporada na Tanzânia, e vamos para a Itália, Colômbia e Bangladesh… Daniel Henney (que interpreta Matt) terá uma bela história quando chegarmos à Coreia do Sul, que é parcialmente inspirada pela própria vida de Daniel. Sua mãe [coreana] foi dada para adoção e criada por uma família americana, e estamos meio que pegando essa história e colocando-a no personagem de Daniel, sobre a mãe dele. Essa é uma ótima maneira de tocar em um de nossos heróis sem que ele esteja em perigo. E então Monty (Tyler James Williams) vai para o campo conosco este ano, o que é muito divertido.

TVLINE: Ele está apavorado?
Claro que ele está apavorado! Ele não gosta de voar. [Risos] É especialmente divertido porque vamos ao Nepal e os moradores acreditam que não foi apenas um assassinato, mas que possivelmente o Yeti estava envolvido, então, você vai ouvir um pouco das teorias da conspiração de Monty.

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TVLINE: Qual o local mais ambicioso ou mais complicado que você se propôs a fazer desta vez?
Minha resposta pode ser diferente do nosso designer de produção, mas o Nepal, em termos de produção, foi louco. Tivemos que sair para o bosque – nada que você poderia fazer na floresta de Griffith Park – e fazer neve. Terminamos nossa temporada no início de dezembro, por isso, não estava tão frio como janeiro ou fevereiro em Los Angeles, mas ainda estávamos em uma altitude suficiente para a neve que nós fizemos ficar presa. Observando esse episódio, eu senti: “uau, tivemos muito trabalho”. Fizemos muitas externas, tinha que parecer que estávamos congelando… Mas a Tanzânia também não foi brincadeira. Ficamos em Piru, na Califórnia, por dias e dias e dias, com uma estação de trem e 23 americanos desaparecidos andando por aí no calor insuportável…Isso foi, vamos valorizar a produção, um trabalho enorme. Quando saímos do avião, tem que parecer que estamos nesse país. Se não conseguimos na primeira cena, então, você não vai ficar para o resto da viagem.

TVLINE: Conte-me sobre um dos episódios mais assustadores da temporada.
Acho que o episódio italiano, que será o segundo a ser exibido, é muito digno de nos colocar em posição fetal. É quase como Zodíaco à moda italiana, mas ainda pior de certa forma, porque o que ele está fazendo…você não vê muito dele, felizmente, mas há um monte de grandes sobressaltos. E para a equipe, o episódio mais horrível seria o que acabou sendo o nosso episódio final, onde a IRT está sob investigação por algo que dá errado em seu último caso. A equipe está sob fogo, literalmente, em grande dificuldade com o FBI. É uma daquelas histórias que você não poderia contar na primeira temporada, porque as pessoas não se importam o suficiente com a equipe ou os personagens ainda, mas você poderia certamente contar em uma temporada 2. Esse é um dos meus favoritos do ano.

Criminal Minds: Beyond Borders Adds Jack’s Son, Italian Jump Scares, Snowy Nepal (Yeti Included?!) for Season 2

CBS’ globe-trotting Criminal Minds: Beyond Borders opens Season 2 this Wednesday at 10/9c, and its itinerary this time around includes stops in Tanzania, Italy, Colombia and a snowy Nepal.

The threats, though, aren’t limited to sinister UnSubs (and maybe just maybe the Yeti). Rather, Jack Garrett (played by Gary Sinise) and the International Response Team might have cause to look over their shoulder right there in the FBI.

Showrunner Erica Messer shared with TVLine a look at the Season 2 plan.

TVLINE | What sort of lessons were learned coming out of Season 1 going into Season 2? What did you find yourself leaning into, or dialing down?
Season 2 is a bit like what our back 9 would have been, if we had had a full 22 [episodes for Season 1], so I think we’ve earned the right to have our audience understand who our heroes are a bit more. Specifically with Jack, we go home with him a lot more this season, and we even introduce his son Ryan, played by Matt Cohen (General Hospital, Supernatural). Ryan is new to the FBI and he’s following in his dad’s footsteps, and that can be a little hard because Jack Garrett casts a big shadow. So we’re playing the family drama within that. Having an actual family member who’s in the field with us a little reveals a different side of Jack, as a literal father figure.

