Vídeo chat de Matthew Gray Gubler para a CBS, 2 de abril de 2014

Link para assistir ao video chat:

 

Gubler se apresenta como Frankie Muniz, do seriado Malcolm in the Middle, só para quebrar o gelo…risos.

Ele afirma nunca ter participado de um vídeo chat antes e que está meio apavorado…

“Como eu faço isso? Onde eu clico?”

Primeira pergunta: – Se você pudesse ter um superpoder, qual seria?

MGG: – Ótima pergunta! Acho que eu teria a habilidade de gravar os meus sonhos e poder assisti-los em fitas VHS. O que vocês acham? É o que tenho agora! Essa é uma situação meio bizarra, pois eu não posso ver ninguém e é como se eu estivesse contando piadas terríveis para ninguém e eu espero que alguém esteja rindo em algum lugar da internet  (provavelmente minha tia ou minha mãe…)

Qual foi a coisa mais estranha que lhe aconteceu quando estava gravando um episódio?

MGG: – Boa pergunta! Foram tantas pegadinhas…mas essa não foi necessariamente a mais estranha, e aconteceu comigo ontem. Estávamos sentados no jatinho filmando (que na verdade não é um jato de verdade, é um set com paredes móveis onde filmamos sempre, e se parece com um jato) e algo picou minha perna e parecia uma picada de cobra. No momento pensei que fosse o Shemar me beliscando e, então, vi que era um pedaço de metal enferrujado que estava saindo do set e furou a minha calça e me cortou. Fiquei abismado e precisei de uma vacina antitetânica, o que me fez lembrar que sou um mortal.

Quer saber? Na verdade, estou amando que não há ninguém aqui para me segurar ou falar e eu posso simplesmente fazer coisas aleatórias. Vocês estão mesmo gravando isso?

Quais são os prazeres dos quais sente culpa?

MGG: – Isso parece meio pretencioso, mas eu nunca acreditei nisso, pois sinto que se você gosta de um coisa, você gosta e pronto! Eu nunca me senti envergonhado de nada. Acho que talvez se trate de “Oh, eu gosto de assistir desenhos animados nas manhãs sábado (o que eu realmente faço).” Eu não sei, nunca me senti culpado de ter feito nada, eu gosto com todo o meu coração das coisas que eu faço. É… acho que essa é a minha resposta! Eu gosto do que gosto e acho que não deviam se sentir culpados por gostar de nada. Eu gosto de… eu não sei…e vou para a próxima pergunta!

Nesse ponto muita gente deve ter saído do chat! … risos. Devem estar pensando como podem ter perdido um minuto assistindo esse cara fazendo isso aí na internet…

Você pregou alguma peça em alguém, no 1º de abril, esse ano?

MGG: – Tem uma coisa que adoro, é uma das coisas que me sinto culpado com muito prazer (referindo-se à pergunta anterior) : eu adoro fazer brincadeiras e pegadinhas com as pessoas. Esse ano eu fiquei pensando que no dia 1º de abril as pessoas esperam que alguém faça alguma brincadeira, então eu deixei o meu Dia da Mentira para o dia 4 de abril. Recentemente, acho que foi a melhor das minhas pegadinhas de todos os tempos, no Dia da Mentira do ano passado, eu fiz uma brincadeira com o Shemar Moore. Eu criei uma falsa grife de roupas como a “Baby Girl”, que é do Shemar. Meu irmão e eu montamos uma página falsa na internet dizendo que o Chris Brown havia criado uma linha de roupas revolucionária, chamada “Baby Lady”, até usamos exatamente a mesma fonte utilizada nos anúncios da “Baby Girl”. Levamos quatro dias para criar um domínio e colocar no ar. Anonimamente, twittamos para alguns colegas de trabalho que iriam ser responsáveis por espalhar e contar ao Shemar. Ele surtou e passou uns dois dias comentando sobre o assunto e discutindo com o Chris Brown no twitter. Até que ele percebeu que era uma pegadinha de 1º de abril, mas não sabia quem teria feito isso durante quase um ano. E acabei revelando que tinha sido eu em um programa de TV, no “The Talk”, esse ano.

O que está em sua lista de desejos?

MGG: – Video chats ao vivo estavam na minha lista! Já risquei da lista e agora eu posso morrer! (Matthew tem um ataque e finge de morto por alguns segundos…).

Estou de volta! Morri momentaneamente, mas já estou de volta! Na verdade, cada momento da minha vida está em minha lista e eu quero continuar fazendo o que estou fazendo…

Você disse que sofreu bullying na escola e como você se manteve fiel a si mesmo e a sua personalidade?

