Conheça o “novo novato” – Agente Stephen Walker

O título de Adam Rodriguez como novato em Criminal Minds não durou muito tempo. Damon Gupton se juntou ao show em setembro, como o agente Stephen Walker, dois meses depois de Rodriguez entrar como agente Luke Alvez – e quando Garcia (Kirsten Vangsness) finalmente gostou de Alvez (e seu cachorro).

“Uma das piadas no set é que eu sou o novo novato”, diz Gupton com uma risada. “Duvido que ele esteja com ciúmes disso!”

A entrada de Gupton, naturalmente, veio após a saída de Thomas Gibson, em agosto, e se desdobrou quase tão rapidamente quanto o drama em torno da demissão de Gibson, após uma briga com o roteirista/produtor Virgil Williams. “Eu estava fazendo uma peça aqui em Los Angeles e recebi um telefonema para encontrar a grande Erica Messer [a showrunner]”, diz Gupton.” Eu a encontrei para conversar sobre a oportunidade, e deu certo, cerca de uma semana e meia depois eu me tornei parte de Criminal Minds, o que me chocou. Aconteceu tão rapidamente, mas não podia estar mais feliz por estar com um grupo tão bom”.

Ser o novato em um show de longa duração é difícil o suficiente, mas fazê-lo na sequência de uma estrela tão amada sair é quase invejável. Ainda assim, Gupton diz que não houve “trepidação” sobre se juntar ao show durante tal transtorno e com um segmento de fãs liderando uma campanha de #NoHotchNoWatch.

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“É mais emocionante entrar no mundo e ver como me encaixo no mundo e se posso trazer algo”, diz ele. “As pessoas que vieram e saíram foram artistas tão maravilhosos e que deram sabor ao show. É uma honra trazer algo novo para a mesa. Você nunca quer decepcionar os fãs. O show tem uma base de fãs tão grande e quero respeitar o que foi criado ao longo dos anos e a lealdade dos fãs. Estou animado para trazer algo novo”.

Facilitando o processo está o fato de que Walker não é um substituto direto para o Hotch de Gibson – Prentiss (Paget Brewster) merecidamente sucedeu-o como chefe da BAU – e o show fez um lançamento suave com a sua introdução nos minutos finais do episódio de 7, de dezembro.

Descolado, casualmente confiante, Walker é um agente do FBI de longa data e um antigo colega de Prentiss na Interpol, que foi escolhido a dedo por ela para se juntar à equipe. “[A introdução] foi breve, mas no Twitter pessoas me receberam e me apoiaram através de outros membros do elenco e tudo”, diz Gupton. “Vamos ver como será, enquanto isso cresce”.

Os espectadores vão aprender mais sobre Walker no episódio desta quarta-feira, que apresenta o retorno do inimigo de Rossi (Joe Mantegna) Tommy Yates (Adam Nelson) enquanto ele dá outro curso de perfil. Walker, afinal, era uma daquelas mentes jovens que Rossi moldou no passado. “Rossi foi seu professor na academia, deu um curso de formação de perfis e ele achou que Stephen seria um talentoso profiler, então, ele está muito feliz por vê-lo juntar-se à equipe, finalmente”, diz Gupton. “Acho que ele está aprendendo sobre Yates com o tempo. É um certo caso que ele pode ter sido informado em algum momento [por Rossi], mas não na medida de estar plenamente com a BAU”.

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Prentiss e Walker no episódio 12×09 “Profiling 202”

Walker é do Programa de Análise Comportamental, a divisão de contraterrorismo do FBI, então haverá um pequeno período de adaptação.” Certamente não há tanto horror em série como a BAU tende a passar toda semana”, diz Gupton. “Ele é leal, ele se encaixa perfeitamente. Ele sabe das coisas. Ele é um pouco mais cerebral do que eu. Ele é muito competente e acho que enquanto ele pode parecer mais calmo, ele está no controle das coisas. Acho que sua experiência de trabalho com Emily Prentiss na Interpol, em Londres, deu-lhe um grande peso. Ele está ansioso para aprender novas habilidades com a BAU”.

O que Walker não tem no perfil neste momento, é compensado com seu background de caça de espiões. Talvez a experiência com tecnologia, as habilidades de vigilância, irão revelar-se vitais quando se tratar de prender Mr. Scratch (Bodhi Elfman) e os três unsubs restantes à solta, desde que Scratch mostrou que não está acima de tudo – personificação! Pregos voadores! – provocando a BAU.

“Ao conversar com um integrante do BAP da vida real, acho que algumas das coisas que as equipes de contra-vigilância e antiterrorismo têm em termos de acesso à tecnologia também são novas, então podemos ver algumas dessas coisas saindo”, diz Gupton. “Algumas dessas coisas são elementos mais importantes que ele traz que são um pouco de novidade”.

Walker não tem “nenhuma experiência” ou interesse em Scratch antes de se juntar à BAU, diz Gupton. Mas com Scratch aparentemente perseguindo cada membro separadamente, ele pode ter uma participação pessoal na caça em breve.

