‘Criminal Minds’ atrás das grades: a BAU vai à prisão em “Lockdown”

Derek Morgan e Aaron Hotchner em destaque no episódio  de Criminal Minds desta semana, "Lockdown".

Derek Morgan e Aaron Hotchner em destaque no episódio de Criminal Minds desta semana, “Lockdown”.

No episódio de Criminal Minds desta quarta-feira, a BAU vai para uma prisão no Texas após dois guardas serem mortos. Naturalmente, os principais suspeitos serão os homens encarcerados, mas como diminuir a lista de centenas? Deixe isso para Reid (Matthew Gray Gubler), é claro. Como visto no sneak peek abaixo, ele demora cerca de 126 minutos para percorrer os arquivos de prisioneiros e encontra um desaparecido.

Por um lado, a BAU tem sorte com este caso de Criminal Minds, uma vez que não precisa mesmo chegar a uma lista de suspeitos. Por outro lado, porque as vítimas são guardas da prisão, o que significa que eles têm uma lista muito grande de suspeitos em “Lockdown”.

A BAU é chamada quando dois guardas de uma prisão de segurança máxima privatizada no Texas são assassinados, e a equipe suspeita de que poderia haver mais de um “unsub” a trabalho dentro da prisão.

“Um motim prisional se torna uma armadilha da morte”, o preview adverte – Morgan e Kate vão estar bem no meio dele.

Acontece que Hotch conheceu o diretor, que era um lobista para a mesma empresa que é proprietária da prisão, em uma conferência no DC. Então, por que mudar a carreira? Isso é fácil: “Um bom pacote salarial”. Como Rossi aponta, há uma boa notícia e uma má notícia. Eles já têm sua lista de suspeitos, mas há 2.000 detentos, e provavelmente metade deles está lá por crimes violentos.

O capitão dos agentes penitenciários da prisão, interpretado por William Ragsdale (à esquerda) e o diretor Miles Tate, interpretado por Robert Gant.

O capitão dos agentes penitenciários da prisão, interpretado por William Ragsdale (à esquerda) e o diretor Miles Tate, interpretado por Robert Gant.

A equipe não está tendo muita sorte na prisão – os assassinatos estão relacionados a gangues? É algo pessoal? – Mas que pode haver uma reviravolta, uma vez que Reid, após os 126 minutos, conclui a pilha de arquivos. Hotch volta assim que Reid termina, e relata que os dedos da vítima foram quebrados após a morte. Reid começa a falar sobre o número “7” (e apenas Reid pode soar como estar interrompendo a si mesmo) até que Hotch pede para ele parar e pergunta se ele conseguiu terminar os arquivos. Ele conseguiu, e um dos prisioneiros não foi contado, e aparentemente simplesmente desapareceu exatamente antes de uma das vítimas ser morta.

O episódio foi dirigido por Thomas Gibson, sua quarta vez atrás das câmeras, e segunda nesta temporada (o outro episódio dirigido por ele foi “Boxed In”, 10×05). Mas este é diferente dos demais, pois a maior parte do tempo estão confinados a um único local, a prisão.

Thomas Gibson ficou responsável por "Lockdown", segundo episódio que ele dirige nesta temporada.

Thomas Gibson ficou responsável por “Lockdown”, segundo episódio que ele dirige nesta temporada.

“Há uma opção para obter uma prisão em Los Angeles, que é uma antiga instalação das mulheres que os xerifes do condado possuem, e a usam parcialmente para armazenamento e formação e tiro”, Gibson diz ao TVGuide.com. “Filmamos lá antes e você tem que reservar com bastante antecedência. É mesmo adequadamente desolador. Nosso departamento de arte poderia criar uma prisão, mas é melhor ir para lá”.

Estar em uma prisão real não só capturou uma atmosfera muito mais realista, mas a sensação claustrofóbica que Gibson estava buscando. “A idéia [foi] sentir como se estivéssemos fechados com todo mundo durante o tempo que demorou para descobrir o que estava acontecendo”, diz ele. “Eu queria que tivesse a sensação de que todo mundo estava assistindo a todos os outros, e eu acho que você definitivamente consegue isso em alguns lugares que beneficiam a história. Há poucas cenas de luta e uma grande cena de luta… na qual eu fiz uma interrupção de último minuto [para filmar em] uma sala exterior maior antes da luta acontecer. Foi uma boa ideia, eu acho. Mas é muito triste estar lá. Nós acabamos precisando de apenas quatro dias lá. Quatro dias de prisão é mais do que suficiente!”

Criminal Minds - 1016. Lockdown - Promo 2

Criminal Minds behind bars: BAU goes to jail in Lockdown

On Wednesday’s Criminal Minds, the BAU heads to a Texas prison after two guards are killed. Naturally, the primary suspects will be the incarcerated men, but how to narrow down the pool of hundreds? Leave it to Reid (Matthew Gray Gubler), of course. As seen in the sneak peek above, he takes approximately 126 minutes to go through prisoner files and finds one unaccounted for.

On one hand, the BAU lucks out with thisCriminal Minds case since they don’t even need to come up with a suspect list. On the other hand, it’s because the victim are prison guards, which means they have a very large suspect list in “Lockdown”.

The BAU is called in when two guards at a privatized maximum security prison in Texas are murdered, and the tam suspects that there could be more than one UnSub within the prison at work.

“A prison riot becomes a death trap,” the preview warns — and Morgan and Kate are going to be right in the middle of it.

It turns out that Hotch met the warden, who was a lobbyist for the same company that owns the prison, at a conference in D.C. So why the career change? That’s an easy one: “a nice salary package.” As Rossi points out, there’s good news and bad news. They already have their suspect pool, but there are 2000 inmates, with probably half in there for violent crimes.

David Rossi in "Lockdown" (EP 10x16)

David Rossi in “Lockdown” (EP 10×16)

The team isn’t having much luck once at the prison — Were the murders gang related? Personal? — but that may turn around once Reid after 126 minutes finishes a stack of files. Hotch returns just as Reid finishes and reports that a victim’s fingers were broken postmortem. That gets Reid going about the number “7” (and only Reid can sound like he’s interrupting himself) until Hotch stops him to ask if he got through the files. He did, and one prison is unaccounted for and seemingly just vanished right before one of the victims was killed.

The episode was directed by Thomas Gibson, his fourth stint behind the camera and second this season. But this one is unlike the rest in that the majority of the hour is confined to one location, the prison.

“There’s one option to get a prison in Los Angeles, which is an old women’s facility that the county sheriffs own, and they use it partially for storage and training and shooting,” Gibson tells TVGuide.com. “We’ve shot there before and you have to book it way in advance. It’s really appropriately bleak. Our art department could create a prison, but it’s better to go there.”

Thomas Gibson is the director of "Lockdown", leading an episode for the second time this season.

Thomas Gibson is the director of “Lockdown”, leading an episode for the second time this season.

Being in an actual prison not only captured a far more realistic atmosphere, but the claustrophobic feel Gibson was going for. “The whole idea [was] to feel like we were shut in with everybody for as long as it took to figure out what was going on,” he says. “I wanted it to have the feeling that everybody was watching everybody else, and I think you definitely get that in a few places that benefits the story. There are few fight scenes and one big fight scene … where I made a last-minute switch [to shoot in] a larger exterior room before the fight happens. It was a good call, I think. But it’s pretty grim being there. We ended up needing only four days there. Four days in prison is more than enough!”

Tradução/Translated by: Patricia Angelica.

Edição/Edited by: Dayana Alves Coelho.

Fontes/Sources: BuddyTV, TVGuide.

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