MGG: – Isso vai parecer meio maluco mas, não estão aqui e não podem me impedir de falar já que pararam de me incomodar. Eu desejo do fundo do meu coração, a todas as pessoas que me hostilizaram e me chamaram de estranho, de perdedor ou que eu não seria bom em nada, porque por alguma razão isso me inspirou e acendeu um fogo dentro de mim, e me levou a estar sentado nessa cadeira confortável, nesse local muito confortável, com essas pessoas…não tem ninguém mais aqui na verdade…só eu. Eu agradeço aos bullyings! Eu gosto de desafios e perseverança, e quem sofre bullying na escola, saiba que você irá rir por último!

Se você pudesse interpretar um outro personagem em Criminal Minds por um dia, qual você escolheria e por quê?

MGG: – É uma boa pergunta! Eu interpretaria um dos caras maus com certeza, eu seria um dos “unsubs”! Eles têm os papéis mais divertidos e mais malucos e eu gostaria de fazer um vilão.

O que fez você se tornar um ator?

MGG: – Eu não sei, eu cresci em Las Vegas, onde meus pais nasceram, e por alguma razão o entretenimento corre em minhas veias. Desde muito jovem o que eu queria era entreter as pessoas. Eu adorava contar piadas quando criança e queria ser um comediante! Aos cinco anos eu queria ser um mágico. Até que eu me vi fazendo filmes e achei que era a melhor coisa do mundo, ao fazer truques de mágica bem complicados, e ainda tentar me colocar nos filmes ao mesmo tempo. Sempre gostei de divertir as pessoas, acho que, provavelmente, desde que eu era um embrião…

Qual a melhor parte de interpretar Reid?

MGG: – Tudo! Eu realmente gosto do Reid, gosto de interpretá-lo e de criar o retrato de um personagem inteligente não como um NERD, se é que isso faz sentido. A série já existe há tanto tempo e eu sinto que falo e sou uma pessoa mais sábia. Há 9 ou 10 anos quando a série começou, eu parecia meio bobão, mas o meu esforço no início era interpretar um personagem muito inteligente sem estereótipos, e acho que fiz isso. E eu amo os músculos dele, quem não gosta dos músculos dele?

(Ele brinca que vai beber um pouco de Bourbon,  e um segundo depois desmente dizendo que, na verdade,  é café…risos).


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Você e Reid seriam amigos na vida real?

MGG: – Nós absolutamente seríamos amigos! Eu sinto que seríamos ótimos amigos! Nós somos ótimos amigos! Nós provavelmente iríamos ao The Museum of Jurassic Technology, em Los Angeles, mas não é o que parece e não tem nada a ver com dinossauros. É um lugar estranho para colegas estranhos…

Se você pudesse dar um talento ao Dr. Reid, qual seria?

MGG: – Eu tenho uma pergunta para vocês aí em casa, vamos fazer um jogo. Se você pudesse decidir entre levitar próximo ao solo, não exatamente poderia voar, mais como o Geléia, dos Caça-fantasmas, essa seria a primeira opção, meio que flutuar por aí. Ou se você pudesse fechar os olhos e se transportar para qualquer lugar do mundo em um segundo, mas para fazer isso você teria que fazer um parto. Isso seria o inconveniente de poder ir a outro lugar e ver coisas, ter que ficar uma hora para trazer um bebê ao mundo. Eu acho que Reid talvez gostasse de fazer isso também!

Você tem uma cena favorita do Reid?

MGG: – Eu realmente gosto de todas as cenas dele e eu também gosto do Reid bravo e agressivo, ele fica engraçado. Eu gosto do Reid bom, aquele que fala super rápido, quando ele tem que dizer muitas coisas e o Hotch fica com aquela cara…

(Gubler faz um parênteses e agradece, e diz que ama todos os 7 que devem estão assistindo… risos).

É um material tão sombrio, como você consegue separar o trabalho da sua vida pessoal?

MGG: – Nos primeiros cinco anos do seriado foi um grande desafio, eram coisas tristes e horríveis o tempo todo, que vinham assombrar nos sonhos e pesadelos, era um problema… Mas nós fazemos muitas piadas e nos divertimos muito! E o resto é tão bom quanto também! Será que eu respondi a pergunta?

Quais seriam as três coisas que os fãs esperariam de você ou sobre você?

MGG: – Eu sou um ótimo skatista, eu sou ótimo pulando corda… O que mais? Ah! E eu posso flutuar sobre o chão por aí, como o Geléia! Risos…

O que vocês fazem para se divertirem no set?

MGG: – Nós contamos muitas histórias, no jatinho… especialmente nas cenas em que todos os sete participam. Nós temos muita diversão!

Que interações malucas com a família você teve desde que começou em Criminal Minds?