“Scratch não o atacou… ainda”, ele brinca. “Quem sabe sobre aquele cara? É um cara muito perigoso esse Mr. Scratch. [Walker] se torna profundamente envolvido apenas por associação”. A caçada se intensifica e ele contribui da melhor maneira possível. Espero ver mais Stephen Walker relativamente em breve”.

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Meet “New Newbie” Agent Stephen Walker

Adam Rodriguez’s title as the Criminal Minds newbie didn’t last long. Damon Gupton joined the show in September as Agent Stephen Walker, two months after Rodriguez came on board as Agent Luke Alvez — and just when Garcia (Kirsten Vangsness) finally took a liking to Alvez (and his dog).

“One of the jokes on set is that I’m the new newbie,” Gupton tells with a laugh. “I doubt he’s jealous I took that!”

Gupton’s casting, of course, came after Thomas Gibson’s firing in August and unfurled nearly as quickly as the drama surrounding Gibson’s dismissal following an altercation with writer/producer Virgil Williams. “I was doing a play here in L.A. and I got a call about meeting the great Erica Messer [the showrunner],” Gupton says. “I met her to talk about the opportunity and it worked out. About a week and a half later I was part of Criminal Minds, which just kind of shocked me. It happened so quickly, but I couldn’t be happier to be around such a good group of people.”

Being the new guy on a long-running show is hard enough, but doing so in the wake of a beloved original star’s firing is hardly enviable. Still, Gupton says he had “no trepidation” about joining the show during such upheaval and with a segment of fans leading a #NoHotchNoWatch campaign.

“It’s more exciting to step into the world and see how I fit into the world and if I can bring something,” he says. “The people who have come and gone have been such wonderful performers and flavors on the show. It’s quite an honor to ask to bring something new to the table. You never want to disappoint fans. The show has such a huge fan base and you want to respect what’s been created over the years and fan loyalty. I’m just excited to bring something new.”

Easing the process is the fact that Walker is not a direct replacement for Gibson’s Hotch — Prentiss (Paget Brewster) has deservedly succeeded him as BAU unit chief — and the show did a soft launch with his introduction in the final minutes of the Dec. 14 episode.

Cool, casually confident, Walker is a longtime FBI agent and an old Interpol colleague of Prentiss’ who was handpicked by her to join the team. “[The introduction] was brief, but on Twitter people have welcomed me and have supported me through other cast members and everything,” Gupton says. “We’ll see how that goes, if that grows.”

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Walker and Rossi on episode 12×09 “Profiling 202”

Viewers will learn more about Walker on Wednesday’s episode, which features the return of Rossi‘s (Joe Mantegna) foe Tommy Yates (Adam Nelson) as he teaches another profiling course. Walker, it turns out, was one of those young minds Rossi molded back in the day. “Rossi was his teacher at the academy. He taught a profiling course and he thought Stephen was a very talented profiler, so he’s thrilled to see him join the team finally,” Gupton says. “I think he’s learning about Yates as he goes. It’s a certain case he may have been briefed on at some point [by Rossi] back when, but not to the extent to being fully with the BAU.”

Walker hails from the Behavioral Analysis Program, the counterterrorism division of the FBI, so there will be a little adjustment period. “There’s certainly not as much serial horror there as the BAU tends to go through week to week,” Gupton quips. “He’s loyal. He fits right in. He knows his stuff. He’s a little more cerebral than I am. He’s very competent and I think while he may seem quieter, he’s in control of things. I think his experience crafted with Emily Prentiss at Interpol in London has given him great weight. He’s eager to learn new skills with the BAU.”

What Walker lacks in profiling at the moment, he makes up for with his spy-hunting background. Perhaps those tech-savvy, surveillance skills will prove to be vital when it comes to nabbing Mr. Scratch (Bodhi Elfman) and the remaining three unsubs on the loose, since Scratch has shown he’s not above anything — impersonation! flying nails! — to taunt the BAU.

“In speaking with a real-life member of the BAP, I think some of the things the counter-surveillance and counterterrorism teams have in terms of access to technology are new as well, so we get to see some of those things come out,” Gupton says. “Some of those things are some of the most important elements that he brings that are a little new.”

Walker has “no experience” with or a vested interest in Scratch before joining the BAU, Gupton says. But with Scratch seemingly targeting each member separately, he might have a personal stake in the hunt soon.

“Scratch has not targeted him… yet,” he teases. “Who knows with that guy? That’s a very dangerous guy, Mr. Scratch. [Walker] becomes deeply involved just by association. The hunt intensifies and he contributes as best he can. Hopefully! I think we’ll be seeing more of Stephen Walker relatively soon.”

Tradução/Translated by: Patrícia Angélica

Edição/Edited by: Dayana Alves Coelho

Fonte/Source: TVGuide

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2 respostas em “Conheça o “novo novato” – Agente Stephen Walker

  1. Infelizmente a série está fadada ao fim. Sem Hotch Criminal Minds não sobrevive. É lamentável que os executivos não s deem conta disso. Quem perde são os fãs.

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