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TVLINE | That was one of my questions: Will Matt Cohen recur in the same capacity as Sherry Stringfield (as Jack’s wife Karen), or is this a different thing where he’ll actually get into the A-stories?
We introduce him with Sherry and the other kids, in the first episode, to show Jack as this family man who goes to church and all that good stuff. By the seventh episode, that introduction of Ryan that seemed like, “Oh, this is just background for Jack’s life” becomes a part of the story. And by the time we hit the end of the season, he becomes a major part of the story. It’s taking the idea of his family and really integrating it with his work, in a way that we hadn’t done before, but in a way that plenty of shows had done. Criminal Minds hadn’t played this thing of, “There’s a team member who has another family member within the Bureau,” so it was nice to do something that we hadn’t been done.

TVLINE | Usually Criminal Minds family members are there just to get tortured or killed!
Exactly! Get them married so they can die. Whaaat? [Laughs]

TVLINE | What other characters will we get personal insight into?
Clara (Alana de la Garza) is deciding that it’s time to open herself up to dating again. Last season was really about getting “back in the saddle” in terms of work, and she’s taken her time off to bereave the death of her husband. Now she’s ready to open herself up to [dating]. It’s just baby steps, of course, but there’s a nice episode where she meets somebody (played by Agents of S.H.I.E.L.D.‘s Simon Kassianides) that maybe if they both didn’t travel the world so much they could actually be together — and that might be something we could explore in future stories. It feels rich and lovely to see her smile in that kind of way.

TVLINE | What places is the team headed to this season?
We are all over the place. We start the season in Tanzania, and we’re going to Italy, and Colombia, and Bangladesh…. Daniel Henney (who plays Matt) will have a nice story when we get to South Korea, which is partly inspired by Daniel’s own life. His [Korean] mother was given up for adoption and raised by an American family, and we’re sort of taking that story and putting it onto Daniel’s character, about his mother. That’s a nice way to touch on one of our heroes without him being in jeopardy. And then Monty (Tyler James Williams) goes in the field with us this year, which is a lot of fun.

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TVLINE | Is he terrified?
Of course he’s terrified! He’s not a good flier. [Laughs] It’s especially fun because we go to Nepal and the locals are believing this wasn’t just a murder that happened but that possibly the Yeti was involved, so you get to hear a bit of Monty’s conspiracy theories.

TVLINE | What’s the most ambitious or trickiest locale you’ve given yourself to fake this go-round?
My answer might be different from our production designer’s, but Nepal, production-wise, just seemed nuts. We had to go out into the woods — Nothing You Could Fake in Griffith Park woods — and make snow. We were done with our season in early December, so it wasn’t as cold as January and February had been in Los Angeles, but we were still in a high enough altitude that the snow that we made stuck around. Watching that episode, I felt like, “Wow, we had to do a whole heckuva lot.” We were outside a lot, it had to look like we were freezing…. But Tanzania was no joke, either. We were out in Piru for days and days and days, with a train station and 23 missing Americans walking around in the hot, hot heat of that….. That was, production value-wise, a huge undertaking. When we get off that plane, it has to look like we’re in that country. If we don’t grab you from the first frame of it, then your’e not going to be along for the rest of the ride.

TVLINE | Tell me about one of the season’s most haunting, creepy episodes.
I think the Italian episode that airs second is pretty cringe-worthy. It’s almost like the Italian take on the Zodiac, but even worse in a way because what he’s doing… you don’t see much of it, thankfully, but there are a lot of great jump scares there. And for the team, the most horrifying episode would be what ended up being our bottle episode, where the IRT is under investigation for something that wen awry when they were on their last case. The team is under fire, literally, in big trouble with the FBI. It’s one of those stories that you couldn’t tell in the first season because people don’t care enough about the team or the characters yet, but you could certainly tell it in a Season 2. That’s one of my favorites of the year.

Tradução/Translated by: Patrícia Angélica

Edição/Edited by: Dayana Alves Coelho

Fonte/Source: TVLine

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