MGG: – Eu não sei o que isso significa, então vou responder essa pergunta com outra pergunta… Você quer dizer com minha própria família? Eu não sei, vou pular essa! Eu não sei responder… Ah, talvez o final do episódio, no karaokê…essa foi ótima!

Se você pudesse mudar algo do seu passado, o que seria?

MGG: – Eu não mudaria nada! Eu fico com medo do “efeito borboleta”, quando você volta no tempo e você parece não mudar nada, mas quando volta ao presente você encontra uma borboleta morta em seu sapato e percebe que o Ronald MCDonald (o personagem símbolo da franquia de fast-food) é o governador da Califórnia.  Coisas mínimas que fossem alteradas fariam o mundo enlouquecer. Eu não mudaria nada, eu gosto do jeito das coisas acontecerem…

O que é mais desafiador em interpretar Reid?

MGG: – Deixar o sombrio lhe assombrar, eu acho que é o mais desafiador…

Seus episódios têm muitas referências aos clássicos do horror. Quais são seus favoritos?

MGG: – Eu gosto do gênero horror e eu gosto de fundir um pouquinho disso aos episódios que eu dirijo. Meus filmes de horror favoritos de todos os tempos seriam: O Iluminado, A Troca (ou também intitulado “O Intermediário do Diabo”, no original, “The changeling”), No Templo das Tentações (“Something Wicked This Way Comes”), Mistério no Bosque (“The watcher in the woods”), ambos da Disney; os filmes de horror universais como Drácula, Frankenstein, Lobisomen, O homem invisível, A casa amaldiçoada (o filme original de 1963). Eu gosto do expressionismo alemão, como “O gabinete do Dr. Caligari”, de 1920. Também Nosferatu e todos os filmes mudos em preto e branco, maravilhosamente filmados.

Qual o aspecto mais difícil em filmar quando você está atuando e dirigindo na mesma cena?

MGG: – É estranho, nada sobre dirigir é difícil, eu adoro, sempre gostei! O mais difícil é quando termina, é um trabalho duro dirigir e atuar em um episódio, vivendo em um trailer lidando o dia todo com a equipe e a pré-produção. E então eu volto para apenas um trabalho em tempo integral, que é atuar na série, e eu me sinto como um lobisomem quando a lua cheia foi embora, e me torno apenas um cara chato de terno. Essa transição é o mais difícil, voltar ao estado não-lobisomem… o modo-humano.

Qual conselho você daria, sobre sua experiência pessoal, para inspirar diretores?

MGG: – Ótima pergunta! O meu conselho seria o conselho que recebi quando estava na faculdade de cinema, que é: se você quer fazer filmes, quer ser um diretor, o modo, o caminho mais rápido entre dois pontos para se fazer um filme, é uma linha reta. Hoje há muita tecnologia, câmeras e equipamentos de edição e como nunca antes nós temos o poder em nossas mãos de fazer qualquer coisa a qualquer ponto. Se você quer ser um diretor, dirija! Faça de tudo: curtas metragens, comerciais, e não se preocupe em seguir passos para chegar lá, pois se você for persistente e trabalhar duro, você conseguirá fazer muitas coisas.

Se você não estivesse atuando ou dirigindo o que você estaria fazendo?

MGG: – Eu não imaginaria um cenário diferente deste, eu acho que eu estaria de alguma forma atuando e dirigindo. Eu tenho muita sorte de poder entreter pessoas, seja uma única ou muitas pessoas, como sou afortunado de fazer trabalhando em Criminal Minds. Acho que estaria fazendo exatamente o que estou fazendo mesmo que fosse só por mim mesmo ou para uma só pessoa que fosse. Será que o tamanho da plateia faria diferença? Se não fizesse isso eu estaria contando histórias de fantasmas como dono de um acampamento de verão… risos.

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Qual seu autor favorito?

MGG: – Eu tenho vários! Eu gosto de Edgar Allan Poe, Charles Bukowski, Mark Twain, Charles Dickens, Ray Bradbury… E amo todos aqueles que têm a coragem de colocar para fora seja um livro, um poema, um filme, uma fotografia…Eu gosto de qualquer um fazendo qualquer coisa, mas esses são meus favoritos.

Como é um dia normal no set? Como você descreveria seus colegas de elenco?

MGG: – Ótimos! Eles são todos maravilhosos! É como trabalhar com seus melhores amigos… Eu amo também a equipe toda, todos de lá…e isso faz o trabalho ser divertido e é provavelmente o segredo de se trabalhar junto por tanto tempo, assim como 2 anos mais 7…

Você já trabalhou com muitas pessoas incríveis, qual é a pessoa com quem você ainda sonha em trabalhar?

