Entrevista com Matthew Gray Gubler

Para muitos, Matthew Gray Gubler mudou a face dos nerds fictícios, graças a sua interpretação do brilhante e fascinante Dr. Spencer Reid, em Criminal Minds.

É difícil trocar constantemente entre atuar e dirigir? É meio difícil. E esse [episódio] em particular envolve uma grande história. É difícil no sentido de que quando estou dirigindo, estou trabalhando 100% com meu cérebro, mas quando atuando, estou trabalhando com meu coração.

Qual foi sua parte preferida em dirigir “The Lesson”? Todo momento é um ótimo, mas há algo nesse episódio que é meio que uma surpresa. Chamaremos de um número de dança. É uma dança como você nunca viu antes e estou muito orgulhoso dela. Uma dança calma.

Matthew Gray Gubler for Criminal Minds

Eu sei que Brad Dourif aparecerá. É justo dizer que ele será o unsub? É uma afirmação válida. Eu o conheci anos atrás e, você sabe, sempre que encontro um ator que respeito muito, faço uma nota mental para trabalhar com eles como diretor. Então, eu tive muita sorte de consegui-lo. Ele é excepcional.

Você tem outros projetos de direção no horizonte? Sim, tenho.Estarei dirigindo o episódio 20 este ano, que será em março. E eu sempre fazendo muitas coisas estranhas. E faço muitos clipes de músicas também.
O que te atraiu no personagem de Reid?  A esperança de criar um personagem que não havia sido visto antes. Eu nunca gostei do jeito que os nerds eram retratados. Eu achei que havia um espaço para pintar um novo tipo de pessoa inteligente que não era o estereótipo definido. A ideia de fazê-lo meio que um Atticus Finch é o que me inspirou nessa jornada que tentei fazer.

Você se envolve ou se interessa intensamente no lado psicológico da série? É um observador de pessoas? Sou, com certeza divido essa sensibilidade com Reid e sempre estou interessado em tudo estranho e bizarro na vida e sinestesia [uma condição discutida do episódio Magnificent Light] e todo tipo de doenças únicas.

Qual foi o momento da sua vida em que você decidiu atuar em tempo integral?  Eu sempre amei atuar. Eu adoro entreter. Cresci em Las Vegas e queria ser um mágico quando criança, e então dirigir. Eu sempre amei atuar, apenas nunca quis perseguir isso, porque não parecia uma ocupação pró ativa. Você tem que esperar ser escolhido. Então eu escolhi focar na direção, onde você pode meio que tomar suas próprias decisões. Por algum milagre, fui muito sortudo de fazer exatamente o que amo fazer, que é atuar e dirigir.

Você já fez improvisação? Sim. Sinto que meu ponto forte é a improvisação. É estranho. Com qualquer tipo de arte, sinto que ao invés de ter aulas, a melhor lição que você pode ter é a genuinidade. E a improvisação te força a ser genuíno, porque você realmente está ouvindo. Você não pode simplesmente decorar as falas e saber quando falar. Você tem que se e estar completamente presente. Sinto que improvisação é a única aula de atuação que já tive. E é isso que tento colocar no Reid.

É uma ameaça e tanto ir lá [em cenas de improvisação], não? É o melhor. É real – se torna real. Não é sobre esperar para falar ou dizer sua fala do jeito que você praticou em casa. Isso se torna uma coisa real. É mais sincero. Meu estilo preferido de tudo é a improvisação.

Como você pode imaginar, o interesse amorosos de Reid nesta temporada criou um alvoroço em vários fãs. Em “The God Complex” nós descobrimos algumas coisas sobre ela: Reid conversa com ela todo domingo, etc. Sem spoilers, há algo mais que você possa nos contar sobre ela? Sim, eu poso dizer que ela é uma brilhante geneticista que está sendo perseguida por um stalker muito perigoso, então ela se esconde. Reid e ela se conectaram através de um artigo que ele escreveu para um jornal de pesquisas e também seu amor compartilhado por Sir Arthur Conan Doyle e os mistérios de Sherlock Holmes. Eles estão loucamente apaixonados pela mente um do outro.

Eu entendi que você fez algo chamado  “Matthew Gray Gubler: the Unauthorized Documentary.” O que é isso? [Risadas] Nosso show é tão pesado que eu estava procurando uma maneira de melhorar o clima do set. Então, comecei um documentário com uma câmera escondida onde eu surpreendia membros da equipe sendo um idiota e capturando suas reações. E isso se desenvolveu para cenas mal roteirizadas e improvisadas. Fico feliz que você saiba disso.

Estive em seu site. Há tanto lá para ver e brincar.  Estive tão ocupado atuando e dirigindo que não tive tempo de realmente trabalhar no site, mas planejo expandi-lo. Fazer uns níveis novos.

Fonte: TvFanatic

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3 respostas em “Entrevista com Matthew Gray Gubler

  1. Adoro o Mattew, além de lindo deve ser uma pessoa incrível, adoro seu trabalho com a cruz vermelha e seu bom humor, quero ir pra LA conhece- lo…

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