MGG: – Eu fui muito sortudo de poder trabalhar com muitas ótimas pessoas, eu não sei… Eu gosto de trabalhar com todo mundo e eu realmente não tenho uma pessoa em especial com quem eu gostaria de trabalhar. Eu acho que eu tenho uma maneira estranha de escolher o próximo trabalho, eu gosto de trabalhar com pessoas que estão começando sua carreira e ninguém ainda sabe como são maravilhosas. Então eu estou procurando por um próximo incrível talento que ainda não foi descoberto para trabalhar comigo…

O que você tem planejado para sua carreira como desenhista/pintor?

MGG: – Boa pergunta, muito obrigado! Eu gosto de pintar e desenhar e criar coisas, mas eu não sei qual meu plano a seguir… Eu tenho trabalhado em um livro infantil que estou ilustrando há um longo tempo e talvez seja isso! E enquanto trabalho com isso outras coisas vão surgindo e eu acabo seguindo outros caminhos, mas pretendo terminar isso em uns dois anos.

Se você tivesse que descrever seu estilo em uma palavra, qual seria?

MGG: – Meu estilo? Você diz que meu estilo pessoal, meu estilo de vida, meu estilo de direção ou meu estilo de atuação? Acho que eu descreveria todos… eu espero que sejam como “desde sempre”…é isso!

O que você está preparando para “Blood Relations”?

MGG: – Esse foi o episódio que eu dirigi (e foi ao ar pela CBS). Eu acho que vocês podem esperar por alguma emoção, algumas mortes, alguns espirros, é um ótimo episódio e estou orgulhoso. Já dirigi sete episódios em Criminal Minds e amo todos. Esse é provavelmente o mais assustador de todos, tem mais ou menos uns três momentos que eu espero que os assombre e choque. O final é algo único que não acontece muito na série e foi uma oportunidade para eu fazer um filme de horror, pois lida com uma criatura assustadora da floresta… Eu não quero contar tudo… é um episódio de botar medo e estou muito orgulhoso dele e espero que fiquem chocados, tem várias reviravoltas e atuações incríveis. Estou muito animado com esse episódio! Eu sei que muitos pais deixam as crianças assistirem o seriado e eu espero que esse seja aquele episódio que os pais não deixem os filhos assistirem… Vocês podem ter assistido a centenas de episódios de Criminal Minds, mas esse é um pouco assustador demais… Esperem até completarem 16 anos para assistirem! Eu também espero que as crianças assistam escondido, e é bem assustador e que esse episódio cause um grande impacto e divirta bastante!

Há algo em particular que você faz para alcançar o ponto chave nas tarefas como diretor?

MGG: – Sim, tem sim na verdade! Eu sou um ator e diretor metódico e seja o que for que esteja preparando para um novo projeto na direção, eu encontro a música certa na minha cabeça e tento ficar escutando essa música exclusivamente e pensando nos detalhes, ao longo das três ou quatro semanas que estou filmando. Eu tento me focar no ponto de vista no qual quero contar a história, e é importante ser muito subjetivo. Eu tento colocar os telespectadores em uma posição mais ativa, sejam mais próximos ao vilão ou às vítimas, e eu tento identificar esse ponto de vista bem no início, para abordar o tema da história que estou contando por meio dessa perspectiva, e criar um filme único.

Alguma história das filmagens desse episódio? (Sem spoilers, por favor!)

MGG: – São muitas as boas histórias e são todas spoilers… Nós nos divertimos muito mesmo fazendo esse episódio! Ficamos em uma locação ao ar livre por cinco dias, o que é mais do que o normal, vivendo nos pântanos e criando um ambiente bem divertido. É isso, eu não quero estragar nada…

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Última pergunta: Conte-nos uma piada que Reid contaria…

MGG: – Uma piada que ele contaria seria… Eu tenho uma ótima piada de “TOC, TOC!” (Gubler volta-se para um companheiro do set e pede que comece a piada fazendo a batida “TOC, TOC!”).

– Quem está aí?

– Apple!

– Apple quem?

– Applelicious

Eu não entendi a piada, mas eu gostei! Obrigada por você responder tão rapidamente…

Tem uma piada que foi contada na série que é: “Quantos existencialistas são necessários para trocar uma lâmpada?” Eu não sei… Eu esqueci a resposta, cara!  Risos… Acho que é por isso que sou diferente do Reid, ele contou essa piada na temporada 2 ou 3 e eu não sei a resposta, mas sei que muita gente por aí sabe!

Amo todos vocêss! Vocês são os melhores fãs da Terra e de todo esse Universo maluco e espero que vocês gostem de todos os episódios, e que vocês chorem… E eu espero que não estejam gravando isso…

 

Tradução e versão transcrita: Dayana Alves Coelho

Fonte: CBS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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